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domingo, 6 de setembro de 2015

MASSAS DE MANOBRA, IDIOTAS ÚTEIS E PSICOPATETAS FAZEM O CAOS E A REVOLUÇÃO SEM QUERER, PARA OS PSICOPATAS - GOLPISMO DE ESQUERDA

"UMA MINORIA ORGANIZADA VENCE UMA MAIORIA DESORGANIZADA." (Lenin)
"A guerra, ou mais exatamente o colapso nacional da organização estatal, era desnecessária às revoluções do passado, pelo menos para as maiores. Agora, porém, essa tem sido uma condição básica da vitória das revoluções comunistas, até mesmo na China, onde ela surgiu antes da invasão japonesa, desenvolveu-se durante toda uma década e finalmente saiu vitoriosa com o término da guerra. (...) Quando ocorre o colapso sério de um sistema, particularmente numa guerra desastrosa para os círculos dominante e o sistema estatal, um grupo pequeno, mas bem organizado, pode facilmente, tomar o poder. Na revolução russa, o Partido Comunista tinha cerca de 80 mil membros. O PC da Iugoslávia começou a revolução de 1941 com cerca de 10 mil. Para tomar o poder, o apoio e a participação ativa de pelo menos uma parte da população são necessários, mas o partido que lidera a revolução e assume o poder é uma minoria que se vale das condições favoráveis." (extraído do livro de Milovan Djilas. A NOVA CLASSE)
 
O PT quer o Caos. Caos é bom para revolução e golpe: a própria massa derruba a ordem e o estado de direito que a defende dos golpistas infiltrados. Ele sempre se preparou para isso e "uma minoria organizada vence a maioria desorganizada." 




A PATOCRACIA E SUA IDEOLOGIA
Os adeptos de tais idéias tendem a perder de vista o fato de que os meios utilizados, e não os somente fins, serão decisivos para o resultados de suas atividades. Sempre que buscam por métodos de ação excessivamente radicais, ainda convencidos de que estão servindo à sua idéia, eles não percebem que seu objetivo foi alterado. O princípio "os fins justificam os meios" abre a porta para um tipo de pessoa diferente, para a qual a grande idéia é útil para o propósito de libertá-la da pressão desconfortável proveniente dos costumes do homem normal. Toda grande ideologia, assim, é um perigo, principalmente para mentes pequenas. Contudo, todo grande movimento social, e sua respectiva ideologia, pode se tornar um hospedeiro sobre o qual alguma patocracia inicia sua vida parasitária. 
(...)
Eu estava ciente de que tais fenômenos similares haviam aparecido na história da humanidade tantas outras vezes, em várias escalas, sob várias condições históricas, e sempre foram levados para dentro da sociedade, como um CAVALO DE TRÓIA, revestido com a ideologia de algum movimento idealista e socialmente heterogêneo.  

Do livro de Andrew Lobaczewski, "PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER 



"Se Zizek estivesse nos protestos do Brasil, bastaria trocar "direito à saúde universal" (nome lindo mas MORTAL ) por "passe livre" e voilà, as manifestações de junho vão ficando cada vez mais claras: começam com 20 centavos, escondem a real intenção (criar o "passe livre" socialista, idéia que por um tempo foi comprada até por jornalistas que fingem conseguir realizar sinapses), forçam confrontos com a polícia que logo serão esquecidos como provocações, conclamam pessoas pacíficas, ordeiras, inocentes e bem-intencionadas para protestar contra "injustiças", fazem algo tão festeiro que se torna divertido, manifestam insatisfação contra políticos, e outras coisas ruins sempre "de modo geral", escondem seu plano de impor um controle estatal sobre toda a vida, se auto-outorgam direitos por assembleias manipuladas (a "democracia participativa", cujo Judiciário é o júri gigantesco da opinião pública, sem nenhum peso e contrapeso à fúria da manada posta em marcha) e, por fim, logo estarão discutindo quais são os "organismos de controle e repressão" de que precisam para acabar com tudo o que está aí - mas tudo mesmo, caso você tenha estudado direito o que foram as revoluções anticapitalistas em qualquer lugar do mundo e seu controle e repressão. Caso precise refrescar a memória e entender o que Zizek pensa, basta dizer que ele acha que é "melhor o pior horror stalinista do que a democracia capitalista mais liberal". 
*
Para Zizek, como para o teórico italiano Antonio Gramsci, ser intelectual é ser apenas um aparato para colocar totalitarismos socialistas no poder através da agitação.
  
Do livro de Flávio Morgenstern, "POR TRÁS DA MÁSCARA".




REVOLUÇÕES SÃO FEITAS DE TRAIÇÃO 
ÀS MASSAS QUE AS REALIZAM

REVOLUÇÃO RUSSA

"Embora haja referências a duas revoluções russas, em 1917, uma em fevereiro e outra em outubro —, apenas a primeira merece esse nome. Realmente, em fevereiro de 1917, a Rússia vivenciou uma genuína revolução que derrubou o regime czarista, e cujas desordens, ainda que provocadas e esperadas, irromperam espontaneamente. O Governo Provisório que assumiu o poder ganhou a imediata aceitação de todo o país. O mesmo não vale para outubro de 1917. Os fatos que levaram á queda do Governo Provisório não foram espontâneos, mas tramados com cuidado e desencadeados por uma conspiração altamente organizada. Os conspiradores precisaram de três anos de Guerra Civil para subjugar a maioria da população. Outubro foi um clássico golpe de estado, mediante o qual um pequeno grupo de homens apossou-se da autoridade governamental, sem praticamente nenhum envolvimento das massas."
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"Para alcançar seu objetivo, os bolcheviques tinham de distanciar-se do Governo (Provisório*) e de outros partidos, e aparecer como a única alternativa ao status quo. Na sua liderança, Lênin aplicava à política os ensinamentos de Clausewitz — no "Sobre a Guerra". O objetivo não se resumia em derrotar o oponente, mas destruí-lo,  privando-o de uma força armada e desmantelando suas instituições. A resistência poderia determinar também sua eliminação física. Guiava-se por um conceito de Marx, enunciado quase por acaso em 1871. Analisando o colapso da Comuna de Paris, o pensador alemão concluíra que os communards teriam cometido um erro fundamental: em vez de aniquilar, eles tomaram as estruturas políticas e militares existentes. As futuras revoluções, segundo Marx, deveriam proceder de forma diferente, e "não transferir de um conjunto de mãos para outro a máquina burocrático-militar, como tem sido feito até agora, mas cuidar de esmagá-la' Gravadas na mente de Lênin, essas palavras mostravam-lhe como evitar a volta do açoite contra-revolucionário, ruína de todas as revoluções anteriores. Elas explicam a destruição com que ele e seu sucessor, Stálin, impuseram ao país, após conquistar o poder."
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"A experiência de fevereiro parece ter persuadido Lênin de que o Governo Provisório podia ser derrubado pelas ações de rua, como ocorreu com o czarismo. Ao contrário de 1905, porém, tais levantes deveriam ser cuidadosamente administrados pelo Partido Bolchevique. Para fins revolucionários, Lênin adotou a tática militar da escaramuça — tiraillerie — criada por Napoleão, a fim de descobrir os pontos fracos do inimigo, antes de enviar a guarda de elite e desferir o golpe decisivo. Ele estudou, ainda, "Psicologia da Multidão", trabalho do sociólogo francês Gustav Le Bon, uma análise pioneira do comportamento das massas  anos e dos modos de manipulá-lo. O livro de Le Bon forneceu orientação similar a Mussolini e a Hitler."
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"A estratégia socialdemocrata desdobrava a revolução em duas fases. Inicialmente, os socialistas ajudariam a burguesia emergente a derrubar o czarismo e a introduzir no país um regime tipicamente ocidental, que assegurasse liberdades civis e políticas. A seguir, tirando vantagem dessas liberdades, eles organizariam a classe trabalhadora — esta mais adequada à revolução do que o campesinato — para o dia inevitável em que, levado ao desespero pelo empobrecimento, o proletariado se levantaria em armas contra os seus exploradores."
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"Aqui, basta dizer que, à diferença dos SR (socialistas revolucionários), que concebiam a sociedade dividida em "exploradores" e "explorados", os SD (social-democratas) definiam as classes a partir da sua relação com os meios de produção, e consideravam os trabalhadores industriais —"proletariado"— como a única verdadeiramente revolucionária. Os SDs pretendiam nacionalizar a terra agrícola antes de coletivizá-la, a fim de transformar o camponês num empregado do Estado. Ao contrário dos SRs, eles aceitavam a "burguesia" como aliada, no primeiro estágio da Revolução. Para eles, o tempo do terror chegaria depois de alcançarem o poder, quando tivessem à sua disposição todo o aparato repressivo do Estado."
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"Para eles (bolcheviques), a Rússia não passava de um degrau da revolução mundial, por isso se permitiam agir com total irresponsabilidade, encorajando tendências destrutivas e prometendo tudo a todos. Mais tarde, já no poder, bolcheviques logo renegariam seus compromissos, tratando de reconstruir um Estado altamente centralizado." 
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A INVENÇÃO RUSSA DO TOTALITARISMO

"Chegando ao poder, Lênin estabeleceu um regime inédito, em termos históricos, diferente de tudo o que o mundo já conhecera, do sistema comunal de autogestão à autocracia: a extrema ditadura do "partido" exercia-se por trás da fachada de autogestão popular dos sovietes. A direita e à esquerda, o sistema prestava-se muito bem a todas as causas radicais e, graças à ausência de precedentes, muitos anos se passaram até que se desvendasse a sua natureza. O conceito de totalitarismo só se tornou claro para definir o regime nascido em solo russo quando os métodos políticos dos comunistas passaram a ser utilizados por fascistas e nazistas."
 
Trechos do livro de Richard Pipes, "HISTÓRIA CONCISA DA REVOLUÇÃO RUSSA"



REVOLUÇÃO CUBANA

Quando a única coisa que Fidel comandava era uma enraivecida dúzia de rebeldes nas montanhas de Sierra Maestra, alguns de seus ricos patrocinadores foram até ele e disseram: "Como podemos ajudar a gloriosa revolução contra aquele arrogante salafrário mestiço chamado Batista. Podemos lhe dar uns cheques. Comprar-lhe umas armas. Recrutar mais homens. Diga Fidel, o que podemos fazer para ajudar?" "Por ora", respondeu Fidel Castro, "tragam-me um repórter do New York Times." E o resto todo mundo sabe. A eficiente e bem equipada rede de comunicações do movimento castrista cumpriu sua missão. Começaram as conexões entre Havana e Nova Yorque. Castro era louvado como o Robin Hood da América Latina na capa dos mais prestigiosos jornais do planeta. Dois anos depois, Fidel era o ditador de Cuba, executava centenas de presos políticos por semana, prendia milhares e ainda assim era louvado como o "George Washington cubano".
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Guevara reclamava que a gente do campo não lhe oferecia ajuda nenhuma, gente essa que ele classificava como latifundiários. Realmente pessoas do campo em geral desprezavam sua coluna, mas não eram latifundiários, eram simplesmente anticomunistas. Isso foi o suficiente para que Che os marcasse em seu diário para morrer como 'criminosos de guerra'. Mesmo aqueles que os rebeldes chamavam de "criminosos de guerra" não passavam de militares cubanos que reagiram.
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O governo de Batista repassou todas as informações que estavam nos papéis pessoais de Che ao governo dos EUA. Mas estes se mantiveram firme no embargo contra o fornecimento de armas a Batista, enquanto a imprensa americana tratava Fidel como uma celebridade.
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Che manifestou-se totalmente a favor da invasão soviética à Hungria. Dizia que os soviéticos tinham o direito e o dever de invadi-la, que os rebeldes húngaros eram fascistas, agentes da CIA. Ouvir que Che Guevara repetia propaganda comunista pode não soar estranho hoje, mas EM 1957, FIDEL CASTRO E TODOS OS SEUS LÍDERES SE DIZIAM ANTICOMUNISTAS, DEMOCRATAS, etc. Não podíamos acreditar que este argentino defendia aquela agressão nua e crua e aquele massacre de cidadãos húngaros que apenas lutavam pela sua liberdade e pela independência de seu país -- o mesmo que pensávamos fazer naquela época.
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Durante a Segunda Guerra Mundial, a Liga Anticomunista de Cuba investigara a atividade de agentes nazistas na América Latina, já que nazistas e comunistas tinham sido aliados de 1939 a 1941. Salvador Diaz-Verson e seu pessoal descobriram uma célula de agentes nazistas que transmitiam informações para o comando alemão. Diaz-Verson e seu trabalho foi muito consultado, então, por um homem que se tornaria seu amigo: j. Edgar Hoover. O chefe do FBI recebia relatórios mensais da liga.  Os arquivos e livros de Diaz-Verson eram uma grande ameaça aos planos de Fidel e Che para Cuba, pois documentavam fartamente as ligações entre os irmãos Castro, Che e o comunismo. Daí a urgência para destruí-los. "Eu nunca fui comunista", "Não gosto nem um pouco que me chamem de comunista", eis como o New York Times, cumprindo a cartilha, apresentava Che Guevara em 1959. Àquela altura, o jornal também repetia o refrão de que "o próprio Fidel é um ferrenho anticomunista".   
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Só em 1960 houve uma declaração oficial do governo cubano sobre sua natureza marxista-leninista, fato este celebrado com uma saraivada de mísseis soviéticos e estandartes de Lênin.

(Texto com base no livro: 0 VERDADEIRO CHE GUEVARA, de Humberto Fontova)
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REVOLUÇÃO E TRAIÇÃO EM CUBA
https://youtu.be/QNGbeBv4uFc
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MANIFESTO DA OPOSIÇÃO CUBANA
A íntegra de uma entrevista exclusiva do então guerrilheiro Fidel Castro, publicada pela revista Coronet de fevereiro de 1958.
http://www.alertatotal.net/2016/01/manifesto-da-oposicao-cubana.html





 Ir para as ruas por tempo indeterminado até que os Poderes constituídos equacionem o caos.  Que tal... não sair de casa, por tempo indeterminado? Não fazer absolutamente nada? A Paralisação mais silenciosa, pacífica e inteligente que se possa pensar?
Nem uma pessoa na rua, por tempo indeterminado.
Tudo que o governo quer é confusão na rua.
Decretam o estado de sítio em algumas horas.
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O que a medicina soviética nos ensina
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O USO PETISTA DA LEI COMO ARMA CONTRA INIMIGOS - OLAVO, TUMA JR, GRAÇA SALGUEIRO
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TÉCNICAS DE ENGODO E MANIPULAÇÃO
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ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO - CAOS - A MINORIA ORGANIZADA VENCE A MAIORIA DESORGANIZADA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/07/iscas-da-esquerda-para-armadilha-da.html

O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE  http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html

COMO FUNCIONA O TRUQUE SUJO DE MADURO PARA JUSTIFICAR A PRISÃO DE LEOPOLDO LOPES



"Política além das aparências" por Flávio Morgenstern
Trata da manipulação da linguagem para fins políticos





 Todos os atos do PT convergem obsessivamente para uma direção: CONCENTRAÇÃO DE PODER. E tudo indica que eles não vão largar o osso, apesar de ter perdido toda a aprovação dos brasileiros. Nessas circunstâncias, eles podem dar um golpe de Estado usando a própria revolta do povo para gerar o CAOS e justificar o uso da força, com intervenção militar e apoio internacional da UNASUL e aliados, que já o CONFIRMARAM. 

Internamente o apoio vem da NOMENKLATURA, a nova classe dominante que emerge do sistema socialista de relações de poder que substitui a MERITOCRACIA. No Brasil essa classe está sendo comprada com dinheiro desviado de impostos, das estatais, e de todas as instituições em que o PT está presente. É um esquema de constante transferência de recursos da sociedade para eles. O Judiciário, o Ministério Público, a OAB, CNBB, a imprensa, e órgãos aparelhados vêm sendo ocupados por agentes petistas (no final das contas é o que são), alimentados por rios de dinheiro público desviado. Tudo em que o PT põe a mão merece uma investigação, o que inclui o setor PRIVADO conluiado, prostituído e sacrificado como bode expiatório. Petrolão, Eletrolão e outros escândalos não são exceções, mas a regra. 

A história do comunismo sempre foi um megaprograma de compra de almas e de criação de rabos presos com o inferno.


ESCOLA DE CÍNICOS

Esqueça que lutávamos pelo socialismo. Que socialismo, que igualdade? Contaram-me que Brejnev tem uma coleção de carros antigos...
- E você, por que lutou?
No início porque tinha fé, queria mudar o mundo, e porque precisava do par de botas que davam aos agentes da Tcheka. Depois... Já falamos do medo, ou não? Uma vez que você entra no sistema, não pode mais sair. E continuei a lutar porque eu também me tornei um cínico. Mas depois de 15 anos na cadeia por ter sido um cínico eficiente, com alguns mortos nas costas, comecei a ver as coisas de outra maneira.
- E como consegue viver com isso?
-Do mesmo jeito que você, Ramon Mercader! No dia em que matou Trotsky sabia por que fazia isso, sabia que fazia parte de uma mentira, que lutava por um sistema que dependia do medo e da morte. A mim você não engana!... Por isso entrou naquela casa com as pernas tremendo, mas disposto a fazê-lo, porque sabia muito bem que não havia volta. Quando falar com Caridad, pergunte a ela o que eu disse quando chegou a Coyoacán. Disse-lhe: Ramón está se borrando de medo, mas já é um de nós, já é um dos cínicos. (Leonardo Padura)  





APURAR BOATOS FAZ PARTE DA BUSCA DA VERDADE - A verdade não vem pronta: primeiro ela é rastreada, confrontada, construída e descoberta através da apuração de boatos, opiniões, suspeitas, fatos dispersos. Como a Imprensa e o governo hoje já não têm interesse nisso, essa função passou para nós, internautas.  Milhares, talvez milhões de pessoas conversam na Internet e aceleram esse processo natural, que levava anos e podia ser engolido pelo tempo quando era de boca em boca... Por isso a cybercensura é tão danosa, ela bloqueia este processo com o pretexto de que só a verdade pode ser veiculada. É o mesmo que declarar que só a conclusão final é legal, e então criminalizar a atividade que resulta nela. Por isso digo que aqui nada é para ser acreditado e tudo é para ser investigado. 

O comunismo só pode existir com a mentira, e a mentira subsiste com a CENSURA. Se as pessoas puderem conversar livremente, a verdade vem à tona e o comunismo sucumbe. É o que estamos vendo acontecer na Internet: a sociedade num movimento incessante de  buscar, trocar e apurar informações. E quanto mais gente sabe, menos apoio ele tem. A verdade é veneno para o comunismo, pois ele depende de ignorância e enganação.

MENTIRA E REPRESSÃO SUSTENTARAM O IMPÉRIO SOVIÉTICO

"Tínhamos crescido vendo em cada soviético, búlgaro ou tchecoslovaco um amigo sincero, um irmão proletário, e tínhamos vivido sob o lema, tantas vezes repetido em cerimônias escolares, de que o futuro da humanidade pertencia por completo ao socialismo (...) Atravessamos a vida alheios, da forma mais hermética, ao conhecimento das traições que, tal como a da Espanha republicana ou da Polônia invadida, tinham sido cometidas em nome daquele socialismo. Não ficáramos sabendo das repressões e dos genocídios de povos, etnias, partidos políticos inteiros, das perseguições mortais a inconformistas e religiosos, da fúria homicida dos campos de trabalho, do assassinato da legalidade e da credulidade, antes, durante e depois dos processos de Moscou. Também não tínhamos a menor idéia de quem tinha sido Trotsky ou por que o tinham matado, ou das infames combinações subterrâneas e até evidentes da União Soviética com o nazismo e com o imperialismo, da violência conquistadora dos novos czares moscovitas, das invasões e mutilações geográficas, humanas e culturais dos territórios ocupados, e da prostituições dos ideais e das verdades, transformados em palavras de ordem vomitadas por aquele socialismo modelar, patenteado e dirigido pela genialidade do Grande Condutor do Proletariado Mundial, o camarada Stalin, remendado mais tarde por seus herdeiros, defensores de uma rígida ortodoxia que usaram para condenar a menor dissidência do cânone que suportava seus desmandos e megalomanias. Agora, com muito custo, conseguíamos compreender como e por que toda aquela perfeição havia DESMORONADO, QUANDO SÓ HAVIAM SIDO DESLOCADOS DOIS TIJOLOS DA FORTALEZA: UM ACESSO MÍNIMO À INFORMAÇÃO, E UMA LIGERA, MAS DECISIVA, PERDA DO MEDO (sempre o bendito medo, sempre, sempre, sempre) que dera consistência àquela estrutura. Dois tijolos e veio-se abaixo: o gigante tinha pés de barro e SÓ SE MANTIVERA ERETO GRAÇAS AO TERROR E À MENTIRA... As profecias de Trotsky acabaram-se por cumprir-se, e a fábula futurista de Orwrell, em 1984, acabou se transformando num romance descarnadamente realista. E nós sem saber de nada. Ou será que não queríamos saber?"
Do livro de Leonardo Padura, “O HOMEM QUE AMAVA OS CACHORROS”



A SISTEMÁTICA QUEIMA DE ARQUIVOS PARA APAGAR A HISTÓRIA

Stalin foi bastante generoso com quem o serviu, não foi?... - O riso de Eitingon era dolorosamente forçado. - Na realidade, a melhor coisa que podia acontecer era que se esquecesse de nós. De mim não se esqueceu... Depois da guerra reiniciou a caçada dentro e fora da União Soviética. Mas depois dos horrores dos nazis e de duas bombas atômicas, quem iria criticá-lo por matar cem, duzentos ou mil antigos colaboradores acusados de traição? Um que pagou caro a gratidão de Stalin foi Otto Katz, um dos melhores agentes que já tivemos. (...) Poucos trabalharam tanto e de forma tão suja como Willi Munzenberg e Otto Katz para consolidar a imagem de Stalin na Europa. Willi foi morto na França, na época da invasão alemã. Ainda não sei se foram os nazis ou se fomos nós. Mas Otto continuou a trabalhar e, depois da guerra, acreditou que chegara o momento de receber sua recompensa. Stalin considerou-os, ele e o restante da mesma espécie, servidores COMPROMETEDORES e decidiu que chegara a hora de gratificá-los... Apanharam Otto Katz em Praga e obrigaram-no a confessar todos os crimes praticados e os que ainda estavam por praticar. No dia de sua confissão pública, tiveram de lhe colocar a dentadura postiça de um fuzilado, porque nos interrogatórios perdera todos os dentes. Fuzilaram Otto e mais alguns e os atiraram em uma vala comum nos arredores de Praga. (Leonardo Padura)




Um comentário:

  1. Essas conjecturas malignas estao levando a nossa patria ao caos, a anos esta em instalaçao uma componente subjetiva de um golpe comunista

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