CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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sábado, 29 de março de 2014

RACHEL SHEHERAZADE, PAULO EDUARDO MARTINS E O PRÓPRIO SBT ESTÃO AMEAÇADOS PELA CENSURA PETISTA

Deputada quer punir Rachel Sheherazade e fechar o SBT
A deputada Jandira Feghali, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), pediu à Procuradoria Geral da República que processe a jornalista Rachel Sheherazade e caso se comprove culpa que se casse a concessão do SBT pelas coisas que Rachel disse. Ela é candidata à eleição de alguma coisa e precisa de mídia.

Nada melhor do que bradar contra o SBT dizendo que defende os direitos humanos. O SBT é uma das duas melhores emissoras pra se trabalhar. Em termos de ambiente de trabalho não tenho dúvidas que é melhor que a TV Globo e isto é muito importante no mercado de trabalho.

Acusar o SBT de divulgação de apologia ao crime é algo tão insólito que só pode passar na cabecinha de uma senhora que precisa aparecer na eleição de qualquer jeito. Mais estranho ainda é um partido comunista numa democracia porque o comunismo é um sistema totalitário que nada tem a ver com a democracia. Temos certeza que a Procuradoria terá isenção pra julgar o caso e entender o que realmente aconteceu

http://rd1.ig.com.br/blogueiros/jamesakel/deputada-quer-punir-rachel-sheherazade-e-fechar-o-sbt/248925

PT e censura II: PCdoB quer suspender verba estatal para o SBT por declarações de Sheherazade






jandira-feghali

Segundo o site Congresso em Foco, o PT e o PCdoB (cachorrinho de estimação do primeiro) estão tentando executar outra instância de “soft censorship” contra o SBT.  O discurso é a mesma farofa de sempre: rancor absoluto pela âncora Rachel Sheherazade por ela ter achado compreensível a reação do cidadão civil contra criminosos. Alguns pontos da matéria são bastante pertinentes, como este abaixo:
O governo federal estuda suspender a verba publicitária que repassa à terceira maior emissora de TV do país, o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O caso é examinado pela equipe do ministro Thomas Traumann, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a pedido da líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ).
Esta é a confissão do crime: ameaça de retirada de verba publicitária (dinheiro público, diga-se, de passagem, para quem não percebeu) para forçar com que emissoras de TV e jornais deixem de publicar conteúdo que os desagrade. Não há como negar mais. Oficialmente, os amigos do PT reconhecem a prática de censura, ou, ao menos, sua ameaça. O que já é uma forma de coagir a imprensa livre.
A deputada acusa a emissora de ter praticado apologia e incitação ao crime, à tortura e ao linchamento ao exibir comentários da apresentadora Rachel Sheherazade que, segundo a parlamentar, exaltavam a ação de chamados “justiceiros” no Rio de Janeiro contra um jovem de 16 anos, acusado de furto. “A Secom me deu um primeiro retorno dizendo que concorda com o conteúdo do nosso pedido e que estuda quais providências tomar”, disse Jandira Feghali ao Congresso em Foco.
Como de costume, Jandira Feghali (foto) pratica difamações e denunciações caluniosas, usando o mesmo recurso do PSOL (o que prova o alinhamento entre o PT e o PSOL). Isso não é novidade alguma. O importante é ela afirmar que o Secom (parte do aparelho petista) concordou com esse tipo de estratégia.
Em 2012, o SBT recebeu R$ 153,5 milhões em publicidade de verba publicitária do governo federal. Ficou atrás apenas da Globo (R$ 495 milhões) e da Record (R$ 174 milhões). O valor destinado à TV de Silvio Santos corresponde a 13,64% do bolo publicitário das emissoras. “Como o governo pode subsidiar um canal que tem uma editorialista que incita à violência e à justiça com as próprias mãos?”, questiona Jandira Feghali.
O que Jandira quer dizer é o seguinte: aquele que disser qualquer opinião que desagrade os criminosos violentos deve parar de receber dinheiro estatal. Alias, já passou do momento de tentarmos entender qual o motivo pelo qual apoiar os criminosos violentos é tão vital para PT, PCdoB e PSOL.
A explicação é simples até demais. O fato é que o apoio ao criminoso violento é apenas uma crença de suporte para ajudar a manter enraizada no sistema límbico profundo de uma boa parte da opinião pública a noção de que o criminoso violento é sempre uma “vítima” da sociedade. Portanto, a sociedade deve financiar inchaços estatais, que seguirão dando a promessa de “corrigir a sociedade”. Assim, a crença que leva a sustentação do apoio ao criminoso violento, criada pela esquerda, é sustentáculo para um baita de um negócio.
Em síntese: apoiar criminosos violentos ajuda a manter um grande negócio (inchar o estado). E para manter esse negócio em alta, basta usar o próprio estado inchado para promover censura contra aqueles que ataquem esse sustentáculo. Simples assim.
A líder do PCdoB na Câmara trabalha em duas frentes contra o SBT. Além do ofício enviado diretamente à Secom, no dia 20 de fevereiro, ela também apresentou um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pede a abertura de inquérito contra a TV e Rachel Sheherazade e o corte da verba enquanto durarem as investigações. Como mostrou o Congresso em Foco, em caso de condenação, Jandira solicita que o SBT perca até o direito à concessão pública. Caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, dar andamento ou não aos pedidos.
É claro que o SBT não vai perder concessão pública. E dificilmente perderá a verba federal. Tudo iria ficar muito ridículo e acintoso. O que importa é a propaganda gerada.  Neste sentido, a principal técnica usada pelos governistas e seus aliados é o método de influência chamado “porta na cara”, onde se pede uma proposta acintosa, para que posteriormente o senso comum aceite como normal propostas de menor escala.
E falando em propaganda, até mesmo a abertura de inquérito já é uma instância da tradicional guerra de processos, onde o lançamento de um processo, por si só, já serve como propaganda para a causa. Mesmo que não dê em nada.
Em artigo publicado em 11 de fevereiro, na Folha de S. Paulo, a apresentadora diz que apenas expressou sua opinião e que não defendeu os chamados “justiceiros”. “Em meu espaço de opinião no jornal SBT Brasil, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio”, escreveu Rachel. Em nota divulgada à época, o SBT alegou que a opinião da apresentadora era de responsabilidade dela, e não da emissora.
Jandira não concorda. Para ela, como concessão pública, a TV tem total responsabilidade em relação ao que leva ao ar. “A emissora vai ter de assumir. Não estamos provocando a Rachel Sheherazade, é o SBT que está em questão. Não é uma questão dela especificamente, mas dela vinculada ao canal. A gente espera que isso sirva de parâmetro para outras TVs”, disse a deputada.
Em 2000, o SBT chegou a ficar com 20% do “bolo” publicitário do governo entre as emissoras de TV. Naquele ano, ainda na gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a emissora recebeu R$ 135 milhões para divulgar ações do governo federal. Na época, era vice-líder de audiência, posto que perdeu, de lá para cá, para a Record, de Edir Macedo.
Note que Jandira disse que a ação deve “servir de parâmetro” para as outras TVs. Isto é, ela diz que nenhuma expressão de repreensão ao criminoso violento, ou até mesmo a compreensão da dura situação das vítimas do crime, será tolerada.
O recurso da extrema-esquerda é tradicional: lançar a ameaça não contra Rachel Sheherazade, mas contra o contratante dela. O intuito é tentar forçar sua demissão. Outro objetivo é lançar uma mensagem clara ao SBT, dizendo que opiniões que desagradam a extrema-esquerda não serão toleradas.
Enfim, existem vários métodos para a guerra política que defendo como úteis para a direita: a arte da guerra política, de Horowitz, a contra-estratégia gramsciana, as regras para radicais (de Saul Alinsky) e o controle de frame lakoffiano. Nada menos que um combo. Mas também uso um método pouco tradicional: o template neo-ateu. (Usar este template significa usar a mesma assertividade que autores como Richard Dawkins e Sam Harris usam contra a religião, mas agora contra a religião política, ou seja, o esquerdismo)
Por exemplo: imagine que um grupo religioso decidisse banir da televisão um comediante por este criticar a crença em Deus. Como reagiriam os neo-ateus? Será que eles ficariam apenas tristes? Se limitariam a resmungar, conformados? Será que diriam “ó ceus, ó vida, que censura ruim”? Ou será que eles denunciariam em público (e em larga escala), nos termos mais fortes possíveis, o quanto é nociva a crença do oponente por tentarem censurar o seu lado?
Com certeza, eles tentariam essa última opção, pois capitalizariam em cima da tentativa de censura do outro lado. É o momento da direita fazer exatamente o mesmo com os cães de guarda do PT. Eu não sou otimista como o Políbio Braga no vídeo abaixo, mas com certeza devemos agir nas redes sociais como um exército, nos moldes do que ele afirma. Assista:
É imperativo criarmos uma consciência pública mostrando o quanto é abjeto o comportamento da extrema-esquerda na tentativa de censurar seus opositores apenas por nós discordarmos de ideias tão torpes quanto a apologia de criminosos. A reação à tentativa de aplicação do “soft censorship” contra o SBT deve ser tratada de forma assertiva, no mesmo nível que tratamos casos de pedofilia e crises de tomada de reféns. 
Ademais, também podemos aprender com Gene Sharp. Uma das formas com que devemos tratar a situação é o lançamento de uma campanha de larga escala propondo boicote aos anunciantes do SBT caso eles cedam ao jogo governista. Se os esquerdistas querem atacar Rachel ameaçando o SBT podemos ameaçar os anunciantes do SBT caso a emissora resolva ceder às suas ameaças.
Enfim, se não formos capaz de expor eficientemente mais essa baixeza governista, eles vencerão
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 O Brasil pede socorro: A pregação totalitária de Jandira Feghali  http://youtu.be/cZhp_kdQPJk

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Censura petista: Críticos do governo, jornalista Paulo Martins é retirado de telejornal; Procuradoria Geral da República aceita pedido de deputada comunista contra Rachel Sheherazade
 Tudo é culpa de Rachel Sheherazade

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Janot vai analisar vídeos de Rachel Sheherazade
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 PT investe cada vez mais em censura: calando Paulo Eduardo Martins, José Neumanne Pinto e Rachel Sheherazade

ESTE VÍDEO FOI A CAUSA DA SAÍDA DE PAULO EDUARDO MARTINS

Para reclamar sobre a saída de Paulo Eduardo Martins do Jornal da Massa, do SBT-PR:
 http://www.redemassa.com.br/trabalheconosco.html
Fone: 41 3091-9067
Assine e compartilhe a petição online:
Abaixo-assinado Queremos o Paulo Eduardo Martins em rede nacional!
 http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=P2013N42040
A censura esta se revelando mais e mais, será que depois disso, a cotação de Marco Civil não desce?


TEXTO DO PT EM 2007 SOBRE SUA PRETENSÃO Á HEGEMONIA POLÍTICA
 Socialismo e Estratégia 
A partir de sua definição sobre o socialismo, nosso Partido deve elaborar uma estratégia adequada ao atual período histórico.
 A estratégia que adotamos na primeira década de vida do Partido foi sistematizada por dois encontros nacionais: o 5º Encontro (1987) e o 6º Encontro (1989). As resoluções destes encontros afirmavam que nosso objetivo estratégico é o socialismo. A luta pelo socialismo exigia, então, construir e conquistar o poder político; construir o poder exige acumular forças, através do Partido, dos movimentos sociais, de espaços institucionais, de alianças e através da formação de uma cultura socialista de massas.
 O programa democrático-popular detalharia assim os objetivos da luta pela igualdade social, pela democratização política e pela soberania nacional, articulando as tarefas anti-latifundiárias, anti-monopolistas e anti-imperialistas com a luta pelo socialismo.
 A eleição do presidente da República visava dar início, através do governo federal, à implementação de reformas estruturais de caráter democrático-popular. A execução destas reformas e a previsível reação das classes dominantes alterariam o patamar da luta de classes, criando uma situação em que ficaria claro, para amplos setores das classes trabalhadoras, a necessidade de passar da construção à conquista do poder. Para fazer avançar a estratégia democrático-popular e consolidar as conquistas  programáticas que estiveram na origem do atual governo é fundamental constituirmos um eixo de esquerda.
 Esta necessidade é acentuada pelas mudanças positivas, ocorridas desde 2002, na correlação de forças do Brasil e da América Latina. Evidente que não cabe retomar, sem mediações, a estratégia democrático-popular, tal como definida no 5º e no 6º Encontros. Evidente, também, que ao reafirmarmos o PT como partido socialista e reconstituirmos a classe trabalhadora como sujeito histórico da transformação, não estaremos criando automaticamente as condições políticas necessárias para implementar na sociedade brasileira um projeto socialista.
Atravessamos um novo período histórico, tanto em nível nacional quanto internacional, que exige do PT e de todas as forças socialistas e democráticas uma elaboração estratégica mais audaz e rigorosa.
Trata-se de dar continuidade a elaboração estratégica dos anos 80, adequando a estratégia do PT a este novo período histórico. Mas mantendo a compreensão de que, com a posse do governo -- portanto, de parte importante do poder do Estado -- a disputa pela hegemonia passa a se dar em outro patamar, estando colocada para o PT e para as forças democrático-populares a possibilidade de iniciar um acelerado e radical processo de reformas econômicas, políticas e sociais, criando assim as condições para a conquista da hegemonia política e de transformações socialistas. Palavras do 6º encontro nacional do PT (1989), que continuam atuais, quase 20 anos depois.

2 comentários:

  1. Cá entre nós, mas essa Jandira "Frangalho" é feia como uma mula fedida! Uma porra feia e mal amada, fracassada na vida sexual, por isso virou comunista do ridículo PCdoB, onde pode satisfazer o seu apetite sexual, típica de uma "mulher" feia!

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  2. É o Zé Povão ainda vota nesse lixo socialista chamado de PCdoB, no Analfabeto cachaceiro Lula e na terrorista comunista Dilma!

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