CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Bia Kicis e Olavo de Carvalho 1ª Parte



Bia Kicis e Olavo de Carvalho 1ª Parte
https://youtu.be/vIYzlR1aAr0


 #BoletimDaNoite – As raízes da "arte" moderna e a morte da beleza - Intromissão e deformação marxista no conhecimento
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/10/boletimdanoite-as-raizes-da-arte.html

Você sabe onde está seu filho? Cuidado! Ele pode estar numa biblioteca
http://sensoincomum.org/2016/09/23/guten-morgen-15-seu-filho-biblioteca/

A experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor chance de usá-las -- ou se usar qualquer recurso que remotamente se pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
Por isso não há nada de estranho em que as vozes da esquerda se mobilizem tão entusiasticamente para censurar o filme "O Jardim das Aflições" quanto para estigmatizar como hedionda tentativa de censura qualquer protesto contra a exposição obscena do Santander.
Seu lema é: "O poder de censura é nosso, de mais ninguém."
Só um idiota pode ver nisso alguma "incoerência". É procedimento de rotina, nada mais.
A linguagem da mídia e do "beautiful people" é calculada para espalhar endemicamente o transtorno de personalidade limítrofe, que consegue raciocinar verbalmente ou matematicamente mas não consegue transformar em CONSCIÊNCIA o sentido do que raciocina.

Frases como "mulher em corpo de homem" são calculadas para impedir o falante de perceber o sentido do que diz.
A profusão de frases desse tipo na linguagem popular de hoje é uma obra de engenharia psicológica montada para destruir não a família ou a moralidade (antes fosse apenas isso!), mas as operações básicas da inteligência humana.


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