CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

NOVA ORDEM MUNDIAL - Joaquim Barbosa no colóquio de Yale



Publicado em 29/09/2013

A jornalista Claudia Trevisan foi presa nas dependências da Universidade de Yale, quando tentava encontrar o ministrio Joaquim Barbosa. A surpresa do fato vem da tentativa exasperada dos organizadores de esconderem o evento da opinião pública, algo suspeitíssimo. É calro que o tema - Constitucionalismo Global - remete à conspiração para a implantação do governo mundial e doutro assunto não se tratou ali, razão pela qual tinha que se secreto. O ministro Joaquim Barbosa deve uma explicação.

Joaquim Barbosa no colóquio de Yale
http://youtu.be/_UK8IYTEenc
https://www.youtube.com/user/nivaldocordeiro
Publicado em 29/09/2013

A jornalista Claudia Trevisan foi presa nas dependências da Universidade de Yale, quando tentava encontrar o ministrio Joaquim Barbosa. A surpresa do fato vem da tentativa exasperada dos organizadores de esconderem o evento da opinião pública, algo suspeitíssimo. É calro que o tema - Constitucionalismo Global - remete à conspiração para a implantação do governo mundial e doutro assunto não se tratou ali, razão pela qual tinha que se secreto. O ministro Joaquim Barbosa deve uma explicação.

Seminário Constitucionalismo Global 2013

Correspondente do 'Estado' é presa e algemada em Yale (EUA)
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,correspondente-do-estado-e-presa-e-algemada-em-yale-%28eua%29,1079563,0.htm

(...) O processo de prisão teve uma sequência não usual nos EUA. Os argumentos de Claudia não foram considerados pelo policial. Na calçada, ele a algemou com as mãos nas costas e a prendeu dentro do carro policial sem a prévia leitura dos seus direitos. Ela foi mantida ali por uma hora, até que um funcionário do gabinete do reitor da Escola de Direito o autorizou a conduzi-la à delegacia da universidade, em outro carro, apropriado para o transporte de criminosos.

Na delegacia, Claudia foi revistada e somente teve garantido seu direito a um telefonema depois de quase quatro horas de prisão, às 21h20. O chefe de polícia, Ronnell A. Higgins, registrou a acusação de "transgressão criminosa". Ela deverá se apresentar no próximo dia 4 diante de um juiz de New Haven.

O Estado manifestou hoje sua indignação à Escola de Direito da Universidade Yale pela prisão arbitrária de sua correspondente em Washington. Solicitou também respostas a cinco perguntas pontuais sobre o episódio e seu acesso às imagens de câmeras de segurança do prédio de Woolsey Hall, para comprovar o fato de Claudia ter obedecido as instruções do policial. A resposta dessa instituição está sendo aguardada.


Confira as perguntas cujas respostas são aguardadas pelo 'Estado':

Em virtude dos infelizes fatos ocorridos, O Estado de S. Paulo gostaria de obter, nesta sexta-feira, de preferência, alguns esclarecimentos da Escola de Direito da Universidade Yale:

1. Quais foram - especificamente - as instruções recebidas pelo policial DeJesus antes do evento, com relação ao tratamento dado ao jornalistas?

2. Por que a jornalista Cláudia Trevisan foi presa por 'invasão de propriedade privada' se ela não estava no interior de um prédio privado naquele momento, não resistiu às instruções dadas pelo policial DeJesus e não foi agressiva?

3. Qual é o nome do oficial que deu ao policial DeJesus a permissão para conduzir a jornalista Cláudia Trevisan ao distrito policial e processá-la? Por que ele fez isso?

4. O ministro Joaquim Barbosa deu alguma instrução à faculdade de Direito ou para pessoas da organização do evento de como tratar a imprensa?

5. O mesmo procedimento foi usado antes pela Faculdade de Direito em outros episódios parecidos.


Estado gostaria de ter acesso à cópia do vídeo feito pelas câmeras de segurança, capturadas equipamentos instalados no ambiente interno e externo do prédio, com imagens dos movimentos da jornalista.

'Não entrei escondido nem forcei a entrada'
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,nao-entrei-escondido-nem-forcei-a-entrada,1079582,0.htm
Presidente do STF lamenta prisão de jornalista do 'Estado' nos EUA
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,presidente-do-stf-lamenta-prisao-de-jornalista-do-estado-nos-eua,1080217,0.htm
Yale recua de ação contra jornalista do 'Estado'
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,yale-recua-de-acao-contra-jornalista-do-estado,1079908,0.htm
Entidades criticam tratamento da polícia americana à jornalista brasileira
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,entidades-criticam-tratamento-da-policia-americana-a-jornalista-brasileira,1079618,0.htm

Jornalista pode ter sido detida a pedido de Joaquim Barbosa
http://jornalggn.com.br/noticia/jornalista-pode-ter-sido-detida-a-pedido-de-joaquim-barbosa

http://www.yalealumnimagazine.com/blog_posts/1581
Yale arrests, releases Brazilian reporter for trespassing

Pra mim parece coisa da NOM. Quando os bilderbergs se reúnem, ninguém pode sequer chegar perto. Mas agora ficou ruim para eles: nós sabemos um pouco mais.

Rússia: Líder da Greenpeace condenado a dois meses de prisão preventiva



Publicado em 29/09/2013

O tribunal da cidade russa de Murmansk estipulou, este domingo, dois meses de prisão preventiva...

euronews, a rede de notícias internacionais de maior audiência na Europa.
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http://pt.euronews.com/2013/09/29/rus...
O tribunal da cidade russa de Murmansk estipulou, este domingo, dois meses de prisão preventiva para o porta-voz da Greenpeace, Dmitry Litvinov e cinco outros ativistas.


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PUSSY RIOT VAI PARA SIBÉRIA
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UFO ANALISADO - Just A Detail / Só Um Detalhe = UFO / OVNI & Forest


MAIS EM
http://youtu.be/xW4bIXtS3r4

A Detail = UFO / OVNI & Forest Um Detalhe = UFO / OVNI
VÍDEO-RESPOSTA: http://youtu.be/xW4bIXtS3r4
Leia o TEXTO abaixo = Read the TEXT bellow

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Este vídeo é dedicado a Maha77.
This video is dedicated to Maha77
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É destacada aqui a "estranha" exaustão que ocorre no UFO / OVNI já analisado na vídeo resposta acima. Simplesmente isto.

Nota-se claramente o comportamento "maleável e oscilante" da parte central do objeto, principalmente a área superior.

Além dos pontos citados acima, em momento algum, mesmo sob zoom de até 500x e sob outras técnicas de Edição, o vídeo não apresenta qualquer pixelação estranha.

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The "strange" exhaust that occurs at the UFO already analyzed on the video reply above is enhanced here. Simply and only this.

We can also notice clearly the "pliable and swinging" behavior of the central part of the object, mainly the upper area.

Beyond the points above, at no moment at all, even under 500x zoom and the use of other techniques of Edition, the video never shows a single strange pixelation.

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VAIADOS - O vice-presidente Michel Temer e o ministro da Defesa Celso Amorim foram...



Publicado em 30/09/2013

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro da Defesa Celso Amorim foram vaiados neste sábado, 24, por grande parte dos parentes e convidados de 476 cadetes durante a cerimônia anual de Entrega de Espadins na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, no sul fluminense.

Mais informações no link: http://www.estadao.com.br/noticias/na

domingo, 29 de setembro de 2013

PODER ABSOLUTO - A KGB AINDA AMEAÇA O MUNDO


A última vez em que falei com Alexander foi por telefone, em 8 de novembro de 2006. Por volta das 5 horas da manhã, horário de Boston, recebi um telefonema do Novaya Gazeta de Moscou, pedindo que comentasse a informação, recém-chegada, de que Alexander fora envenenado. Pedi que voltassem a me chamar mais tarde e disquei para o celular de Alexander. Àquela altura, ele já estava num hospital em Londres. Disse-me que havia perdido cerca de 15 quilos e que seu corpo recusava alimentos ou líquidos. Mas sua voz estava bem forte, e conversamos por pelo menos quinze a vinte minutos, talvez mais. 

Naquele dia, Alexander ainda achava que conseguiria sobreviver à tentativa de assassinato. Tinha conhecimento de que havia sido envenenado; sabia que fora obra do Serviço Federal de Segurança (FSB - agência russa de serviços de informação que sucedeu ao KGB para assuntos internos) da Rússia e estava convencido de que a ordem partira do presidente Vladimir Putin. Mas também estava certo de que não morreria e de que o pior já havia passado. Não lhe fiz muitas perguntas, supondo que estivesse debilitado demais para analisar a situação e esclarecer minhas dúvidas. "Dentro de poucos dias estarei em casa", disse-me ele. "Poderemos voltar a conversar." 

No dia 23 de novembro, Alexander Litvinenko morreu. Ele havia chegado ao posto de tenente-coronel da unidade especial de combate ao crime organizado do Serviço Federal de Segurança. Era sua profissão. Era sua vida.

Eu o conhecia desde 1998. Foi um período muito difícil para ele. Recebera uma árdua incumbência de seus superiores e, pela primeira vez na vida, não sabia o que fazer. A ordem era matar um judeu russo riquíssimo que acumulara muito dinheiro durante a era Yeltsin. Seu nome era Boris Berezovsky, na época funcionário do governo: secretário-executivo da Comunidade de Estados Independentes. 

Alexander tomou sua decisão. Procurou Berezovsky e o inteirou da ordem. Denunciou o caso numa entrevista coletiva, afirmando que generais do alto comando do FSB estavam indo de encontro à lei, dando ordens ilegais a seus subordinados. Foi o fim da carreira de Alexander no FSB, então comandado por Vladimir Putin. Ele foi demitido. Eu o conheci no dia em que se preparava para essa polêmica entrevista coletiva. Alexander era um homem cheio de energia. Atleta, não fumava nem bebia — coisa muito rara para um russo. Nós conversamos muito. Eu acabava de chegar a Moscou, onde não vivia desde 1978 (quando emigrei para os Estados Unidos). Tudo era novo para mim, e eu estava disposto a ouvir. Ele passou várias horas contando-me histórias de sua vida. Muitas eram apavorantes, pois ele trabalhava para o poderoso FSB e levava uma vida muito difícil. Certas histórias não me agradavam nem um pouquinho: histórias de atrocidades do exército russo na Chechênia, falando de chechenos queimados ou enterrados vivos, com descrições detalhadas de torturas. 

Ele sabia que, mais cedo ou mais tarde, seria punido por sua "traição" naquela entrevista coletiva, e que nem mesmo o rico e influente Boris Berezovsky poderia ajudá-lo. E estava certo. Em 1999, Alexander foi detido e encarcerado por um "crime" fictício que teria cometido anos antes, segundo a alegação do governo. Acabou inocentado e libertado. Mas passou muitos meses na prisão. 

Quando ele foi libertado em 2000, eu já havia deixado a Rússia e o Sr. Putin já se tornara presidente. Eu não gostei do que Putin estava fazendo na Rússia já a partir do início do seu mandato, quando dissolveu a câmara alta do Parlamento, restabeleceu o antigo hino soviético e promoveu a altos cargos governamentais seus antigos amigos e colegas do FSB. Lembro-me sempre de uma de minhas primeiras conversas com Alexander, no escritório de Boris Berezovsky em Moscou. Alexander disse que, se Putin chegasse ao poder, promoveria expurgos. Muita gente seria morta ou detida. "Sinto que é o que ele vai fazer. Também vai nos matar a todos. Podem acreditar em mim. Eu sei o que estou dizendo." Isto ocorreu provavelmente em janeiro de 2000 (Putin, que estava no cargo, interinamente, desde dezembro, seria eleito presidente em maio). Como Alexander podia saber que seria detido? Como percebeu tão cedo as intenções de Putin, quando outros ainda o consideravam um moderno líder democrático? 

No início de 2000, eu estava envolvido em meu novo estudo, investigando as explosões ocorridas em setembro de 1999 em prédios residenciais de toda a Rússia, que haviam causado a morte de mais de 300 pessoas. Foi o maior atentado terrorista jamais cometido na Rússia.

Cheguei à conclusão de que esses atentados haviam sido promovidos pelo serviço especial russo, mas atribuídos aos chechenos para justificar o início da segunda guerra na Chechênia (que efetivamente começou pouco depois dos atentados, em 23 de setembro de 1999). Mas havia muitas coisas que eu não sabia nem entendia. Eu precisava de Alexander. Decidi então pegar um avião para Moscou para encontrá-lo e pedir sua ajuda. Conversamos a noite inteira. Ele me disse que algo muito semelhante às explosões de 1999 ocorrera em Moscou em 1996, antes das eleições presidenciais anteriores. "Descubra tudo o que puder sobre Max Lazovsky. Ele era agente do FSB e foi incumbido da campanha terrorista de 1996. Se conseguir descobrir como Lazovsky atuava, como foi montada sua organização, poderá entender tudo. Mas tome cuidado, Yuri. Se alguém descobrir que você está investigando Lazovsky, você será morto, pois logo entenderão que você está interessado em 1999, e não em 1996. Mas a chave de tudo é Lazovsky e seu sistema."

Deixei Moscou na manhã seguinte, levando comigo anotações que se transformaram no esqueleto de nosso livro A explosão da Rússia: Uma conspiração para restabelecer o terror do KGB. Foi minha última viagem à Rússia. Naquela mesma noite em Moscou, também falamos da fuga de Alexander. Ele havia sido libertado da prisão, mas era vigiado pelo FSB 24 horas por dia. Durante o dia, era seguido por dois carros, com três pessoas em cada um. À noite, havia sempre um carro de plantão. Pude vê-lo com meus próprios olhos quando o visitei, Ele não tinha futuro na Rússia, e sua próxima detenção era apenas uma questão de tempo. Ele não era homem de ficar esperando uma nova detenção, Decidiu fugir da Rússia e conseguiu atravessar a fronteira. Sua mulher, Marina, e seu filho, Anatoly, tinham passaportes estrangeiros e saíram da Rússia legalmente, para passar as férias na Espanha. A essa altura, Litvinenko já chegara à Turquia, o único país no qual podia entrar sem necessidade de visto. Lá, esperou pela família, que chegou no dia seguinte. Uma semana depois, os três desembarcaram no aeroporto londrino de Heathrow, pedindo asilo político. Chegara ao fim a grande fuga. Era o dia 1' de novembro de 2000. 

Escrevemos a primeira versão do nosso livro no ano seguinte. Vários capítulos de "A explosão da Rússia" foram publicados numa edição especial do jornal russo Novaya Gazeta, e o livro também serviu de base para o documentário "O Assassinato da Rússia". Para nossa grande decepção, tanto o filme quanto o livro foram proibidos na Rússia. Com o confisco de uma partida

e 5.000 exemplares de 'A explosão da Rússia" entre a Letônia e Moscou, a primeira edição foi enterrada. Os russos que pudessem ou desejassem encontravam o texto na internet, mas a versão impressa permaneceu inacessível.  

Desde então, foram mortas várias pessoas que nos ajudaram com o livro ou no contrabando para Moscou de fitas do documentário proibido. Vladimir Golovlyov e Serguei Yushenkov, membros do parlamento russo (a Duma), nos ajudavam a transportar as fitas proibidas para Moscou e a organizar exibições públicas do filme. Ambos foram mortos a tiros. Golovlyov foi abatido em 21 de agosto de 2002, e Yushenkov, em 17 de abril de 2003. Yuri Schekochikhin, também membro do parlamento russo e vice-editor-chefe do Novaya Jazera, onde trabalhava Anna Politkovskaya, assassinada recentemente, foi envenenado. Ficou em estado de coma por algum tempo e morreu em 3 de julho de 2003. Eu o conhecera em Zagreb, na Croácia, em junho de 2001, e lhe havia entregado um manuscrito de "A explosão da Rússia", para publicação em seu jornal.  

Apesar desses assassinatos, demos prosseguimento ao nosso trabalho e coletamos mais material para o livro. Fizemos o máximo que pudemos. Tentamos permanecer vivos e em segurança — Alexander na Grã-Bretanha e eu nos Estados Unidos. Mas não conseguimos. Perdi o meu colega, seis anos depois de seu desembarque em Londres. No dia 1° de novembro de 2006, ele foi envenenado, e este prefácio é assinado apenas por mim.


Yuri Felátinsky 12 de dezembro de 2006




A ÁRVORE GENEALÓGICA DO Serviço Federal de Segurança da Federação Russa (FSB FR) dispensa comentários. Desde os primeiros anos do poder soviético, os organismos de punição criados pelo Partido Comunista mostraram-se implacáveis e impiedosos. Desde o início, os atos dos indivíduos que trabalhavam nesses departamentos passavam ao largo dos valores e princípios da humanidade comum. A partir da revolução de 1917, a polícia política da Rússia soviética (mais tarde a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, URSS) funcionou como um mecanismo inexorável de aniquilamento de milhões de pessoas; na verdade, essas estruturas jamais tiveram outras funções, pois o governo nunca lhes atribuiu qualquer outra atividade prática ou política, nem mesmo em seus períodos mais liberais. Nenhum outro país civilizado jamais teve algo comparável com as agências de segurança de Estado da URSS. Exceto no caso da Gestapo na Alemanha nazista, nunca houve uma outra polícia política que dispusesse de suas próprias divisões operacionais e investigativas ou seus centros de detenção, como por exemplo a prisão do FSB em Lefortovo.  

Os acontecimentos de agosto de 1991 — quando uma onda de indignação popular derrubou o sistema comunista — demonstraram claramente que a liberalização das estruturas políticas da Rússia inevitavelmente levaria ao enfraquecimento e talvez até à proibição do KGB (Comitê de Segurança do Estado). O pânico entre os dirigentes das agências coercitivas do Estado neste período traduziu-se em numerosos e não raro incompreensíveis casos de desmantelamento de antigas agências de serviços especiais e criação de novas. No dia 6 de maio de 1991, era criado o Comitê de Segurança de Estado da República da Rússia, tendo V. V. Ivanenko na presidência, paralelamente ao KGB de toda a federação, nos termos do protocolo assinado pelo presidente russo, Boris Yeltsin, e o presidente do KGB da URSS, V. A. Kriuchkov. No dia 26 de novembro, o KGB da Rússia foi transformado em Agência de Segurança Federal (AFB). Uma semana depois, em 3 de dezembro, o presidente URSS, Mikhail Gorbachev, assinava um decreto "Da Reorganização das Agências de Segurança do Estado". Com base nesta lei, seria criado um novo Serviço Interdepartamental de Segurança (MSB) da URSS, a partir da estrutura do KGB, que era abolido.  

Simultaneamente, o velho KGB, como uma hidra de múltiplas cabeças, dividia-se em quatro novas estruturas. O Primeiro Departamento (central), que cuidava da inteligência externa, foi reconstituído separadamente no Serviço de Inteligência Central, mais tarde batizado de Serviço de Inteligência Externa (SVR). O Oitavo e o Décimo Sexto Departamentos (encarregados das comunicações governamentais, codificações e reconhecimento eletrônico) foram transformados no Comitê de Comunicações Governamentais (a futura Agência Federal de Informação e Comunicações Governamentais) . serviço da guarda de fronteira transformou-se no Serviço Federal de Fronteiras (FPS). O antigo Nono Departamento do KGB transformou-se em Departamento da Guarda Pessoal do Gabinete do Presidente da RSFSR.* O antigo Décimo Quinto Departamento passou a ser o Serviço de Segurança Governamental e Guarda Pessoal da RSFSR (República Socialista Federativa Soviética da Rússia, nome oficial da Rússia na era soviética). Estas duas últimas estruturas seriam posteriormente transformadas no Serviço de Segurança do Presidente (SBP) e no Serviço Federal de Guarda Pessoal (FSO). Um outro serviço especial supersecreto também foi separado do antigo Décimo Quinto Departamento do KGB: o Departamento Presidencial Central de Programas Especiais (Gusp). 

No dia 21 de janeiro de 1992, Yeltsin assinou um decreto autorizando a criação de um Ministério da Segurança (MB), a partir das estruturas da AFB e do MSB. Ao mesmo tempo, era constituído um Ministério da Segurança e    do Interior, que, no entanto, logo seria dissolvido. Em dezembro de 1993, o MB era, por sua vez, rebatizado de Serviço Federal de Contra-inteligência (FSK), e em 3 de abril de 1995, Yeltsin assinou o decreto "Da Formação de um Serviço Federal de Segurança na Federação Russa", pelo qual o FSK era transformado no FSB.  Esta longa seqüência de atos de reestruturação e mudanças de nomes destinava-se a proteger a estrutura organizacional das agências de segurança do Estado, ainda que de forma descentralizada, frente aos ataques dos democratas, juntamente com a estrutura para preservar o pessoal, os arquivos e os agentes secretos.

Um importante papel no empenho de salvar o KGB da destruição foi desempenhado por Ievgueni Savostianov (em Moscou) e Serguei Stepashin (em Leningrado), ambos com fama de democratas, que foram nomeados para reformar e controlar o KGB. Na verdade, contudo, os dois foram primeiro infiltrados no movimento democrático pelas agências de segurança do Estado e só mais tarde foram designados para cargos de direção nos novos serviços secretos, para impedir a destruição do KGB pelos democratas.  

Embora, com o passar dos anos, muitos funcionários que trabalhavam em tempo integral ou como prestadores de serviço no KGB-MB-FSK-FSB tenham se transferido para o mundo dos negócios ou da política, Savostianov e Stepashin conseguiram preservar a estrutura global. Além disso, o KGB estivera anteriormente sob o controle político do Partido Comunista, que de certa maneira funcionava como um freio às atividades das agências especiais, pois nenhuma operação importante era possível sem a autorização do Politburo. Depois de 1991, o MB-FSK-FSB começou a operar na Rússia de forma absolutamente independente e sem controles, à parte o controle exercido pelo FSB sobre seus próprios agentes. Sua disseminada estrutura predatória já não era mais contida nos limites da ideologia ou da lei. 

Depois do período de confusão resultante dos acontecimentos de agosto de 1991 e da equivocada expectativa de que os agentes do antigo KGB cairiam no mesmo ostracismo que o Partido Comunista, os serviços secretos deram-se conta de que a nova era, livre da ideologia comunista e do controle do partido, oferecia certas vantagens. O antigo KGB pôde lançar mão de seus amplos recursos de pessoal (tanto oficiais quanto extra-oficiais) para posicionar seus agentes em praticamente todas as esferas de atividade no vasto território do Estado russo. 

Antigos elementos de destaque no KGB começaram a aparecer nos mais altos escalões do poder, não raro sem ser notados pelos não iniciados: os primeiros eram agentes secretos, mas logo viriam também antigos funcionários ou funcionários ainda em serviço. Na linha de apoio a Yeltsin, desde o início dos acontecimentos de agosto de 1991, estava Alexander Vasilievich Korjakov, ex-guarda-costas de Yuri Andropov, presidente do KGB e secretário-geral do Partido Comunista. O coronel aposentado do GRU Bogomazov chefiava o serviço secreto do Grupo Mikom, e o vice-presidente do Grupo Financeiro e Industrial era N. Nikolaev, que passara vinte anos no KGB e chegara a trabalhar sob as ordens de Korjakov.

Filipe Denisovich Bobkov, general de quatro estrelas e primeiro vice-presidente do KGB da URSS, que na era soviética fora por muito tempo o chefe da chamada "quinta linha" do KGB (investigação política), foi empregado pelo magnata Vladimir Gusinsky. A "quinta linha" contabilizava entre seus maiores êxitos a expulsão do país de Alexander Isaevich Soljenitsyn e Vladimir Konstantinovich Bukovsky, assim como a detenção, durante muitos anos, daqueles que pensavam e diziam o que consideravam certo e não o que o partido ordenava que pensassem e dissessem. Anatoly Sobchak, prefeito de Leningrado (São Petersburgo) e destacado líder do movimento reformista na Rússia, era apoiado por outro homem do KGB, Vladimir Putin. Nas palavras do próprio Sobchak, isto significava que "o KGB controla São Petersburgo". 

A maneira como todo este esquema foi montado veio a ser detalhadamente descrita pelo diretor do Instituto Italiano de Política e Economia Internacional, Marco Giaconi, que ensina em Zurique. "As tentativas do KGB de assumir o controle das atividades financeiras de várias empresas seguem sempre o mesmo padrão. A primeira etapa tem início quando gângsteres tentam vender proteção ou usurpar direitos. Em seguida, agentes especiais dirigem-se a essas empresas para oferecer ajuda na solução de seus problemas. A partir desse momento, a empresa perde a independência para sempre. Inicialmente, uma empresa que cai na armadilha do KGB encontra dificuldades para conseguir crédito, podendo inclusive sofrer graves reveses financeiros. Posteriormente, pode receber concessões comerciar em setores como alumínio, zinco, alimentos, celulose e madeira, recebendo um forte estímulo para seu próprio desenvolvimento. É nesse estágio que vem a ser infiltrada por antigos agentes do KGB, tornando-se também uma nova fonte de renda para a organização." 

O período entre 1991 e 1996 demonstrou, contudo, que as empresas russas, apesar de violentamente saqueadas pelos serviços de segurança do Estado (que agiam abertamente, mas também através do crime organizado, sob o controle global dos serviços secretos), conseguiram em breve período transformar-se numa força política independente que de forma alguma estava permanentemente sob o controle do FSB. Depois que em 1993 Yeltsin conseguiu acabar com o parlamento pró-comunista, que tentava brecar as reformas liberais na Rússia, os dirigentes do antigo KGB, agora no comando do MB e do FSK de Yeltsin, decidiram desestabilizar e comprometer seu regime e suas reformas exacerbando deliberadamente a situação de criminalidade na Rússia e fomentando conflitos nacionais, sobretudo no norte do Cáucaso, o elo mais frágil do Estado multinacional russo.

 Simultaneamente, era lançada nos meios de comunicação uma vigorosa campanha no sentido de que o empobrecimento da população e o aumento das atividades criminosas e nacionalistas resultavam da democratização política, e a única maneira de evitar esses excessos estaria na rejeição, pela Rússia, das reformas democráticas e dos modelos ocidentais, passando o país a seguir seu próprio caminho de desenvolvimento, baseado na ordem pública e na prosperidade geral. O que essa propaganda realmente promovia era uma ditadura semelhante ao modelo nazista. Dentre todos os ditadores, grandes e pequenos, esclarecidos e sanguinários, foi escolhido como modelo o mais apresentável e menos óbvio, o general chileno Augusto Pinochet. Por algum motivo se acreditava que se surgisse uma ditadura na Rússia, não seria pior que a do Chile de Pinochet. A experiência histórica demonstra, contudo, que a Rússia sempre escolhe a pior alternativa possível. Até 1996, os serviços de segurança do Estado lutavam contra os reformistas democráticos, pois consideravam que a pior

ameaça era configurada numa ideologia democrática, que exigia a imediata aplicação de radicais reformas econômicas e políticas pró-ocidentais baseadas nos princípios da economia de mercado, assim como a integração política e econômica da Rússia à comunidade dos países civilizados. Após a vitória de Yeltsin na eleição presidencial de 1996, quando o mundo dos negócios da Rússia mostrou pela primeira vez sua força política ao rejeitar o cancelamento das eleições democráticas e o estabelecimento de um estado de emergência (exigências feitas pela facção pró-ditadura, por homens como A.  Korjakov, o chefe do FSO, M. I. Barsukov, e outros da mesma laia) e, soretudo, obteve a vitória de seu próprio candidato, os serviços de segurança o Estado passaram a ter como alvo principal de sua ofensiva a elite russa de negócios. A vitória de Yeltsin nas urnas em 1996 foi seguida pelo surgimento, primeira vista inexplicável, de campanhas de propaganda para denegrir a reputação dos principais empresários russos. Na vanguarda dessas campanhas estavam alguns rostos bem conhecidos das agências de segurança. 

A língua russa incorporou uma nova palavra, "oligarca", embora fosse evidente que nem mesmo o mais rico indivíduo do país podia ser considerado um oligarca no sentido literal, pois carecia do componente básico da oligarquia: poder. Tal como anteriormente, o verdadeiro poder continuava nas mãos dos serviços secretos. 

Gradualmente, com a ajuda de jornalistas que também eram agentes do FSB e do SBP e de todo um exército de escribas inescrupulosos sedentos de sensacionalismo, os poucos "oligarcas" do mundo dos negócios da Rússia passaram a ser chamados de ladrões, escroques e até assassinos. Enquanto isso, os criminosos realmente perigosos, assenhoreando-se de um verdadeiro poder oligárquico e embolsando bilhões em dinheiro jamais registrado em contabilidade regular, estavam aboletados em suas mesas de diretores nas agências coercitivas do Estado russo: o FSB, o SBP, o FSO, o SVR, o Departamento Central de Inteligência (GRU), a Promotoria Geral, o Ministério da Defesa (MO), o Ministério do Interior (MVD), a alfândega, a polícia fiscal, assim por diante. 

Estes eram os verdadeiros oligarcas, os cardeais cinzentos e os gerentes as sombras no mundo dos negócios russos e na vida política do país. Detinham o verdadeiro poder, ilimitado e sem controles. Protegidos pelo fato de pertencerem aos serviços de segurança, eram verdadeiramente intocáveis. Abusavam rotineiramente das prerrogativas de seus cargos, levando propinas, roubando, acumulando capital e envolvendo seus subordinados em atividades criminosas.

Este livro tenta mostrar que os problemas mais fundamentais da Rússia moderna não decorrem das reformas radicais do período liberal dos mandatos de Yeltsin como presidente, mas sim da resistência declarada ou clandestina oposta a essas reformas pelos serviços secretos russos. Foram eles que desencadearam a primeira e a segunda guerras na Chechênia, para desviar a Rússia do rumo da democracia, em direção à ditadura, ao militarismo e ao chauvinismo. Foram eles que organizaram uma série de atentados terroristas em Moscou e outras cidades russas, como parte de suas operações destinadas a criar as condições para essas duas guerras. 

As explosões de setembro de 1999, e especialmente o atentado terrorista frustrado em Ryazan no dia 23 de setembro, constituem o tema central deste livro. Essas explosões constituem a mais clara pista para acompanhar as táticas e a ESTRATÉGIA DAS AGÉNCIAS RUSSAS DE SEGURANÇA DE ESTADO, CUJO OBJETIVO FINAL É O PODER ABSOLUTO.

Este livro trata da tragédia que se abateu sobre todos nós, trata de oportunidades e vidas perdidas. Destina-se àqueles que, reconhecendo o que aconteceu, não têm medo de influir no futuro. 

Depois da publicação de trechos do livro no Novaya Gazeta e do lançamento da edição americana em Nova York, fomos insistentemente questionados sobre nossas fontes. Gostaríamos de assegurar aos leitores que o livro não contém fatos inventados nem afirmaçõe sem fundamento. Concluímos, no entanto, que, em vista da atual situação na Rússia — estando ativos na liderança do país muitos funcionários governamentais que suspeitamos terem estado envolvidos na organização, execução e aprovação das atrocidades terroristas de setembro de 1999 —, seria prematuro dar a público os nomes de nossas fontes. Ao mesmo tempo, declaramos que essas fontes seriam imediatamente reveladas a qualquer comissão russa ou internacional constituída para investigar as atrocidades terroristas de setembro de 1999. Nossa posição mantém-se inalterada: todos os documentos utilizados na redação deste livro serão fornecidos àqueles que se empenharem de forma imparcial em descobrir o que aconteceu.
Extraído do livro abaixo:

sábado, 28 de setembro de 2013

PT E O CRIME JUSTIFICADO - REINALDO AZEVEDO



Publicado em 27/09/2013

Assassinato, genocídio, traição, roubo, sequestro, tortura, corromper, mentir: a filosofia terrorista autoriza tudo e qualquer coisa em nome de uma TEORIA que nunca deu nem dará certo simplesmente porque meios corruptos corrompem o resultado.
Mas quem disse que o objetivo real é concretizar aquela utopia de pseudo justiça social?

PT, DITADURA, DIREITO COMUNISTA DE MATAR, FRAUDE PRÓ-ABORTO, ETC - REINALDO AZEVEDO
http://youtu.be/ikvSPSTl-tY

"Frase semelhante é dita, na verdade, por Aliocha Karamazov, o santinho religioso de Os Irmãos Karamazov, a Ivan, o intelectual ateu e verdadeiro cérebro do parricídio praticado por Smerdiakov (o quarto é Dimitri). Confrontando o ateísmo do irmão, diz Aliocha: "Mas, se Deus não existe, então não há crime e não há pecado; tudo é permitido". Ele o dizia em tom de censura. O curioso é que o diabo, do Capítulo IX do Livro VI, aparece dizendo a mesma coisa a Ivan, aí com claro sentido de aprovação.
4 -- É curioso um marxista leninista (suponho) citando Dostoiévski, ainda que torto. Seja em Irmãos Karamazov, seja em Crime e Castigo (com o indecente Raskolnikov), Dostoiévski censura os que ultrapassam os limites em nome de uma idéia. Aqueles que acham que tudo é permitido.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/no-dia-em-que-os-emirados-saderes-expropriaram-dostoievski/

A LIBERDADE É PARA TODOS - NATAN SHARANSKY (dissidente soviético)





Texto de Natan Sharansky

Dou respostas para três tipos de ceticismo. Primeiro, defendo que a liberdade é para todos. Hoje dizem que a liberdade política não serve para os árabes, ontem eram os russos que não eram afeitos à democracia, os japoneses, os latino-americanos. Para mim isso não passa de racismo. Meu princípio é o de que qualquer povo, se puder escolher, preferirá a liberdade ao medo.

Segundo: a minha segurança depende do nível de liberdade do meu vizinho. Como eu escrevo no livro, é preferível uma democracia que o odeie a uma ditadura que o ame. O motivo é simples: democracias precisam de paz para se desenvolver, ditaduras precisam de guerra para se manter. Cedo ou tarde, ditadores precisam de um inimigo externo para se legitimar. Já democracias, por mais hostis, têm a guerra como última opção, já que dependem do apoio de seu povo.


Terceiro: o mundo livre pode desempenhar um papel fundamental na propagação da democracia, mesmo sem disparar nem um tiro sequer. Isso porque ditaduras são muito fracas internamente, pois despendem muita energia para controlar sua própria gente. Portanto, o mundo livre deveria parar de apaziguá-las.


Em seu livro, o sr. insiste no termo "clareza moral" para definir o que deve dar o tom na democratização do mundo. Bush tem isso?

Sharansky -
Clareza moral é entender que, com todas as grandes diferenças entre democracias, a diferença mais importante é entre as sociedades livres e as sociedades do medo. Nas democracias também há injustiças, mas elas podem ser corrigidas porque há instrumentos para isso. Sua pergunta é se os EUA têm padrões democráticos altos o suficiente para pregar sobre democracia. É claro que podemos falar de Watergate, de Guantánamo, mas é importante ver o desfecho que esses casos tiveram. Watergate levou ao impeachment de um presidente e [os maus-tratos em] Abu Ghraib levaram a punições. Nas ditaduras, as violações nem chegam ao conhecimento do público.


 Artigo completo em:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2003200503.htm


 

Mais:


Liberdade e ordem 

http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3602-liberdade-e-ordem.html

 *

Natan Sharansky  é autor do livro NÃO TEMEREI O MAL onde relata sua luta para sobreviver moral e fisicamente ao Gulag soviético, que, aliás, ainda devo postar um trecho, pois é muito esclarecedor. Natan Sharansky descobriu por experiência concreta e diária dentro do sistema prisional soviético, que tinha que se ater à verdade dentro de si, caso contrário seria engolido por ele e não lhe restaria recursos para resistir. Acho que esse relato é mais uma contribuição ao que alguns autores afirmam: o comunismo não sobrevive à verdade, à honestidade, á transparencia. Ele só subsiste graças à propaganda, à manipulação, mentira sistemática, acobertamentos, desinformação, programação da mente, controle pelo terror, etc.

Lembranças da União Soviética
http://rabinovicimoises.com/2014/11/14/lembrancas-da-uniao-sovietica-2/

A FALSIDADE GERA VULGARIDADE

 

 Sunga, decoro, Mann e Musil

(...)
A exemplo de São Paulo, o meu predileto da Bíblia, na Primeira Epístola aos Coríntios, “tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” (I Cor 6,12). Volto, dia desses, a falar de literatura e das coisas que realmente me comovem. O poeta latino Horácio está entre os meus prediletos: porque tinha, ao escrever, uma moderação, um recato, uma economia, que são admiráveis. Coisas que, infelizmente, não tenho. Sei que sou barroco às vezes; outras vezes, borrascoso mesmo. Espero que o tempo me confira serenidade, amanse a minha fúria. Nem que seja já ali, bem perto do fim. A esperança, a minha, há de morrer comigo.

Numa entrevista que fiz com Contardo Calligaris — e não estou dizendo, com isso, que ele endossaria este texto —, ele me contou uma passagem admirável. Ele, Contardo, um jovem comunista, indagou severamente seu pai: “Como o senhor pode ser um militante antifascista e não ser comunista?” O pai lhe respondeu: “Sabe o que é? Eu era contra os fascistas porque eu os achava tão vulgares!” Assim que for tecnicamente possível, publicarei aqui essa entrevista.

A resposta é encantadora. Trata-se de uma aposta na civilização. A sunga de Lula, ainda que ele fosse o nosso Péricles, é vulgar. Nenhuma outra palavra a define. Neste estrito sentido, sem que ela seja causa de nada, torna-se um emblema de uma falta mais geral de decoro, de harmonia, de proporção. Na novela Tonio Kröger, o grande Thomas Mann escreve: “A beleza engendra o pudor” — cito de memória, mas deve ser isso. Em nome de uma suposta reparação social, tornada magnífica pelos “intelectuais do regime”, o país está ficando a cada dia mais vulgar, feio, despudorado. Ladrões descarados evocam em sua defesa uma espécie de amor à causa; querem que sejamos cúmplices morais de sua concupiscência.

Um contemporâneo de Mann, Robert Musil, o meu predileto, vocês sabem, define uma nova era:
 “Algo imponderável. Um presságio. Uma ilusão. Como quando um ímã larga a limalha, e esta se mistura toda outra vez. Como quando fios de novelos se desmancham. Quando um cortejo se dispersa. Quando uma orquestra começa a desafinar. (…) Idéias que antes possuíam um magro valor engordavam. Pessoas antigamente ignoradas tornavam-se famosas. O grosseiro se suaviza. (…) havia apenas um pouco de ruindade demais misturada ao que era bom, engano demais na verdade, flexibilidade demais nos significados (…)” Está em O Homem Sem Qualidades.
Por Reinaldo Azevedo

artigo completo em:

 
 
Sobre Valores – Maynard Marques de Santa Rosa

"Quando um país se encontra à deriva, a vítima principal é a confiança, um ingrediente vital. Sem ela, grassa a insegurança e falta crédito na economia. Sem crédito, não há investimento. E sem investimento, não há progresso, nem emprego.

"O revisionismo cultural produzido pela opinião ideológica é antinatural e corrosivo. A Dra. Marie Louise von Franz concluiu, na década de 1950, que: “O sucesso da propaganda provoca uma repressão das reações inconscientes. E a repressão da massa leva à dissociação neurótica e à enfermidade mental, já que está em oposição aos nossos instintos
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

NOVA ORDEM MUNDIAL POR TRÁS DE PROTESTOS, ONGS E MOVIMENTOS POLITICAMENTE CORRETOS

PROTESTOS APOIADOS PELA NOVA ORDEM MUNDIAL - 1 - BB's, Anon's, CMI, Soros, Ford, GM - Libertarin

http://youtu.be/5kcUDN9mTcQ


http://youtu.be/QJ1Z3CkfoYs



Maconha e Nova Ordem Mundial - Libertar.in
http://youtu.be/aRNsbHfUMCs


NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ POR TRÁS DE MOVIMENTOS SOCIAIS - OLAVO DE CARVALHO
http://youtu.be/ytl40ZlclU0





CENSURA DA MÍDIA (E DA INTERNET) = DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA - LIGAÇÕES PERIGOSAS
http://youtu.be/snCxTr4GHIQ




2 DE AGOSTO - A CENSURA COMUNISTA DA MÍDIA - DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA
http://youtu.be/9gYnW7fsL80
do canal
http://www.youtube.com/user/foraforo

Sistemas totalitários só funcionam com restrição e controle da informação; sistemas democráticos, ao contrário, necessitam de toda a informação, ou pelo menos das principais, para se posicionar diante do quadro geral e fazer suas escolhas. Então, a verdade, que beneficia a democracia, mata os totalitarismos. Mas a mentira, usada e sistematizada pelas esquerdas, pode sufocar as democracias.No entanto, a verdade e a busca da verdade continuam como armas eternamente acessíveis para nós.

PROJETO DE LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA
Entidade responsável:
FNDC - FÓRUM NACIONAL PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
pessoa responsável: Pedro Luiz S. Osório (plsosorio) on Twitter
Pedro Luiz S. Osório. @plsosorio. Presidente da Fundação Cultural Piratini - Rádio e Televisão e professor da Unisinos. Porto Alegre/RS/BR · tve.com.br. (TV ESTATAL )

A Fundação Cultural Piratini, gestora das emissoras públicas TVE e FM Cultura

UNISINOS é JESUÍTA, jesuítas foram e são um dos grandes responsáveis pela invasão socialista/comunista na Amédica Latina. Eles tém uma rede de universidades espalhadas pelo mundo.

Iniciativa da sociedade civil organizada, de ONGs apoiadas pelo Estado, por entidades internacionais, como a Fundação Ford, Fundação Friedrich Ebert, Ashoka, pela CUT, INTERVOZES, CFP, ANDI Brasil, Banco Itau, Alana, etc (fndc.org.br/forum/entidades-associadas)
Notícias - www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&­cont_key=309550‎
21/11/2008 - O estudo, chamado Projeto Juventude Digital e patrocinado pela Fundação MacArthur, é parte de um programa de US$ 50 milhões sobre ...

Presentes na reunião de 22 de Agosto 2013:
Erundina, Chico Alencar, Valter Pomar (do Foro de São Paulo) , Randolfe Rodrigues, Fora de Eixo, Mídia Ninja, MST, Jandira Feghali (PCDOB) , comunistas/socialistas financiados pole grande capital, como sempre foi ao longo da História ( http://youtu.be/ytl40ZlclU0 ). Dilma se escandalizou com a espionagem de Obama, mas ela quer fazer o mesmo com os brasileiros. "Um dos fundadores do PSOL, o italiano Achille Lollo também matou pela causa, e matou crianças". A lei da "Midia Democrática" deverá ser atualizada a cada 4 anos. Tudo isso á parte da agenda para dissolver a soberania brasileira (fronteiras, cultura e língua). Valter Pomar disse que havia 500 mil assinaturas a favor este projeto. Alguém que vc conheça assinou? Alguém que vc conheça soube desta consulta? PLIP (PROPOSTA LEGISLATIVA DE INICIATIVA POPULAR)

(continua)

COMUNISMO SE CURA COM VERDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2...

SNOWDEN - ESPIONAGEM DOS EUA POR OUTRO ÂNGULO
http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#918439805

Maconha e Nova Ordem Mundial - Libertar.in (+playlist)



Publicado em 26/09/2013

Este será o último vídeo deste canal...
Devido às limitações impostas pelo Youtube, resultantes de perseguições, estamos com um novo canal:
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A cada dia, ficam cada vez mais claras as intenções dos globalistas capimunistas.
Agora George Soros está financiando até a liberação da maconha e outras drogas.

Uma reportagem da agência internacional de notícias EFE, publicada no site venezuelano 25Segundos, enfoca um detalhe importante do convescote cucaracha-bolivariano montando em New York durante a assembléia da ONU, que reuniu os tiranetes comunistas latino-americanos.

A grande imprensa que inclui obviamente as agências internacionais de notícia, deu expressivo destaque aos eventos paralelos dos quais os tiranetes do Foro de São Paulo participaram. A notícia mais destacada foi o encontro do presidente do Uruguai, Pepe Mujica teve com duas personalidades: David Rockefeller e George Soros. E o assunto foi a liberação dos entorpecentes.


E, para quem afirma que a tal "nova ordem mundial" e o "Clube Bilderberg" são apenas teorias conspiratórias dos malucos da internet, a matéria da agência EFE revela o contrário, quando destaca Rockfeller como um dos fundadores do Grupo Bilderberg, o "clube" das pessoas mais influentes do mundo, ressalta. O Clube Bilderberg, como o Foro de São Paulo, foram transformados pela grande mídia num tabu. Nenhum jornalista - com raras exceções - se refere a essas organizações.


Tanto Rockefeller como Soros estão empenhados numa campanha internacional para a liberação dos entorpecentes. Todavia, ninguém se arrisque a acender um cigarro de tabaco perto desses dois ícones do Clube Bilderberg que será não só censurado como expulso do ambiente.


Mujica recebeu o maior apoio de ambos. Soros, que é o presidente da Open Society Foundation, ofereceu toda a ajuda possível para que o processo de liberação dos entorpecentes inciado no Uruguai possa avançar com maior facilidade.


Rockfeller, Soros e Mujica compartilham a mesma idéia: a política geral atual com respeito ao narcotráfico não está dando resultado. Pelo raciocínio do tupamaro e dos dois bilderbergs, deduz-se que, se a repressão ao crime em geral não tem evitado os crimes, basta então que se libere todos os criminosos. Acabam-se as prisões e os julgamentos e todos seguirão felizes as suas vidas. Trata-se, como se evidencia, de um troço bestial.

Mas não deixa de ser interessante todos esses detalhes que aproximam dois bilionários americanos com governos esquerdistas latino-americanos. Pelo menos estão unidos em torno da maconha. Ambos são ricos e poderosos e deles jamais se ouviu qualquer censura aos regimes tirânicos de viés cubano que infestam a América Latina. Muito pelo contrário.
(Aluízio Amorim)

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GINÁSTICA MODIFICA OS GENES DA TENDENCIA A ENGORDAR E OUTROS



Publicado em 27/09/2013

Estudos de epigenética apontam que alguns genes são transformados pelo modo de vida. Fazer ginástica não só ajuda a emagrecer como modifica genes responsáveis pela tendência a acumular gordurinhas a mais.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

FBI revela vídeo de atacante de Washington que acreditava estar "controlado por ondas eletrom...








El Culto Oculto en las Mascaradas de los Rothschild - Infowars |







O PODER DE CONHECER - OLAVO DE CARVALHO

O poder de conhecer
Olavo de Carvalho
O Globo, 4 de agosto de 2001
 
“Experimentai de tudo, e ficai com o que é bom”, aconselha o apóstolo. Experiência, tentativa e erro, constante reflexão e revisão do itinerário — tais são os únicos meios pelos quais um homem pode, com a graça de Deus, adquirir conhecimento. Isso não se faz do dia para a noite. “Veritas filia temporis”, dizia Sto.Tomás: a verdade é filha do tempo. Não me venham com fulgurações místicas e intuições súbitas. “Que las hay, las hay”, mas mesmo elas requerem preparação, esforço, humildade, tempo. Até Cristo, no cume da agonia, lançou ao ar uma pergunta sem resposta. Por que nós, que só somos filhos de Deus por delegação, teríamos o direito congênito a respostas imediatas?
O aprendizado é impossível sem o direito de errar e sem uma longa tolerância para com o estado de dúvida. Mais ainda: não é possível o sujeito orientar-se no meio de uma controvérsia sem conceder a ambos os lados uma credibilidade inicial sem reservas, sem medo, sem a mínima prevenção interior, por mais oculta que seja. Só assim a verdade acabará aparecendo por si mesma. O verdadeiro homem de ciência aposta sempre em todos os cavalos, e aplaude incondicionalmente o vencedor, qualquer que seja. A isenção não é desinteresse, distanciamento frio: é paixão pela verdade desconhecida, é amor à idéia mesma da verdade, sem pressupor qual seja o conteúdo dela em cada caso particular.

Não há nada mais estúpido do que a convicção geral da nossa classe letrada de que não existe imparcialidade, de que todas as idéias são preconcebidas, de que tudo no mundo é subjetivismo e ideologia. Aqueles que proclamam essas coisas provam apenas sua total inexperiência da investigação, científica ou filosófica. Não dando valor à sua própria inteligência — porque jamais a testaram — apressam-se em prostituí-la à primeira crença que os impressione, e daí deduzem, com demencial soberba, que todo mundo faz o mesmo. Não sabem que uma aposta total no poder do conhecimento bloqueia, por antecipação, todas as apostas parciais em verdades preconcebidas. Se o que está em jogo para mim, no momento da investigação, não é a tese “x” ou “y”, mas o valor da minha própria capacidade cognitiva, pouco se me dá que vença “x” ou vença “y”: só o que importa é que eu mesmo, enquanto portador do espírito, saia vencedor. Nenhuma crença prévia, por mais sublime que seja o seu conteúdo, vale esse momento em que a inteligência se reconhece no inteligível. Quem não viveu isso não sabe como a felicidade humana é mais intensa, mais luminosa e mais duradoura que todas as alegrias animais.

Infelizmente, a classe intelectual está repleta de indivíduos que não conhecem, da inteligência, senão o seu aparato de meios — a lógica, a memória, os sentimentos, cada qual prezando mais um ou outro desses instrumentos, conforme suas inclinações pessoais — mas não têm a menor idéia do que seja a inteligência enquanto tal, a inteligência enquanto poder de conhecer o real. É impressionante como o poder mesmo que define a atividade dessas pessoas — o intelecto — pode ser desprezado, ignorado, reprimido e por fim totalmente esquecido na prática diária de seus afazeres nominalmente intelectuais. O culto da razão ou dos sentimentos, das sensações ou do instinto, da fé cega ou do “pensamento crítico”, não é senão o resíduo supersticioso que sobra no fundo da alma obscurecida quando se perde o sentido da unidade da inteligência por trás de todas essas operações parciais. A inteligência, com efeito, não é uma função, uma faculdade em particular: é a expressão da pessoa inteira enquanto sujeito do ato de conhecer. A inteligência não é um instrumento, um aspecto, um órgão do ser humano: ela é o ser humano mesmo, considerado no pleno exercício daquilo que nele há de mais essencialmente humano.

Perguntaram-me uma vez, num debate, como eu definia a honestidade intelectual. Sem pestanejar, respondi: é você não fingir que sabe aquilo que não sabe, nem que não sabe aquilo que sabe perfeitamente bem. Se sei, sei que sei. Se não sei, sei que não sei. Isto é tudo. Saber que sabe é saber; saber que não sabe é também saber. A inteligência não é, no fundo, senão o comprometimento da pessoa inteira no exercício do conhecer, mediante uma livre decisão da responsabilidade moral. Daí que ela seja também a base da integridade pessoal, quer no sentido ético, quer no sentido psicológico. Todas as neuroses, todas as psicoses, todas as mutilações da psique humana se resumem, no fundo, a uma recusa de saber. São uma revolta contra a inteligência. Revoltas contra a inteligência — psicoses, portanto, à sua maneira — são também as ideologias e filosofias que negam ou limitam artificiosamente o poder do conhecimento humano, subordinando-o à autoridade, ao condicionamento social, ao beneplácito do consenso acadêmico, aos fins políticos de um partido, ou, pior ainda, subjugando a inteligência enquanto tal a uma de suas operações ou aspectos, seja a razão, seja o sentimento, seja o interesse prático ou qualquer outra coisa.

É claro que, para cada domínio especial do conhecimento e da vida, uma faculdade em particular se destaca, ainda que sem se desligar das outras: o raciocínio lógico nas ciências, a imaginação na arte, o sentimento e a memória no conhecimento de si, a fé e a vontade na busca de Deus. Mas, sem a inteligência, que é cada uma dessas funções, ou a justaposição mecânica de todas elas, senão uma forma requintada de fetichismo? Que é uma imaginação que não intelige o que concebe, um sentimento que não se enxerga a si mesmo, uma razão que raciocina sem compreender, uma fé que aposta às cegas, sem a visão clara dos motivos de crer? São cacos de humanidade, jogados num porão escuro onde cegos tateiam em busca de vestígios de si mesmos. Toda “cultura” que se construa em cima disso não será jamais senão um monumento à miséria humana, um macabro sacrifício diante dos ídolos.

Só o inteligir, assumido como estatuto ontológico e dever máximo da pessoa humana, pode fundamentar a cultura e a vida social. Por isso não há perdão para aqueles que, vivendo das profissões da inteligência, a rebaixam e a humilham. Cada vez que um desses indivíduos grita, seja na língua que for, seja sob o pretexto que for, “Abajo la inteligencia!”, é sempre o coro dos demônios que ecoa, do fundo do abismo: “Viva la muerte!”

 http://www.olavodecarvalho.org/semana/pconhecer.htm

Olavo de Carvalho é filósofo e autor do livro
"O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA"

terça-feira, 24 de setembro de 2013

AS LIGAÇÕES PERIGOSAS DOS MOVIMENTOS E PROTESTOS [1] BB's, Anon's, CMI, Soros, Ford, GM - Libertar.in



Publicado em 23/09/2013

PARTE 1

O que todos eles têm em comum?

Desemaranhando este novelo manipulador montado pelos globalistas capimunistas...

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AS LIGAÇÕES PERIGOSAS DOS MOVIMENTOS E PROTESTOS [2] BB's, Anon's, CMI, Soros, Ford, GM - Libertar.in



Publicado em 23/09/2013

PARTE 2

O que todos eles têm em comum?

Desemaranhando este novelo manipulador montado pelos globalistas capimunistas...

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A Arte da Guerra (dublado)



http://youtu.be/8k_X6y0wX2Y

RÚSSIA - Pussy Riot em greve de fome contra condições inumanas de detenção vai para Sibéria



Publicado em 24/09/2013

As Pussy Riot voltam a revoltar-se, desta vez com uma greve de fome para protestar contra as...

euronews, a rede de notícias internacionais de maior audiência na Europa.
Inscreva-se e receba a sua dose diária de notícias internacionais selecionadas e analisadas para si:http://eurone.ws/10U1VGu
A euronews está também disponível em 13 outras línguas: http://eurone.ws/Z37vX4

http://pt.euronews.com/2013/09/23/pus...
As Pussy Riot voltam a revoltar-se, desta vez com uma greve de fome para protestar contra as condições inumanas de detenção num campo de trabalho.

Uma das cantoras do grupo russo, Nadeyhda Tolokonnikova iniciou esta segunda-feira uma greve de fome no campo de correção da Mordovia, onde cumpre uma pena de dois anos de prisão por "vandalismo".

Tolokonnikova afirma, que só voltará a alimentar-se. "quando as autoridades penitenciárias pararem de tratar as mulheres prisioneiras como gado", denunciando o trabalho escravo e os horários intermináveis a que são submetidos os presidiários.

Numa carta enviada a vários meios de comunicação social, a cantora relata o seu dia a dia num ateliê de costura, dentro da prisão, com horários de 17 horas consecutivos e com apenas quatro horas de descanso.

O marido explica que, "antes de chegar a este ponto, a Nadia tentou mudar a situação a nível interno, no interior da prisão. Mas percebeu que era impossível e em troca dos seus esforços só recebeu uma ameaça de morte por parte da direção da prisão".

Duas cantoras do grupo permanecem detidas depois de terem sido condenadas por terem invadido a catedral de Moscovo, num "protesto performance" contra a união sagrada entre Vladimir Putin e a igreja ortodoxa russa.

*

Onde esconderam Nadezhda Tolokonnikova?
http://youtu.be/fqL4h51sHbc

*

Pussy Riot que fez greve de fome será transferida para prisão na Sibéria

Declaração foi confirmada pelo marido de Nadezhda Tolokonnikova.
Integrante do grupo fez greve de fome pelas condições de detenção.
           

Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda Pussy Riot (Foto: Reuters/ Sergei Karpukhin)
Nadezhda Tolokonnikova, integrante da banda
Pussy Riot (Foto: Reuters/ Sergei Karpukhin)

 
Nadezhda Tolokonnikova, integrante do grupo "punk" russo Pussy Riot que cumpre pena de dois anos de prisão, será transferida para uma penitenciária na Sibéria, afirmou nesta terça-feira (5) seu marido, Piotr Verzilov.
"Hoje recebemos a informação que há 90% de chance de Nadezhda ser transferida para a prisão IK-50, que fica em Nizhni Ingash, na região de Krasnoyarsk", a 4.400 quilômetros de Moscou. O defensor público russo, Vladimir Lukin, já tinha informado que Tolokonnikova estava em transferência para uma nova prisão.

Já a porta-voz dos serviços penitenciários de Krasnoyarsk, Ekaterina Brotsman, garantiu para a agência "Interfax" que a integrante do Pussy Riot não está em nenhuma das duas colônias para mulheres da Sibéria.
Segundo ela atualmente só existem duas penitenciárias com regime comum para mulheres em Krasnoyark, IK-50 e IK-22, e que nas duas funcionam oficinas de costura, como a que há na prisão da república da Mordóvia onde cumpriu sua pena até agora.
Em 21 de outubro Nadezhda foi informada que seria transferida a outro penal, após ter feito greve de fome em protesto pelas condições de vida da prisão. De acordo com a legislação russa, o novo local de reclusão de qualquer presa deve ser comunicado pelo menos a um de seus familiares no momento de sua chegada à nova prisão.
Tolokonnikova, de 23 anos e mãe de uma criança de 5, tinha denunciado em carta aberta os abusos, maus tratos e torturas a que são submetidas as detentas na prisão da Mordóvia onde estava reclusa.
As três integrantes do Pussy Riot, Tolokonnikova, Maria Aliojina e Yekaterina Samutsévich, esta última em liberdade condicional desde outubro do ano passado - foram condenadas a dois anos de prisão por "vandalismo motivado por ódio religioso", após encenar em fevereiro de 2012 uma prece "punk" no principal templo ortodoxo russo, em Moscou.
As Pussy Riot mantêm na Justiça a alegação de inocência e insistem que sua ação na catedral de Cristo Salvador de Moscou tinha fins políticos e não estava dirigida contra os fiéis ortodoxos.

*

Dez pessoas são detidas após manifestação em Moscou - Manifestantes exigiam a libertação das duas jovens do grupo Pussy Riot. Cerca de 50 pessoas fizeram ato diante do edifício do Serviço de Prisões.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/detencoes-em-moscou-durante-ato-de-apoio-as-pussy-riot.html

*
Duas mulheres encapuzadas são presas em catedral russa

Elas queriam lembrar o aniversário da oração punk do grupo Pussy Riot.
Professoras universitárias só serão liberadas após interrogatório.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/02/duas-mulheres-encapuzadas-sao-presas-em-catedral-russa.html
 
*

Tribunal russo julga recurso da banda punk Pussy Riot

Integrantes da banda acompanham julgamento em uma gaiola de vidro.
Elas foram condenadas a dois anos de prisão por protesto contra Putin.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/tribunal-russo-julga-recurso-da-banda-punk-pussy-riot.html
 
*
http://pt.euronews.com/2013/12/11/a-a...
As duas ativistas da banda Pussy Riot podem vir a ser libertadas graças a uma amnistia. A proposta do presidente russo, Vladimir Putin, já foi enviada para o Parlamento. A amnistia que visa assinalar 20.º aniversário da Constituição da Rússia, esta quinta-feira, promete beneficiar outros ativistas acusados ou detidos por hooliganismo

*
 
A FARSA DA EX-URSS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/FARSA%20DA%20EX-URSS

*
LÍDER DO GREENPEACE CONDENADO A PRISÃO PREVENTIVA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/russia-lider-da-greenpeace-condenado.html
 
*

Última integrante do Pussy Riot presa é libertada
http://musica.uol.com.br/noticias/afp/2013/12/23/ultima-integrante-do-pussy-riot-presa-e-libertada.htm

A segunda integrante do grupo russo Pussy Riot que ainda estava presa, Nadezhda Tolokonnikova, foi libertada nesta segunda-feira (23), indicou seu marido pelo Twitter.

"Nadya está livre", escreveu, enquanto sua esposa caminhava para fora da prisão na cidade siberiana de Krasnoyarsk depois de ser anistiada pelo Kremlin, assim como sua companheira
Maria Alyokhina, que havia sido libertada pouco antes, também nesta segunda-feira.

Maria Alyokhina estava presa há quase dois anos e foi libertada em virtude da anistia geral que entrou em vigor na Rússia na semana passada, informou seu advogado.

"Maria Alyokhina está em liberdade. Todos os documentos foram formalizados e assinados", disse à agência oficial russa RIA Novosti Piotr Zaikin, defensor da Pussy Riot.

Ele acrescentou que esta manhã, em presença sua, sua defendida lhe comunicou que estava em liberdade.

"Masha (diminutivo de Maria) saiu do presídio pela manhã. Agora vai de carro com o advogado Piotr Zaikin para a estação para viajar de trem para Moscou", disse à agência "Interfax" Piotr Verzilov, marido de Nadezhda Tolokonnikova, que no momento da saída de Maria ainda estava presa.


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Prisão de garotas do Pussy Riot gera protestos em vários países40 fotos

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Pessoas usam máscaras em frente à embaixada russa em Berlim (17/8/12) Leia mais Thomas Peter/Reuters

Aliojina cumpria sua pena em um presídio da região de Nizhni Novgorod, a cerca de 400 quilômetros a leste de Moscou.

Anistia de Putin é operação de comunicação

A lei de anistia que permitiu sua libertação é uma "operação de comunicação" do presidente russo Vladimir Putin, denunciou a cantora do grupo Pussy Riot Maria Alyokhina, depois de ser libertada do campo de detenção onde cumpria uma pena de dois anos de prisão.

"Não creio que esta anistia seja um gesto de humanismo, mas uma operação de comunicação", declarou Alyokhina, de 25 anos, ao canal de televisão Dojd.

"Se tivesse tido a possibilidade, o teria rejeitado", acrescentou Alyokhina, que denunciou uma lei que permite a libertação de poucos presos, nem mesmo 10%.

"O mais difícil na prisão é ver como destroem a gente', comentou Alyokhina, ao se referir as suas condições de detenção.

Alyokhina, mãe de um menino, foi condenada a dois anos de prisão em 2012 por vandalismo e incitação ao ódio religioso, junto com Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich.

As três Pussy Riot haviam cantado uma oração punk contra Putin na catedral de Cristo Salvador de Moscou em fevereiro de 2012.

Alyokhina e Tolokonnikova foram anistiadas na semana passada por uma lei votada pela Duma, câmara baixa do Parlamento russo.

Samutsevich havia sido libertada em 2012, poucos meses depois de ser condenada. A justiça considerou que Samutsevich havia sido interceptada pelos guardas da catedral e, por isso, não participou da ação.

*Com informações da agência EFE.