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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

PUTIN: A RÚSSIA NÃO TEM FRONTEIRA ALGUMA


Putin: "a Rússia não tem fronteira alguma"

Escrito por Luis Dufaur | 20 Dezembro 2016 Artigos - Globalismo
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O pequeno Miroslav, de nove anos (na foto, com Putin), galardoado pela Sociedade de Geografia Russa pelo fato de decorar todos os limites dos países do mundo, foi levado ante o todo-poderoso presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Este se pôs de cócoras ante o menino e diante de um auditório lhe perguntou onde acabavam as fronteiras da Rússia.
A criança se encheu de coragem e respondeu:
– A Rússia termina no Estreito de Bering, na fronteira com os Estados Unidos.
Putin apertou-a contra o peito e olhando para o publico corrigiu a criança modelo dizendo:
– As fronteiras da Rússia não terminam em parte alguma.
Na primeira fileira aplaudia o ministro de Defesa russo, Serguei Shoigu.
O fato deu-se recentemente e foi relatado pelo correspondente Xavier Colás do jornal “El Mundo” de Madri.
Enquanto o patriótico evento se desenvolvia em Moscou, a 1.092 quilômetros de distância, em Kaliningrado, enclave russo entre dois membros da OTAN (Lituânia e Polônia), os soldados de Putin montavam os sistemas de mísseis S-400 e Iskander, esses capazes de levar bombas atômicas.
O porta-voz do Kremlin Dimitri Peskov justificou a manobra dizendo que “a OTAN é um bloco agressivo”.
Na Polônia se diz que quando a Rússia fala em se defender, ela entende atacar. Quando se diz ameaçada é porque está montando a ofensiva. É a novilíngua soviética reciclada pelos atuais amos do Kremlin.
Estrategistas como o general Valeri Gerasimov, Comandante das Forças Armadas da Federação Russa, concluíram que a guerra contemporânea deve ser misturada com luta social, econômica e sobre tudo da informação.
A tecnologia de ponta da espionagem deve visar EUA.
E a Rússia mostrou sua habilidade para penetrar as estruturas cibernéticas de seu maior inimigo.
A infiltração das infraestruturas do adversário, a propaganda, os trolls, a ação psicológica sorrateira, a confusão e a cumplicidade de partes da sociedade civil do país vítima são armas da “guerra híbrida” que está em pleno andamento.
Da parte da Rússia, é claro.
No lado ocidental parece dominar a estratégia do avestruz: esconder a cabeça num buraco para não enxergar nada e achar que está tudo bom.
A Rússia “se prepara para uma guerra totalmente diferente da que imagina o Ocidente", diz o analista Gustav Gressel, do European Council of Foreign Relations. Ele detecta nos EUA “uma percepção do risco muito antiquada”.
“El Mundo” escolheu a sugestiva manchete: “Assim se prepara a Rússia para uma guerra com a Europa”.
Enquanto isso a União Europeia corrói os países que na teoria são seus membros mas na realidade são suas vítimas. A UE está deixando o continente inerme face ao enorme perigo que se prepara dentro das fronteiras da Rússia, que para o Kremlin, conforme afirmou Putin, são transitórias.
http://flagelorusso.blogspot.com

http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/16872-2016-12-20-20-09-30.html

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OBAMA O ESCOLHIDO DOS RUSSOS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/obama-escolhido-pelos-russos-20-anos.html
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DESINFORMAÇÃO: A ARMA COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html

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Horia Roman Patapievici
Filósofo Romeno debate: Os EUA e a Nova Ordem Mundial - Dugin x Olavo de Carvalho (Legendado PT-BR)
https://youtu.be/A0bxoV6-lQc



OH, HOW THE MIGHTY HAVE FALLEN
Filipe G. Martins

Há exatos 25 anos, a renúncia de Gorbachev e o último arriamento da bandeira soviética marcaram o colapso do regime que mais esforços fez para para espalhar pelo mundo a violência genocida, a engenharia social e a imposição de restrições sufocantes à liberdade humana — que são a essência e a substância do Socialismo e do Comunismo, dois dos nomes que usamos para nos referir ao maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade.

É bem verdade que o Comunismo não morreu com o regime e que, de lá pra cá, o movimento revolucionário internacional só cresceu; também é verdade que a esquerda continua dominada por uma mentalidade totalitária e genocida; mas há muito para se comemorar no dia que lembramos a libertação (mesmo que parcial) do Leste Europeu e a vitória (mesmo que parcial) dos americanos sobre os soviéticos.

O Tzar Vladmir Putin certa vez disse que qualquer pessoa que não sente saudade da União Soviética não tem coração. Eu, no entanto, vos digo que qualquer pessoa que não comemora o colapso do Império do Mal não só não tem coração como não tem cérebro. Celebremos, portanto!
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