CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

O FIM DA VERDADE - HAYEK, MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL



O CAMINHO DA SERVIDÃO Friedrich August von Hayek
Livro em PDF:

A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE - MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL

 

http://youtu.be/tbdKwNSS7gE


 Lénin, «A mentira é sagrada e o engano será a nossa principal arma.»

Segue um capítulo do livro

O CAMINHO DA SERVIDÃO

O FIM DA VERDADE  

É significativo que em todos os
países a estatização do pensamento
tenha sempre caminhado pari passu
com a estatização da indústria.

E. H. Carr

O modo mais eficaz de fazer com que todos sirvam ao sistema único de objetivos visado pelo plano social é fazer com que todos acreditem nesses objetivos. Para que um sistema totalitário funcione com eficiência, não basta que todos sejam obrigados a trabalhar para os mesmos fins: é essencial que o povo passe a considerálos seus fins pessoais. Embora seja necessário escolher as idéias e impô-las ao povo, elas devem converter-se nas idéias do povo, num credo aceito por todos que leve os indivíduos, tanto quanto possível, a agir espontaneamente do modo desejado pelo planejador. Se o sentimento de opressão nos países totalitários é, em geral, bem menos agudo do que muitos imaginam nos países liberais, é porque os governos totalitários conseguem em grande parte fazer o povo pensar como eles querem. Isto, evidentemente, é realizado pelas várias formas de propaganda.  

Sua técnica já se tornou tão conhecida que não é necessário estender-nos muito a respeito. O único ponto a salientar é que nem a propaganda em si nem as técnicas empregadas são peculiares ao totalitarismo; o que altera de forma tão abrangente sua natureza e efeitos num Estado totalitário é o fato de que a propaganda visa a um único alvo: todos os instrumentos de propaganda são coordenados de modo a conduzir os indivíduos na mesma direção e a produzir a característica Gleichschaltung (N. do R. Literalmente, "padronização") de todas as mentes. Como resultado, o efeito da propaganda nos países totalitários difere, não só na magnitude mas também na espécie, do efeito alcançado pela propaganda de agências independentes e competitivas que visam a finalidades diversas. Quando todas as fontes de informação corrente se acham sob um controle efetivo único, já não se tem apenas uma situação em que se tenta persuadir o povo disto ou daquilo. O hábil disseminador de propaganda terá então o poder de manipular as mentes da forma que lhe aprouver, e mesmo as pessoas mais sagazes e independentes não poderão evitar de todo essa influência, se permanecerem por muito tempo isoladas das demais fontes de informação.  

Embora, num Estado totalitário, a posição ocupada pela propaganda confira a este instrumento um poder incomparável sobre as mentes, os efeitos morais peculiares que ela produz não decorrem da técnica mas do objetivo e da amplitude da propaganda totalitária. Se esta se limitasse a doutrinar o povo no sistema completo de valores para o qual é dirigido o esforço social, representaria apenas uma manifestação específica das características da moral coletivista que já analisamos. Caso seu objetivo fosse unicamente ensinar ao povo um código moral definido e abrangente, o problema se restringiria a determinar se esse código é bom ou mau. Já vimos quão pouco nos atrai o código moral de uma sociedade totalitária, e que a tentativa de estabelecer a igualdade por meio de uma economia dirigida só pode produzir uma desigualdade oficialmente imposta - a determinação autoritária do status de cada indivíduo na nova ordem hierárquica. 

 Vimos também que a maioria dos elementos humanitários da nossa moral - o respeito pela vida humana, pelos fracos e pelo indivíduo em geral - tenderão a desaparecer. Por mais repulsivo que isso pareça à maioria das pessoas, e embora implique uma mudança de padrões morais, não é, necessariamente, de todo antimoral.  Certos aspectos de tal sistema podem mesmo atrair os mais rígidos moralistas de índole conservadora por lhes parecerem preferíveis aos padrões mais brandos da sociedade liberal. 

As conseqüências morais da propaganda totalitária que passaremos a considerar são, no entanto, de uma natureza ainda mais profunda. Elas destroem todas as regras morais, porque minam um dos fundamentos de toda a ética: o senso da verdade e o respeito a ela. Pela própria natureza da sua função, a propaganda totalitária não se pode limitar a valores, a questões de opinião e de convicção moral em que o indivíduo sempre se conforma mais ou menos ás idéias que imperam em sua comunidade; ela tem de estender-se a questões de fato, em que a inteligência humana está envolvida de modo diferente. Isso acontece, em primeiro lugar, porque, para levar as pessoas a aceitar os valores oficiais, a autoridade tem de justificá-los, ou de mostrar que eles se relacionam com os valores já aceitos pelo povo, os quais habitualmente encerram asserções sobre elos causais entre meios e fins; em segundo lugar, porque a distinção entre fins e meios, entre a meta visada e as medidas adotadas para alcançá-la, na realidade nunca é tão clara e precisa como o faz supor uma discussão superficial de tais problemas. Assim sendo, é necessário fazer com que as pessoas concordem não apenas com as finalidades últimas mas também com as idéias sobre os fatos e as possibilidades em que se baseiam as medidas específicas.  

Já vimos que o consenso em torno desse código moral completo, desse sistema exaustivo de valores que se acha implícito num plano econômico, não existe numa sociedade livre: seria preciso criá-lo. Mas não devemos supor que, ao abordar a sua tarefa, o planejador teria consciência dessa necessidade ou que, mesmo dela consciente, lhe fosse possível criar de antemão um código tão vasto. Ele só descobrirá

os conflitos entre as diferentes necessidades à medida que for avançando, e terá de tomar suas decisões à proporção que a isso o obrigarem as circunstâncias. Não existe um código de valores in abstracto a orientar suas decisões antes que estas tenham de ser tomadas; esse código terá de ser criado com base nas decisões concretas. Já vimos também como essa impossibilidade de separar das decisões concretas a questão geral dos valores impede que um órgão democrático, não estando em condições de decidir os detalhes técnicos de um plano, consiga determinar os valores que o orientam. 

E, embora caiba à autoridade planejadora decidir constantemente sobre questões de mérito em que não existem regras morais definidas, ela se verá obrigada a justificar tais decisões perante o povo -ou, pelo menos, a levar de algum modo o povo a acreditar serem essas as decisões justas. Mesmo que os responsáveis por uma decisão se tenham guiado por simples preconceito, terão de apresentá-la ao público como sendo baseada em algum princípio orientador, para que a comunidade não se limite a submeter-se de modo passivo mas apóie ativamente a medida. A necessidade de encontrar um pretexto para justificar as preferências e antipatias que, à falta de outra coisa, muitas vezes orientam as decisões do planejador, e a necessidade de ampla aprovação possível - tudo isso o obrigará a inventar teorias, isto é, explicações que estabeleçam relação entre os fatos, os quais então passam a integrar a doutrina dominante.  

Esse processo de criação de "mitos" para justificar os atos do líder totalitário nem sempre é consciente. Pode acontecer que o líder sinta apenas um desagrado instintivo para com a situação que encontrou e o desejo de criar uma nova ordem hierárquica, mais apropriada à sua concepção de mérito. Talvez ele saiba apenas que tem aversão aos judeus, os quais pareciam tão bem sucedidos numa ordem social onde não havia lugar satisfatório para ele, e que tem simpatia e admiração pelo homem alto e louro, pela figura "aristocrática" dos romances de sua juventude. Desse modo, estará pronto a adotar teorias que parecem fornecer uma justificação racional aos preconceitos que compartilha com muitos de seus companheiros. E assim uma teoria pseudocíentífíca é incorporada à ideologia oficial que, em maior ou menor grau, dirige as ações de todos. Ou então, o generalizado descontentamento com a civilização industrial e o anseio romântico da vida campestre,  aliados à idéia (provavelmente errônea) do valor peculiar dos camponeses como soldados, fornecem a base de outro mito: Blut und Boden ("Sangue e solo"), o qual não só expressa valores supremos mas uma multiplicidade de crenças a respeito de relações de causa e efeito, crenças que, convertidas nos ideais que orientam a atividade de toda a comunidade, não devem mais ser contestadas. 

A necessidade de semelhantes doutrinas oficiais, como instrumento para dirigir e congregar os esforços do povo, foi claramente prevista pelos diferentes teóricos do sistema totalitário. As "nobres mentiras" de Platão e os "mitos" de Sorel atendem ao mesmo objetivo da doutrina racial dos nazistas ou da teoria do Estado corporativo  de Mussolini. Todos eles baseiam-se necessariamente em pontos de vista pessoais sobre fatos, elaborados e transformados depois em teorias científicas, de modo a justificar uma opinião preconcebida.  

O meio mais eficaz de fazer com que as pessoas aceitem os valores aos quais terão de servir é persuadi-las de que tais valores são na realidade os mesmos que elas, ou pelo menos as mais esclarecidas entre elas, sempre defenderam, mas que antes não eram devidamente compreendidos ou apreciados. Leva-se o povo a abandonar os velhos deuses pelos novos, sob pretexto de que estes são de fato como por instinto supunham que fossem, embora até o momento só o percebessem de maneira vaga. E a técnica mais eficiente para a consecução desse fim é continuar a usar as velhas palavras, alterando-lhes, porém, o sentido. Poucos aspectos dos regimes totalitários despertam tanta confusão no observador superficial e são, ao mesmo tempo, tão característicos do clima intelectual desses sistemas, como a completa perversão da linguagem, a mudança de sentido das palavras que expressam os ideais dos novos regimes. Nesse contexto, a palavra mais deturpada é, evidentemente, "liberdade", um termo tão usado nos Estados totalitários como em qualquer outro lugar. Pode-se mesmo dizer que, sempre que a liberdade que conhecemos foi aniquilada, isso se fez em nome de uma nova liberdade prometida ao povo. Tal constatação deve ajudar-nos a nos precaver contra as promessas de Novas liberdades em troca das antigas. 

Mesmo entre nós existem "planejadores da liberdade" que prometem uma "liberdade coletiva" cuja natureza é possível inferir do fato de os seus defensores acharem necessário assegurar-nos de que, "naturalmente, o advento da liberdade planejada não significa que todas [sic] as formas mais antigas de liberdade devam ser abolidas". 

Pelo menos, o Dr. Karl Mannheim, de cuja obra extraímos estas citações, nos previne de que "uma concepção de liberdade moldada segundo a época precedente é um obstáculo à verdadeira compreensão do problema". O sentido que ele empresta à palavra "liberdade" é, porém, tão enganoso como o que lhe dão os políticos totalitários. Como a liberdade a que estes se referem, a "liberdade coletiva" que o Dr. Mannheim nos oferece não é a dos membros da comunidade; é a liberdade ilimitada do planejador de manipular a sociedade da forma que lhe apraz. (3) Significa, de fato, a confusão entre liberdade e poder, levada ao extremo.  

Nesse caso particular, a deturpação do sentido da palavra foi, naturalmente, favorecida por uma longa série de filósofos alemães e, o que não é menos importante, por muitos teóricos do socialismo.  

Entretanto, "liberdade" não é em absoluto a única palavra cujo sentido se inverteu a fim de torná-la instrumento da propaganda totalitária. Já vimos que o mesmo sucede com "justiça" e "lei", "direito" e "igualdade". A lista poderia ser ampliada até incluir quase todos os termos morais e políticos em uso.  

Para os que não vivenciaram esse processo, é difícil imaginar a extensão de tal mudança do sentido das palavras, a confusão que ela causa e as barreiras que cria a qualquer debate racional. Se, por exemplo, de dois irmãos, um abraça a nova fé, depois de algum tempo ele parecerá falar uma língua diferente, que torna impossível qualquer comunicação entre ambos. E a confusão agrava-se ainda mais porque essa alteração do sentido das palavras que definem ideais políticos não é um fato isolado mas um processo contínuo, uma técnica empregada consciente ou inconscientemente com o fim de dirigir o povo. Pouco a pouco, à medida que o processo se desenrola, toda a linguagem é por assim dizer esvaziada, e as palavras são despojadas de qualquer significado preciso, podendo designar tanto uma coisa como o seu oposto e sendo usadas apenas por causa das conotações emocionais que ainda lhes estão vinculadas.  

Não é difícil impedir a maioria de pensar de forma independente. Mas é preciso silenciar também a minoria que se mantém inclinada à crítica. Já vimos por que motivo a coação não se pode limitar à imposição do código moral em que se baseia o plano diretor de toda atividade social. Uma vez que muitas partes desse código nunca serão enunciadas explicitamente e muitos pontos da escala de valores constarão do plano apenas de forma implícita, o plano em si em todos os detalhes, e mesmo todos os atos do governo, devem tornar-se sacrossantos e acima de crítica. Para que o povo apóie sem hesitações o esforço comum, deve ser persuadido de que não só o fim visado mas também os meios escolhidos são os mais justos. A ideologia oficial, cuja aceitação deve ser forçosamente obtida, incluirá, pois, todas as opiniões sobre fatos em que se baseia o plano. A crítica e mesmo as expressões de dúvida têm de ser suprimidas porque tendem a enfraquecer o apoio geral. Como dizem os Webb acerca da situação de todo empreendimento na Rússia: "Enquanto a obra está (152) sendo executada, qualquer expressão pública de dúvida ou mesmo de receio quanto ao êxito do plano é um ato de deslealdade e até de traição por seus possíveis efeitos sobre a vontade e os esforços dos demais membros do quadro de funcionários".  Quando a dúvida ou o receio não dizem respeito ao êxito de determinada realização, mas ao plano social em seu todo, com mais razão ainda deverão ser tratados como sabotagem.

Assim, os fatos e as teorias tornam-se objeto de uma doutrina oficial, na mesma medida em que as opiniões sobre valores. Todo o arsenal educativo - as escolas e a imprensa, o rádio e o cinema será empregado exclusivamente para disseminar as idéias, verdadeiras ou falsas, que fortaleçam a crença na justeza das decisões tomadas pela autoridade; e toda informação que possa causar dúvidas ou hesitações será suprimida. O provável efeito sobre a lealdade do povo ao sistema torna-se o único critério para resolver se determinada informação deve ser publicada ou não. A situação num Estado totalitário é, permanentemente, e em todos os campos, a mesma de qualquer outro país, com relação a determinados assuntos, em tempo de guerra.

Tudo que possa despertar dúvidas sobre a competência do governo, ou criar descontentamento, será ocultado ao público. Os fatos que possam servir de base para comparações desfavoráveis com as condições de vida em outros países, o conhecimento de possíveis alternativas para a política já adotada, informações que possam sugerir que o governo não esteja cumprindo as suas promessas ou aproveitando as oportunidades para melhorar as condições gerais - tudo isso será omitido. Não há, pois, campo algum em que não se pratique o controle sistemático das informações e em que a uniformidade de pontos de vista não seja imposta.  

Isso se aplica inclusive às esferas aparentemente alheias a qualquer interesse político, e em particular a todas as ciências, mesmo as mais abstratas. É fácil perceber que, nas disciplinas que tratam diretamente dos assuntos humanos e, portanto, afetam de maneira imediata as idéias políticas, tais como a história, o direito e a economia, a busca imparcial da verdade não pode ser permitida num sistema totalitário, e a justificação das idéias oficiais constitui o objetivo único, fato aliás amplamente confirmado pela experiência. Com efeito, tais disciplinas têm-se tornado em todos os países totalitários as mais fecundas fábricas dos mitos oficiais que os governantes empregam para dirigir o pensamento e a vontade dos seus súditos. Não é de surpreender que, nessas esferas, a própria simulação da busca da verdade seja abandonada e que as autoridades decidam quais as doutrinas a serem ensinadas e publicadas. 
O controle totalitário da opinião também se estende, entretanto, a assuntos que a princípio não parecem ter importância política. Às vezes é difícil explicar por que certas doutrinas são oficialmente proscritas e outras encorajadas, e é curioso que essas aversões e preferências se assemelhem nos diferentes sistemas totalitários.  Em particular, todos eles parecem nutrir em comum uma intensa antipatia pelas formas mais abstratas de pensamento - atitude também manifestada por muitos de nossos cientistas adeptos do coletivismo. Não existe muita diferença entre a teoria da relatividade ser descrita como "um ataque semítico aos fundamentos da física cristã e nórdica" ou combatida porque "se opõe ao materialismo dialético e ao dogma marxista".  
Tampouco há diferença entre atacar certos teoremas da estatística matemática porque "fazem parte da luta de classes na fronteira ideológica e são um produto do papel histórico da matemática como serva da burguesia", e condenar o assunto porque "não apresenta garantias de servir aos interesses do povo". Ao que tudo indica, a própria matemática pura não está isenta de ataques, e o fato de se possuir determinados pontos de vista sobre a natureza da continuidade pode ser atribuído a "preconceitos burgueses". Segundo os Webb, a Revista de Ciências Naturais Marxistas-Leninistas tem os seguintes slogans: "Nós defendemos a matemática do partido. Nós defendemos a pureza da teoria marxista-leninista na cirurgia". A situação parece muito semelhante na Alemanha. A Revista da Sociedade Nacional-Socialista de Matemáticos está repleta de expressões como "matemática do partido" e um dos mais conhecidos físicos alemães, Lennard, detentor do prêmio Nobel, deu à obra a que dedicou toda a sua existência o título de Física alemã em quatro volumes 

É bastante característico do espírito do totalitarismo condenar toda atividade humana exercida por prazer, sem propósitos ulteriores. A ciência pela ciência, a arte pela arte, são igualmente abomináveis aos nazistas, aos nossos intelectuais socialistas e aos comunistas. Toda atividade deve ser justificada por um objetivo social consciente. Não deve haver atividade espontânea, não-dirigida, porque poderia levar a resultados imprevistos, não contemplados pelo plano -poderia propiciar o surgimento de algo novo que a filosofia do planejador nem sequer antecipou. Esse princípio estende-se inclusive a jogos e diversões. Deixo a cargo do leitor adivinhar se teria sido na Alemanha ou na Rússia que os jogadores de xadrez foram oficialmente exortados com as seguintes palavras: "Devemos acabar de uma vez por todas com a neutralidade do xadrez. Devemos condenar inapelavelmente a fórmula "o xadrez pelo xadrez", assim como condenamos a fórmula "a arte pela arte".
Por incríveis que possam parecer tais aberrações, não devemos considerá-las simples subprodutos acidentais que nada têm a ver com o caráter essencial de um sistema dirigido ou totalitário. Seria um erro. Elas são o resultado direto do desejo de fazer com que tudo seja dirigido por "uma concepção unitária do conjunto", da necessidade de defender a todo custo as idéias em nome das quais se exigem das pessoas sacrifícios constantes, da idéia geral de que os conhecimentos e as crenças do povo são instrumentos a serem usados para uma finalidade única. Quando a ciência tem de servir, não à verdade mas aos interesses de uma classe, de uma comunidade ou de um Estado, o fim único da argumentação e do debate é justificar e difundir ainda mais as idéias por meio dos quais é dirigida toda a vida da comunidade. Como explicou o Ministro da Justiça nazista, a pergunta que toda nova teoria científica deve fazer a si mesma é: "estarei servindo ao nacional-socialismo para maior benefício de todos?"  

A própria palavra "verdade" perde o seu antigo significado. Já não designa algo que deve ser descoberto, sendo a consciência individual o único juiz a decidir se, em cada caso, a prova (ou a autoridade daqueles que a proclamam) justifica a convicção. Torna-se algo a ser estabelecido pela autoridade, algo em que é preciso crer a bem da unidade do esforço organizado, e que talvez se faça necessário alterar de acordo com as exigências desse mesmo esforço. 

O clima intelectual gerado por essa situação, o espírito de completo ceticismo com respeito à verdade, a perda da própria noção do significado da palavra "verdade", o desaparecimento do espírito de pesquisa independente e da crença no poder da convicção racional, a maneira pela qual as diferenças de opinião em cada ramo de conhecimento se convertem em questões políticas a serem resolvidas pela autoridade, tudo isso só pode ser avaliado por quem o experimentou pessoalmente. Uma descrição sucinta não consegue transmitir o que seria viver nessa atmosfera. O fato mais alarmante, talvez, é que o desprezo pela liberdade intelectual não surge apenas depois que o sistema totalitário já se estabeleceu mas pode ser observado em toda parte, entre intelectuais que abraçaram uma doutrina coletivista e que são aclamados como líderes do pensamento, mesmo em países que ainda se encontram sob um regime liberal.

Desculpam-se as piores opressões, desde que praticadas em nome do socialismo, e a criação de um sistema totalitário é abertamente defendida por homens que se dizem porta-vozes dos cientistas dos países liberais; a própria intolerância é francamente enaltecida. Não vimos há pouco um cientista inglês defender a própria Inquisição, por achar que "é benéfica à ciência quando protege uma classe em ascensão"? É um ponto de vista que coincide com as convicções que levaram os nazistas a perseguir os homens de ciência, a queimar os livros científicos e a suprimir sistematicamente a classe intelectual dos países por eles dominados.

O desejo de impor ao povo uma ideologia considerada salutar para ele não é um fato novo ou peculiar à nossa época. Nova é a argumentação com a qual muitos de nossos intelectuais procuram justificar tais tentativas. Alega-se que na nossa sociedade não existe a verdadeira liberdade de pensamento, porque as opiniões e os gostos das massas são moldados pela propaganda, pela publicidade, pelo exemplo das classes superiores e por outros fatores ambientais que obrigam o pensamento a se conformar a padrões estabelecidos. Daí se conclui que, se os ideais e gostos da grande maioria são sempre plasmados por circunstâncias passíveis de controle, devemos usar intencionalmente esse poder para levar o povo a pensar da forma que nos parece conveniente. 

É verdade que a grande maioria das pessoas raras vezes é capaz de pensar com independência, aceitando em geral as idéias correntes e contentando-se com a ideologia em que nasceu ou para a qual foi levada. Em qualquer sociedade, a liberdade de pensamento só terá, talvez, significação imediata para uma pequena minoria. Mas isso não quer dizer que alguém possua qualificações ou deva ter o poder para escolher quem deverá gozar dessa liberdade. Por certo não justifica que um grupo qualquer se arrogue o direito de determinar o que se deve pensar ou crer.  

Constitui absoluta confusão de idéias sugerir que, como em qualquer sistema a maioria do povo é liderada por alguém, não faz diferença que todos sejam obrigados a seguir a mesma liderança. Menosprezar a liberdade intelectual porque ela nunca significará para todos a mesma possibilidade de pensamento independente implica não atentar para os motivos que conferem a essa liberdade o seu valor. O essencial, para que ela exerça a sua função de impulsionadora do progresso intelectual, não é que todos sejam capazes de pensar ou escrever, mas que toda causa ou idéia possa ser contestada. Enquanto o direito de dissensão não for suprimido, haverá sempre quem ponha em dúvida as idéias que norteiam seus contemporâneos e submeta novas idéias à prova da discussão e da propaganda.

Essa interação entre indivíduos dotados de conhecimentos e opiniões diferentes é o que constitui a vida do pensamento. O desenvolvimento da razão é um processo social baseado na existência de tais diferenças. É da própria essência desse processo não podermos prever seus resultados, não conhecermos as idéias que contribuirão para esse desenvolvimento e as que deixarão de fazê-lo. Em suma, não podemos dirigir tal desenvolvimento sem com isso limitá-lo. "Planejar" ou "organizar" a evolução da mente, ou mesmo o progresso em geral, é uma contradição. Supor que a mente humana deva controlar "conscientemente" o seu próprio desenvolvimento
confunde a razão individual (a única que pode "controlar conscientemente" alguma coisa) com o processo interpessoal a que se deve tal evolução. Ao tentar controlar esse processo, estaremos apenas impondo-lhe fronteiras, e mais cedo, mais tarde, provocaremos a estagnação do pensamento e o declínio da razão.  

O aspecto trágico do pensamento coletivista é que, ao tentar tornar a razão a instância suprema, acaba destruindo-a por interpretar de forma errônea o processo do qual depende o desenvolvimento dessa mesma razão. Pode-se dizer, com efeito, que o paradoxo das doutrinas coletivistas, e de sua exigência de controle e planejamento "consciente", reside no fato de que elas levam inevitavelmente à necessidade de que a mente de um indivíduo venha a exercer o domínio supremo - enquanto a atitude individualista em face dos fenômenos sociais é a única que nos permite reconhecer as forças supra-individuais que regem a evolução da razão. O individualismo é, assim, uma atitude de humildade diante desse processo social e de tolerância para com as opiniões alheias, sendo a negação perfeita da arrogância intelectual implícita na idéia de que o processo social deva ser submetido a um amplo dirigismo.

O CAMINHO DA SERVIDÃO
Hayek, Friedrich August von.
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_caminho_da_servid%C3%A3o


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ESTRATÉGIA DA ARTE MARCIAL PARA CORROMPER A SOCIEDADE - AGENTE DA KGB
http://youtu.be/hqwyiiBVYXw

QUANTO PIOR, MELHOR: DIALÉTICA DA PERVERSIDADE E REVOLUÇÃO CULTURAL - GRAMSCI E O POLITICAMENTE CORRETO COMO ARMA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/quanto-pior-melhor-dialetica-da.html



MANIPULAÇÃO DA MENTE - DEGRADAÇÃO E CONQUISTA MARCHAM JUNTAS - PSICOPOLÍTICA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/manipulacao-da-mente-degradacao-e.html



CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL - VIOLÊNCIA E CAOS SÃO PARTE DA AGENDA (ORVIL E YURI BEZMENOV)
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/conspiracao-contra-civilizacao.html

O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTOIEVSKY CONTA TUDO EM "OS DEMÔNIOS"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/dostoievsky-publicou-os-demonios-em.html
Dostoievsky publicou "OS DEMÔNIOS" em capítulos, num jornal para todos lerem, mais de 40 anos antes da revolução comunista tornar a Rússia num totalitarismo de esquerda. Mas, assim como Saint Germain, que tentou evitar a carnificina na França e não foi acreditado, parece que Dostoievsky não foi levado a sério. O que lembra muito nossa época... Muitos alertas já soaram, inutilmente. (Veja em AGENDAS) É estranho como a mente humana abusa da sua capacidade de focar em alguns pontos e ignorar outros, principalmente de ignorar o todo. 





quarta-feira, 22 de maio de 2013

QUANTO PIOR, MELHOR: DIALÉTICA DA PERVERSIDADE E REVOLUÇÃO CULTURAL - GRAMSCI E O POLITICAMENTE CORRETO COMO ARMA





DIALÉTICA DA PERVERSIDADE E REVOLUÇÃO CULTURAL http://www.youtube.com/watch?v=8-7mb1kyVI8





GRAMSCI E O POLITICAMENTE CORRETO (DEMOLINDO A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL) http://youtu.be/fS7lE2bD_Lg





A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE - MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL
  http://youtu.be/tbdKwNSS7gE

Lénin, «A mentira é sagrada e o engano será a nossa principal arma.» 




O POLITICAMENTE CORRETO É UM VIRUS
  http://youtu.be/_fzQSGRSM0g

 



TEOLOGIA DA LIBERTAÇAO, RELIGIÃO GLOBAL E NOVA ORDEM MUNDIAL http://youtu.be/GTJ_vFvSaOA




REVOLUÇÃO CULTURAL E MANIPULAÇÃO DAS MASSAS - 1 - NOVELAS DA GLOBO http://youtu.be/kIrtpvbhs-Y




REVOLUÇÃO CULTURAL E MANIPULAÇÃO DAS MASSAS- 2 - COMBUSTÍVEL DA INVEJA
http://youtu.be/libYT6lActU




DITADURA MILITAR COMBATEU GUERRILHA E AJUDOU MARXISMO CULTURAL http://youtu.be/s_Dv0Qa2sWM




ESCOLA DE FRANKFURT - DEMOLIÇÃO DA CIVILIZAÇÃO CRISTÃ - LEI DA PALMADA
http://youtu.be/Q_bFMDjvySQ





PADRE PAULO RICARDO MARXISMO CULTURAL

01 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: Visão Histórica
https://www.youtube.com/watch?v=FJi7C...

02 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: O Fascismo e o Marxismo Cultural
https://www.youtube.com/watch?v=zR46Y...

03 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: Reação à crise marxista
https://www.youtube.com/watch?v=fb9M8...

04 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: A infiltração do marxismo cultural
https://www.youtube.com/watch?v=m1siN...

05 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: Teologia da Libertação e sua influência
https://www.youtube.com/watch?v=jG81x...

06 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: Como lutar o bom combate
http://youtu.be/Ho4-cqxJ1kg




CONSPIRAÇÃO MUNDIAL SOCIALISTA - YURI BEZMENOV / TOMAS SCHUMAN
https://www.youtube.com/watch?v=vC8qi...

ESQUERDA E CORRUPÇÃO - OLAVO DE CARVALHO
https://www.youtube.com/watch?v=Zo9o8...

GOVERNAR PELO CAOS - O USO DOS DIREITOS CONTRA A DEMOCRACIA
https://www.youtube.com/watch?v=93U0k...

A VITÓRIA DE STALIN
http://obrasileouniverso.blogspot.com.br/2010/10/vitoria-de-stalin.html

O POLÍTICAMENTE CORRETO É AGORA A GRANDE ARMA DIRIGIDA DA ONU PARA O MUNDO OCIDENTAL.  OPRIMIR O CIDADÃO COM LEIS ABSURDAS E LIBERAR A CRIMINALIDADE: É A ESTRATÉGICA "PRESSÃO DE CIMA E PRESSÃO DE BAIXO"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/oprimir-o-cidadao-com-leis-absurdas-e.html

 POLÍTICAMENTE CORRETO COMO ARMA - DESCONSTRUINDO A MENTE - RACISMO E CENSURA MENTAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/o-politicamente-correto-como-arma.html

CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL - VIOLÊNCIA E CAOS SÃO PARTE DA AGENDA (ORVIL E YURI BEZMENOV)


http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/conspiracao-contra-civilizacao.html


AGENDA CORRUPTORA SOCIALISTA EM AÇÃO:

Pastora Suzane Richthofen é nomeada presidente da Comissão de Seguridade Social e Família
http://www.diariopernambucano.com.br/noticias/pastora-suzane-richthofen-e-nomeada-presidente-da-comissao-de-seguridade-social-e-familia/
Devido à intercessão do Deputado Marco Feliciano, Suzane (matou o pai e a mãe) foi compulsoriamente filiada ao PSC (Partido Social Cristão) e, de quebra, foi nomeada para a presidência da CSSF (Comissão de Seguridade Social e Família), mais uma entre as controversas Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados.

Estatuto Penitenciário Nacional. Projeto de Lei 2230/11
http://brasilamoreterno.blogspot.com.br/2013/03/dia-do-encarcerado-projeto-de-lei-sera.html



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O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTOIEVSKY CONTA TUDO EM "OS DEMÔNIOS"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/dostoievsky-publicou-os-demonios-em.html


TERRORISMO, CRISES ECONÔMICAS, REVOLUÇÕES, GUERRAS SÃO PROGRAMADOS NAS SOCIEDADES SECRETAS - KARL MARX , ADAM WEISHAUPT, ALBERT PIKE, GIUSEPPE MAZZINI E A REVOLUÇÃO ILLUMINATI DA NOVA ORDEM MUNDIAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/terrorismo-e-sociedades-secretas-karl.html

GOVERNO NEGOCIA COM O CRIME ORGANIZADO?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/governo-negocia-com-o-crime-organizado.html

GLOBALISTAS ILLUMINATI SÃO SOCIALISTAS FABIANOS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/globalistas-illuminati-sao-socialistas.html

SOCIEDADES SECRETAS, ILLUMINATI E REVOLUÇÕES NO MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/sociedades-secretas-illuminati-e.html

CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/conspiracao-contra-civilizacao-crista.html

AGENDAS GLOBALISTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/agendas-globalistas-serem-estudadas.html

CRISES, CRIMES E MENTIRAS SÃO FERRAMENTA DE TRABALHO (MARXISTA/ILLUMINATI, NOVA ORDEM MUNDIAL)
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/crimes-e-mentiras-sao-ferramenta-de.html

EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM MUNDIAL - MAQUIAVEL PEDAGOGO - PASCAL BERNARDIN
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/educacao-na-nova-ordem-mundial-e.html

MANIPULAÇÃO DOS DIREITOS DEMOCRÁTICOS PARA ATACAR A DEMOCRACIA POR DENTRO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/manipulacao-dos-direitos-democraticos.html

FORMAÇÃO DO IMBECIL COLETIVO PELA EDUCAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/formacao-do-imbecil-coletivo-pela.html


ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER
(HISTÓRIA DO TERRORISO NO BRASIL) 
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/orvil-tentativas-de-tomada-de-poder.html

MANIPULAÇÃO DA MENTE - DEGRADAÇÃO E CONQUISTA MARCHAM JUNTAS - PSICOPOLÍTICA

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/manipulacao-da-mente-degradacao-e.html
 
CURSOS
http://padrepauloricardo.org/cursos/revolucao-e-marxismo-cultural
http://padrepauloricardo.org/cursos/teodiceia-uma-resposta-ao-mal
 





segunda-feira, 20 de maio de 2013

VOCÊ PODE PERDER SEU IMÓVEL NA ARMADILHA DO PEC DAS DOMÉSTICASE E DO TRABALHO ESCRAVO

A


ARMADILHA DO PEC DAS DOMÉSTICAS E DO TRABALHO ESCRAVO - BOLSONARO http://www.youtube.com/watch?v=GfYXB6LMjPo




PEC DAS DOMÉSTICAS - FIM DA PROPRIEDADE PRIVADA
http://www.youtube.com/watch?v=vHAL_FvTTAM




PEC do Trabalho Escravo.mp4
http://www.youtube.com/watch?v=Ju3eRrqb3GA




Os presos e o PT Nova Lei proposta para os presos... O Brasil precisa ver isso!
http://www.youtube.com/watch?v=Nu3lr_3D8ME




ESTRATÉGIA DE CONTROLE SOCIAL: PRESSÃO DE CIMA E PRESSÃO DE BAIXO http://www.youtube.com/watch?v=sMfRBuUt0YE




OLAVO DE CARVALHO
 
(...) É A TRADICIONAL ESTRATÉGIA DA PRESSÃO DE CIMA E PRESSÃO DE BAIXO.   NOS ÚLTIMOS TEMPOS, O GOVERNO TEM LANÇADO UMA SÉRIE DE NOVAS LEGISLAÇÕES E REGULAMENTOS QUE OPRIMEM O CIDADÃO POR TUDO QUANTO É LADO.  REGULAMENTOS DESARMAMENTISTAS, TRABALHISTAS, ECOLÓGICOS, GAYZISTAS, AFRICANISTAS, CRIANCISTAS, ETC, E SE VC FOR VER DIREITINHO, CADA CIDADÃO BRASILEIRO ESTARÁ SEMPRE FORA DA LEI, PORQUE ALGUM DESSES REGULAMENTOS VAI PEGÁ-LO.  ENTÃO. SE TODOS OS CIDADÃOS SÃO COLOCADOS FORA DA LEI, ISSO AUTOMATICAMENTE PÕE O GOVERNANTE NA POSIÇÃO CONFORTÁVEL DE PODER DESTRUIR QUALQUER PESSOA OU GRUPO QUE  ELE DESEJE A QUALQUER MOMENTO. SÓ RESTA SELECIONAR QUAIS OS QUE LHE INTERESSA DESTRUIR E QUAIS OS QUE LHE INTERESSA MANTER.

AO MESMO TEMPO EM QUE EXISTE ESTA PRESSÃO DE CIMA, QUE VAI ACUMULANDO REGULAMENTOS CADA VEZ MAIS OPRESSIVOS SOBRE OS CIDADÃOS, O GOVERNO DÁ RÉDEAS SOLTAS AOS BANDIDOS. POR UM MOTIVO SIMPLES, ELE TEM ESSA PARCERIA POLÍTICA COM AS FARC (...) O QUE ACONTECE NA ÁREA DE SEGURANÇA NÃO É QUE O GOVERNO É OMISSO, NÃO, O GOVERNO ESTÁ AGINDO, ESTÁ AGINDO EM FAVOR DA BANDIDAGEM, PORQUE ISSO LHES INTERESSA, (...) MAS O FATO, A PROVA QUE NÃO ESTÃO RSTAURANDO A ORDEM COISA NENHUMA,  É QUE O BRASIL É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO EM QUE O TRÁFICO DE DROGAS ESTÁ CRESCENDO (10% AO ANO). "  OLAVO DE CARVALHO


EXTINGUINDO A PROFISSÃO DE EMPREGADA DOMÉSTICA - POR QUÊ?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/extinguindo-profissao-de-empregada.html

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A tragédia da bolsa-família  
http://www.youtube.com/watch?v=AggCI-3ISCU

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O POLÍTICAMENTE CORRETO É AGORA A GRANDE ARMA DIRIGIDA DA ONU PARA O MUNDO OCIDENTAL.  OPRIMIR O CIDADÃO COM LEIS ABSURDAS E LIBERAR A CRIMINALIDADE: É A ESTRATÉGICA "PRESSÃO DE CIMA E PRESSÃO DE BAIXO"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/oprimir-o-cidadao-com-leis-absurdas-e.html

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O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTOIEVSKY CONTA TUDO EM "OS DEMÔNIOS"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/dostoievsky-publicou-os-demonios-em.html

Dostoievsky publicou "OS DEMÔNIOS" em capítulos, num jornal para todos lerem, mais de 40 anos antes da revolução comunista tornar a Rússia num totalitarismo de esquerda. Mas, assim como Saint Germain, que tentou evitar a carnificina na França e não foi acreditado, parece que Dostoievsky não foi levado muito a sério. O que lembra muito nossa época... Muitos alertas já soaram, inutilmente. (Veja em AGENDAS) É estranho como a mente humana abusa da sua capacidade de focar em alguns pontos e ignorar outros, principalmente de ignorar o todo

Segue excerto da obra:
     Pelo que compreendi — e era impossível não o compreender — o senhor, uma vez, de início, e outra vez mais tarde falou com bastante eloqüência — embora por demais teóricamente — da vasta rede que cobre a Rússia inteira e da qual nosso grupo é uma das malhas. Cada um desses grupos, fazem prosélitos e se ramificando até ao infinito, por meio de uma propaganda sistemática, deve sabotar o poder das autoridades locais, espalhar a desordem pelo campo, provocar escândalo, estimular o cinismo e a incredulidade, suscitar o desejo de um melhor destino, e enfim, recorrer aos incêndios como a um método eminentemente popular para, no momento oportuno, mergulhar o país no desespêro. Serão essas exatamente as suas palavras? Procurei gravá-las todas. Não é esse o programa que nos comunicou como delegado de um tal de Comitê Central que nós ainda não conhecemos e que nos parece quase fantástico?
 
 
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www.delinks.blogspot.com


domingo, 19 de maio de 2013

MANIPULAÇÃO DA MENTE - DEGRADAÇÃO E CONQUISTA MARCHAM JUNTAS - PSICOPOLÍTICA


Este é um capítulo do manual PSICOPOLÍTICA, que é aceito como soviético,  embora haja controvérsias. No entanto, não podemos desconsiderar que o comunismo e o socialismo possam ser sistemas longamente planejados por sociedades secretas, SEM PÁTRIA, e buscam a concretização de uma AGENDA GLOBALISTA .


CAPÍTULO VIII

DEGRADAÇÃO, CHOQUE E RESISTÊNCIA

A degradação e a conquista marcham juntas. Para conquistar uma nação, primeiro ter-se-á que a desmoralizar, seja mediante ação de guerra, seja dominando-a por meio de humilhantes tratados ou entregando seu povo à mercê dos exércitos inimigos. Sem dúvida, a degradação pode realizar- se de forma mais eficaz e insidiosa mediante a difamação permanente e organizada.

A difamação é a arma melhor e mais importante da Psicopolítica em geral. Tem-se que levar a cabo, de maneira sistemática, uma campanha de difamação das instituições, dos dirigentes, dos costumes e dos heróis nacionais; mas, em termos gerais, essa tarefa corre por conta dos membros do Partido Comunista e não dos agentes psicopolíticos.
O objetivo da difamação e da degradação é o próprio homem. Ao atacar a personalidade e a moral do homem e ao provocar, por meio da contaminação da juventude, um ambiente de degradação geral, facilita-se grandemente o domínio sobre a população.

Existe uma curva no processo de degradação que, em sentido descendente, chega até um ponto no qual a resistência do indivíduo é quase nula e onde qualquer ação exercida sobre ele o submeterá a estado de choque. Desse modo, pode-se vexar, maltratar, desmoralizar e degradar um prisioneiro até que o mínimo gesto de seus carcereiros o faça tremer . Assim, a menor palavra de seus inimigos o fará obedecer, mudar de convicções e aceitar qualquer ordem . No último extremo de sua degradação, chegará até a assassinar seus companheiros de quartel. As experiências realizadas com prisioneiros alemães têm demonstrado que, com apenas setenta dias de alimentos infectos, de privação do sono e de alojamento em condições quase intoleráveis, pode conseguir-se submeter o prisioneiro a um estado de choque abaixo do limite de sua resistência, com o qual se consegue fazê-lo obedecer, como hipnotizado, a qualquer ordem que se lhe dê. Dessa maneira, pode-se obter obediência servil de milhares de prisioneiros, sem ter que se ocupar pessoalmente de cada um, e se consegue modificar suas crenças e dirigir sua conduta futura, depois de haverem sido devolvidos aos seus. 

Minando as resistências de uma pessoa, de um grupo ou de uma nação, por meio da desmoralização e degradação constantes, é possível induzir um estado de choque.  O primeiro que se tem de desmoralizar, em uma nação, é o próprio homem. As nações que gozam de, um alto nível ético são mais difíceis de conquistar. Nelas as convicções são muito sólidas, a adesão aos dirigentes é fanática e o que chamam de integridade espiritual não se pode minar pela violência. Não convém atacar uma nação nessas condições. O propósito básico da Psicopolítica é reduzir o nível da nação até um ponto em que seus habitantes possam ser dominados e escravizados. Por isso, o indivíduo é o objetivo da Psicopolítica. Tem-se que rebaixar o homem em sua estrutura espiritual, até degradá-lo à condição puramente animal; tem-se que o obrigar a não pensar em si mesmo, nem em seus semelhantes como capazes de resistência espiritual e de nobreza.



O melhor recurso para as primeiras etapas da desmoralização é a propaganda de «caráter científico>>. Com ela, deve-se demonstrar que o homem é um mecanismo carente de individualidade e que as reações individualistas são produto de anomalias mentais. As massas devem chegar a estar convencidas de que qualquer indivíduo que se rebele, de qualquer maneira, contra os esforços e os intentos de escravização, deve ser considerado como um desequilibrado, cujas excentricidades são fruto de neurose ou de demência, e que deve ser posto, de imediato, sob tratamento em mãos dos agentes psicopolíticos.

Um grande passo nessa campanha seria dirigir-se às Forças Armadas da nação e convencê-las de que os desobedientes devem submeter-se a uma “cura mental”.  A escravização da nação pode fracassar se se possibilitar liberdade de ação a tais indivíduos rebeldes, que podem apelar aos demais cidadãos, chamando-os à reflexão e recordando-os de seus deveres e de suas convicções tradicionais. A menos que se ponham os indivíduos em questão bem guardados, entregando-os aos agentes psicopolíticos, surgirão complicações que serão obstáculos à conquista da nação.

Os funcionários do governo, os estudantes, os que lêem e os que assistem a espetáculos públicos devem ser doutrinados, por qualquer meio que seja, para persuadi-los de que os rebeldes, os ambiciosos, os dirigentes natos sofrem de inadaptação, que só pode ser curada com o «tratamento mental” administrado pelos agentes psicopolíticos, disfarçados de cientistas. Com essa difamação em grande escala, ajudada pelas cunhas econômicas que se apliquem ao país, é relativamente fácil isolar entre si os cidadãos e conseguir que cheguem a duvidar da prudência do próprio governo e que até clamem por sua escravização.

Os programas educacionais psicopolíticos devem visar aos jovens, futuros dirigentes do país, para doutriná-los acerca da animalidade humana. Essa doutrina deve chegar a pôr-se em moda. Os jovens devem chegar a convencer-se de que as idéias e o comportamento individual são coisas suspéitas. Sobretudo, deve inculcar-se-lhes que a salvação do homem enraíza-se somente em sua completa adaptação ao ambiente em que vive. Os programas educativos da Psicopolítica podem ser aplicados melhor se forem estabelecidas como obrigatórias algumas matérias, como, por exemplo, a Psicologia e práticas afins, e assegurando-se de que o ensino seja dirigido por psiquiatras adestrados como agentes psicopolíticos .

Como parece que, em alguns países, é a Igreja o órgão de maior influência na elevação espiritual, todas e cada uma das organizações e práticas religiosas devem ser desacreditadas. Tem-se que persuadir o  povo de que a religião é algo fora de moda, mediante o doutrinamento psicopolitico; que a alma não existe e que o homem é nada mais que um animal. Os métodos falhos do cristianismo induzem os homens a realizar atos heróicos, com seus ensinamentos de uma vida futura. Isso deve ser eliminado, para conseguir-se a obediência das massas. Por isso, tem-se que conseguir que se deixe de acreditar nas igrejas e fazer desaparecer o poder da religião. 

Um ponto do programa psicopolítico de degradação consiste em denunciar toda família que tenha convicções religiosas e, se se conseguir provocar algum caso de demência ou neurose em tal família, responsabilizar por isso as crenças aludidas. A pessoa de arraigada religiosidade deverá ser cada vez mais responsável pela sua própria saúde mental e     dever-se-á tratar de levá-la, cada dia mais, para a zona de influência dos agentes psicopolíticos.

Quando se pervertem as instituições nacionais e se provoca um estado de degradação geral, juntando a isso o manejo da Economia com o objetivo de causar escassez e crises, com poucos impactos poderá obter-se, das massas, uma reação de obediência ou de histeria. Dessa maneira, à menor ameaça de guerra, só a menção de bombardeios aéreos fará com que a população instantaneamente capitule, em busca de paz. Isso significa uma larga e árdua tarefa para o agente psicopolítico, mas, para levá-la a cabo, não serão necessários mais de vinte ou trinta anos, tendo, como temos, a nosso alcance, os instrumentos com que realizar nossos fins.
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CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL - VIOLÊNCIA E CAOS SÃO PARTE DA AGENDA (ORVIL E YURI BEZMENOV)









Vídeo de origem:
A Conspiração Comunista Mundial

http://www.youtube.com/watch?v=ToVhVj1mNVo


OUTROS:

O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTOIEVSKY CONTA TUDO EM "OS DEMÔNIOS"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/dostoievsky-publicou-os-demonios-em.html

LAVAGEM CEREBRAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/lavagem-cerebral-aldous-huxley.html

PSICOPOLÍTICA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/psicopolitica.html

TERRORISMO, CRISES ECONÔMICAS, REVOLUÇÕES, GUERRAS SÃO PROGRAMADOS NAS SOCIEDADES SECRETAS - KARL MARX , ADAM WEISHAUPT, ALBERT PIKE, GIUSEPPE MAZZINI E A REVOLUÇÃO ILLUMINATI DA NOVA ORDEM MUNDIAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/terrorismo-e-sociedades-secretas-karl.html

GOVERNO NEGOCIA COM O CRIME ORGANIZADO?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/governo-negocia-com-o-crime-organizado.html

GLOBALISTAS ILLUMINATI SÃO SOCIALISTAS FABIANOS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/globalistas-illuminati-sao-socialistas.html

SOCIEDADES SECRETAS, ILLUMINATI E REVOLUÇÕES NO MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/sociedades-secretas-illuminati-e.html

CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/conspiracao-contra-civilizacao-crista.html

AGENDAS GLOBALISTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/agendas-globalistas-serem-estudadas.html

CRISES, CRIMES E MENTIRAS SÃO FERRAMENTA DE TRABALHO (MARXISTA/ILLUMINATI, NOVA ORDEM MUNDIAL)
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/crimes-e-mentiras-sao-ferramenta-de.html

EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM MUNDIAL - MAQUIAVEL PEDAGOGO - PASCAL BERNARDIN
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/educacao-na-nova-ordem-mundial-e.html

MANIPULAÇÃO DOS DIREITOS DEMOCRÁTICOS PARA ATACAR A DEMOCRACIA POR DENTRO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/manipulacao-dos-direitos-democraticos.html

FORMAÇÃO DO IMBECIL COLETIVO PELA EDUCAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/formacao-do-imbecil-coletivo-pela.html


ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER
(HISTÓRIA DO TERRORISO NO BRASIL) 
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/orvil-tentativas-de-tomada-de-poder.html

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LAVAGEM CEREBRAL-LIVRO 
(PSICOPOLÍTICA)


Parece que tem uma ligação com a Cientologia! Essa seita sempre está envolvida em boatos de conspirações. 
Tb tem muito em comum com outras descrições de agendas globalistas ou de regimes totalitários já implantados. Ele condiz perfeitamente com relatos de ex-comunistas, refugiados e dissidentes, vítimas ou testemunhas da manipulação de mentes por regimes totalitários, e portanto pelo comunismo internacional.  



PSICOPOLÍTICA - O USO POLÍTICO DA PSIQUIATRIA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/psicopolitica.html