CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

LÚCIFER E A REVOLUÇÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL





Nicholas Hagger em sua obra A HISTÓRIA SECRETA DO OCIDENTE  nos fornece algumas pistas valiosas para a compreensão da Conspiração Global para a Nova Ordem Mundial (NOM). Ele reabilita a
sociedade secreta  "O Priorado de Sião", por exemplo,  que erroneamente foi tachada de invencionice, e que segundo ele, vem atuando há quase mil anos em favor de um governo mundial e está por trás de muitas outras sociedades e movimentos, como os Templários e Maçonaria.  

Outro elo que une várias partes do enigma é a informação de que o movimento revolucionário é UM SÓ e que todas as revoluções, religiosas, políticas, a partir do século 15 pelo menos, têm a mesma mão oculta manobrando e operando através das sociedades secretas, sempre numa direção: a do governo mundial.  

 



Portanto, a NOVA ORDEM MUNDIAL É A ÚLTIMA ETAPA DO MESMO MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO que deflagrou a revolução francesa, comunista, nazista, etc. E seus mais íntimos adeptos são revolucionários que têm LÚCIFER como o símbolo máximo do PRIMEIRO REVOLUCIONÁRIO,  o rebelde que liderou a primeira revolução com um exército de anjos contra a autoridade divina.  Então, a  NOM pode ser considerada uma continuidade da revolução luciferiana.

Há tempos, Paulo Coelho afirmou numa entrevista que a maioria dos satanistas não acredita em Satã, mas sim na necessidade de negar a lei para viver uma vida livre e autêntica, e essa seria sua motivação principal.  Seria aquela "liberdade de Ser" que aceita dissociar o ser em partes e optar por uma delas, que aceita a impossibilidade de ser bom e ser verdadeiro ao mesmo tempo, e ter que matar sua bondade ("falsa") para ser verdadeiramente.

Entretanto, apesar desses seguidores e simpatizantes de cultos satanistas verem na figura do diabo um amante da liberdade absoluta e da transgreção da Lei, as revoluções, ao contrário,  concentram poder absoluto nas mãos de uns poucos sobre os muitos e fazem da mentira sua ferramenta maior.  Bem, o Diabo não é o pai dela?




Ainda uma observação: acredito que a Maçonaria, como diz Olavo de Carvalho, é um poço de conflitos e vozes discordantes e não uma orquestra afinada e obediente ao comando do mestre.  Saint Germain era maçon e tentou impedir a Revolução Francesa, que ele sabia estava sendo tramada lá dentro.  Teoria da Conspiração não é para ser acreditada e sim investigada.
Aí vai um trecho do livro de Nicholas Hagger:

"Analisamos as principais revoluções dos últimos 550 anos. Quais são nossas descobertas? Todas elas têm uma fonte em comum? Estamos agora em posição  para dizer que todas foram criadas por uma mão oculta. Os cabalistas, relativamente escondidos na sua época, moldaram a reforma e dividiram a Cristandade; os maçons rosacrucianos de Amsterdã moldaram as revoluções Puritana e Gloriosa; os maçons templários do Grande Oriente Illuminati moldaram as revoluções Francesa, Imperialista-Prussiana e Russa, enquanto que a Maçonaria Sionista rothschildiana moldou a a Revolução Imperialista Britânica.  Todas essas influências ocultas eram franco-maçônicas. Embora a Reforma tenha antedatado a fundação oficial da Franco-Maçonaria, o Cabalismo era uma influência oculta que teve impacto sobre o Catarismo das escolas de Languedoc, e a tradição franco-maçônica é uma ramificação do Cabalismo: ambas contemplam o Templo de Salomão a a tradição do Antigo Testamento.

"Pelo que mostra nosso estudo das revoluções, da Renascença à revolução russa, as influências desses levantes são franco-maçõnicas. As sociedades secretas se reuniam a portas fechadas e incitavam a súbita mudança na sociedade. Os líderes tinham a segurança de operar em segredo, acreditando que sua fraternidade não os trairia.  O mesmo princípio esteve por trás do crescimento da Nova Ordem Mundial no século XX, cujas raízes são franco-maçõnicas.

(...) "A Franco-Maçonaria é essencialmente luciferiana: o segredo ensinado no 32 e 33 graus maçons é que Lúcifer é o Arquiteto do Universo. (ver epílogo de A CORPORAÇÃO.) Todas as revoluções pretendiam introduzir o governo mundial de Lúcifer como metáfora e como realidade, em cuja vontade invisível acreditam.

"É isso que se vê na tradição cabalista gnóstica que investigamos. A crença em Lúcifer comprometeu a unidade da criação. No nível metafísico, a criação é uma só, uma unidade, uma não dualidade. Ao longo dos séculos, a pura visão espiritual e suas verdades simbólicas foram literalizadas e a unidade da criação se dividiu. Uma contrapartida oculta da visão espiritual se concentrou nessa divisão. A Cabala unitária original, a tradição oral judaica , corrompeu-se: uma falsa Cabala, oculta e dividida, que via o mundo em termos de judeus e gentios, deu origem ao Gnosticismo, do qual surgiu o mito de que o filho mais velho de Deus era Satananail ou Satã ("inimigo" ou "adversário" em hebraico), ou Lúcifer, um anjo que se rebelou e caiu.

(...)


"Satã/Lúcifer podia proporcionar fama e fortuna a seus seguidores, como descobriu Doutor Fausto de Marlowe. Satã/Lúcifer se tornou o deus do dinheiro e tinha um apelo óbvio para as famílias mais ricas do mundo. Satã/Lúcifer tinha se tornado o ícone da revolução mundial.

"Lúcifer era a personificação da revolução.  A lição que se tira da história de Lúcifer é que revolução envolve rebelião contra a ordem natural das coisas, que é a ordem de Deus.

(...)

"Segundo a lenda oculta e dualística, Lúcifer, o anjo Satanail ou Satanael, era o filho mais velho de Deus (sendo Cristo o segundo filho de Deus). Como Príncipe dos Anjos, ´Lúcifer tinha amplos poderes, mas sua ambição de ser maior que o Pai o destruiu. Tentou derrubar o poder de Deus e se tornar soberano do Céu e da Terra. O Arcanjo Miguel o atirou no abismo e, quando caia, uma esmeralda desprendeu-se de seu diadema e aterrizou nas montanhas Hindu Kush (perto de onde Bin Laden tinha seu esconderijo). Segundo uma teoria existente, essa história foi depois modificada e transformada na do Sonto Graal.
(...)



"Depois de ser jogado em trevas distantes, Lúcifer veio para a Terra para se vingar de seu Pai, estragando sua criação, o homem. Diz o Gênesis que conseguiu entrar no Paraíso e, disfarçado de serpente, agora Satã, tentou Eva com uma maçã dizendo "... vós sereis como deuses..." (Gn 3.5) e a persuadiu a comer do fruto do Bem e do Mal. Com isso, ela perdeu sua inocência e Adão a seguiu. A Queda tinha acontecido, um recurso literário que chama a atenção para o fato de que a humanidade tem sempre presente a escolha entre dois caminhos: a obediência à autoridade de Deus ou a rebelião contra ela - o caminho luciferiano. Na época em que Milton recontou essa história em Paraíso Perdido, o exemplo de Lúcifer tinha inspirado a Revolução Puritana. (O Satã de Milton é inspirado em Cromwell)    

"É preciso dizer que muitas obras literárias e artísticas que formam a vanguarda de nossa cultura tradicional e fazem parte dos currículos universitários, foram produzidas no bojo dos movimentos que estivemos estudando, sendo que várias afirmam valores luciferianos ocultos. Estará o Grão-Mestre Botticelli (Sandro Filipeli) do lado do Inferno de Dante em seus croquis ou horrorizado com ele? Será que Malowe, Milton e Blake simpatizam com Mefistófeles e Satã ou denunciam a leviandade das artes negras? Será que Goethe, e ex-illuminatus Abaris, era a favor da necromancia de Fausto ou fez um retrospecto de sua juventude equivocada para transmitir uma advertência? Como Russeau foi provavelmente influenciado por Charles de Lorraine e Goethe por Weishaupt, seria o Romantismo um movimento "sionista"? Será que Descartes pensa antes de declarar sua existência porque adota a visão rosacruciana do homem? Seriam os Grãos-Mestres Newton e  Darwin propagandistas rosacrucianos e não cientistas objetivos? Estará o Grão-Mestre Cocteau apresentando valores luciferianos em seu Testamento de Orfeu? Há uma saudável linha mística na cultura ocidental e uma linha corrompida, oculta e luciferiana, cujos praticantes estão ligados às organizações secretas e revoluções que estivemos estudando. Em poesia, essa é a diferença entre Eliot e Yeats, que era membro da Ordem Rosacruciana Aurora Dourada e muito próximo do oculto. É a diferença entre Dostoievski, que condena o satânico Nechayev no romance O Possuído (ou Os Demônios), e Aleister Crowley, o satanista da Ordem da Aurura Dourada e da OTO, tão admirado por grupos de rock contemporâneos. É preciso dizer que a consciencia moderna se identifica mais com a visão oculta do rebelde Lúcifer do que com a visão místicado Um."



"História é mais do que um simples enunciado de acontecimentos. "Por que eles acontecem?" é o que os historiadores precisam perguntar. Novas respostas a essa pergunta se apresentaram no decorrer deste estudo: por causa do impacto até agora desconhecido de organizações secretas específicas. A História dos últimos 550 anos é uma advertência para a nossa época. Será levada em conta?

"No decorrer dos últimos 550 anos, muitos líderes fizeram declarações, mas as organizações ocultas sob a superfície influenciaram essas declarações. A maioria dos líderes e organizações que consideramos esteve fora do processo democrático. Nos casos em que os líderes estavam sujeitos ao processo democrático, as decisões que tomaram foram muitas vezes baseadas em recomendações de organizações secretas que estavam fora do processo democrático, o que significa que o espírito deste processo foi ignorado. "
(...)
"Em A CORPORAÇÃO - A HISTÓRIA SECRETA DO SÉCULO XX E O INÍCIO DO GOVERNO MUNDIAL DO FUTURO, aplico este princípio e essa perspectiva ao século XX e ao nosso tempo, com resultados extremamente reveladores. Concluo que as organizações secretas dos séculos XX e XXI estão roubando os EUA e a Grã-Bretanha através de roubo constitucional - planejando a última eleição norte-americana para 2016 e impondo a nova constituição européia. Sua meta é dominar o mundo criando um governo mundial franco-maçônico através da revolução mundial. Peço que leiam A CORPORAÇÃO para acompanhar a história da mão oculta, de 1900 à situação precária em que vivemos neste mundo conturbado, quando a mão oculta parece pronta para golpear com punho de ferro e destruir nossa longa tradição  e nossa história altaneira. Não podemos permitir que isso aconteça."

Fonte - A HISTÓRIA SECRETA DO OCIDENTE  de Nicholas Hagger 






LÚCIFER E O CULTO DA LIBERDADE
By David Livingstone
(Tradução Google, a ser revista) 

"Em todos os cantos da terra as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade trouxeram para nossas fileiras, graças aos nossos agentes cegos, legiões inteiras que levaram nossos banners com entusiasmo. E todo o tempo essas palavras foram um câncer no trabalho chato para o bem-estar do goyim, colocando em toda parte um fim à solidariedade, a paz, calma e destruindo todas as bases dos Estados goy. Como você verá mais tarde, isso ajudou-nos para o nosso triunfo; nos deu a possibilidade, entre outras coisas, de obter em nossas mãos o cartão master - a destruição dos privilégios, ou em outras palavras da própria existência da aristocracia do goyim, a única classe que era a defesa que povos e países tinham contra nós.  Sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos goyim criámos a aristocracia da nossa classe educada liderada pela aristocracia do dinheiro. "
Protocols of Zion on Liberty
Protocolos de Sião sobre Liberty



"Freedom" and "Liberty", both terms originally devised by the Illuminati, are sham slogans, that have been used time and again to rally the masses of the Western world against some contrived foe. "Liberdade" e "Liberdade", ambos os termos originalmente concebidos pelo Illuminati, são slogans falsos, que têm sido usados uma ​​e outra vez para reunir as massas do mundo ocidental contra algum inimigo artificial. "Freedom" is a relative term. "Liberdade" é um termo relativo. By itself it does not have any meaning. Por si só, não tem qualquer significado. Human relationships, whether they be between one individual and another, or between the state and the individual, are defined by limitations. Relações humanas, sejam elas entre um indivíduo e outro, ou entre o Estado eo indivíduo, são definidos por suas limitações. Man may be entitled to certain freedoms, but these must have defined limits, so that he can be prevented from encroaching on others, and others against he. Homem pode ter direito a certas liberdades, mas estes devem ter limites definidos, de modo que ele pode ser impedido de invadir outros, e outros contra ele. Therefore, man cannot be "free". Portanto, o homem não pode ser "livre". Ultimately, the principles of "freedom" and "liberty" are rooted in the occult. Em última análise, os princípios de "liberdade" e "liberdade" estão enraizados no ocultismo. "Liberty", along with "equality", and "fraternity", were concepts originally promulgated by the Freemasons. "Liberdade", juntamente com "igualdade" e "fraternidade", foram conceitos originalmente promulgada pelos maçons. In turn, the dogma of the Freemasons is derived from the Gnostic tradition. Por sua vez, o dogma da maçonaria é derivada da tradição gnóstica. Gnosticism is a heresy of Christianity that belonged to the first centuries AD. O gnosticismo é uma heresia do cristianismo, que pertencia aos primeiros séculos. It derived its influence from the Jewish Kabbalah, and reversed the interpretation of the Bible. Sua influência é derivada da Cabala Judaica, e reverteu a interpretação da Bíblia. Therefore, God became the evil one, while the devil was he who sought to "liberate" man by teaching him the forbidden knowledge, or magic. Portanto, Deus tornou-se o mal, enquanto o diabo foi ele quem procurou "libertar" o homem, ensinando-lhe o conhecimento proibido, ou magia. According to Gnostics then, all the laws proclaimed by the creator God of the Bible were to suppress man. De acordo com os gnósticos, então, todas as leis proclamada pelo Deus criador da Bíblia eram para suprimir homem. Instead, he believed, man would only become free by indulging in as many vices as he could. Em vez disso, ele acreditava, o homem só se tornaria livre entregando-se a tantos vícios quanto pudesse. Therefore, proponents of "liberty" offer an alternative principle to counter what they regard as the repression meted out by religion. Por isso, os defensores da "liberdade" oferecer uma solução alternativa para combater o que consideram como a repressão infligida pela religião. They claim that we ought to be allowed to do as we please, as long as we do not harm anybody else. Eles afirmam que devemos ser autorizados a fazer o que quisermos, desde que não prejudique ninguém. This is the same principle as that touted by modern-day witches, or Wiccans, as stated by the godfather of modern Satanism, Aleister Crowley: "Do what thou wilt shall be the whole of the Law". Este é o mesmo princípio que elogiado por bruxos de hoje, ou Wiccans, como afirma o padrinho do satanismo moderno, Aleister Crowley: "Faze o que tu queres deverá ser o todo da Lei". Therefore, the delusion Satanists are offering is that the laws of the monotheistic faiths are somehow repressive. Portanto, os satanistas ilusão está oferecendo é que as leis das religiões monoteístas são de alguma forma repressiva. And so, Satanism reverses that which is taught by them, and suggests that we ought to be allowed to indulge in what we please, as long as we do not harm anybody else. E assim, o satanismo inverte o que é ensinado por eles, e sugere que devemos ser autorizados a entrar no que nós agrade, desde que não prejudique ninguém. What they fail to recognize, however, is that the commandments of the monotheistic faiths are not to restrict indulgence, but also to prevent the harming of others, and therefore, forbid adultery, murder, theft, deception, exploitation and so on. O que eles não reconhecem, no entanto, é que os mandamentos das religiões monoteístas não são para restringir indulgência, mas também para evitar danos a outros e, portanto, proíbem o adultério, assassinato, roubo, engano, exploração e assim por diante. And yet, indecency and vulgarity is praised as courage against prudishness. E, no entanto, a indecência e vulgaridade é elogiado como coragem contra puritanismo. The female body is exploited everywhere to market products. O corpo feminino é explorado em todos os lugares para comercializar produtos. Though, religion did not teach us to be "ashamed" of our bodies, but to "have shame" . Embora, a religião não nos ensinar a ser "envergonhado" de nossos corpos, mas de "ter vergonha". Nevertheless, through the influence of Satanism, Hollywood is promoting exhibitionism as "body consciousness". No entanto, através da influência do satanismo, Hollywood está promovendo exibicionismo como "consciência corporal". To the Freemasons of the Enlightenment, who had been indoctrinated by the Illuminati, the use of "reason" supposedly helped man recognize that ultimately there is no God, that the Bible was a book of superstitions, and therefore, that he ought to seek "liberty" from the Catholic Church, which he came to regard to as "despotism". Para os maçons do Iluminismo, que tinham sido doutrinados pelos Illuminati, o uso da "razão" supostamente ajudaria o homem a reconhecer que, em última análise, não há Deus, que a Bíblia era um livro de superstições, e, portanto, que ele deveria procurar " liberdade "da Igreja Católica, que passou a considerar como" despotismo ". Using the "philosophes" of the period as their mouthpiece, the Illuminati deceived the masses into believing that man no longer needed religion, but could discover laws by himself, through the use of "reason". Usando os "philosophes" do período como seu porta-voz, os Illuminati enganado as massas a acreditar que o homem já não precisava de religião, mas poderia descobrir as leis por ele próprio, através do uso de "razão". In this way, the first attempts to devise such laws were known as "inalienable rights", first conceived and discussed in the meetings of the Illuminati, and which were designed to supplant the commandments of the Bible. Desta forma, as primeiras tentativas de conceber tais leis eram conhecidos como "direitos inalienáveis", primeiro concebido e discutido nas reuniões dos Illuminati, e que foram concebidas para suplantar os mandamentos da Bíblia. And so, the great political successes of the secret societies, the American and French Revolutions, toppled Christianity, and in its place erected secular systems, under the pretense of eliminating state persecution of religion. E assim, os grandes sucessos políticos das sociedades secretas, as revoluções americana e francesa, derrubou o cristianismo, e em seu lugar ergueu sistemas seculares, sob o pretexto de eliminar a perseguição estatal da religião. Among the fifty-six American rebels who signed the Declaration of Independence, only six were not members of the Masonic Order. Entre os rebeldes 56 norte-americanos que assinaram a Declaração de Independência, apenas seis não eram membros da Ordem Maçônica. It was they who enshrined the Lucifarian principle of "liberty", and ultimately replaced revelation with rights they regarded to be "self-evident". Foram eles que consagrou o princípio Lucifarian de "liberdade" e, finalmente, substituído revelação com direitos que eles consideravam ser "auto-evidente". What they had done, however, was subject themselves to the arbitrary regulations that their new bourgeois occult overlords formulated, which we now call "rights", but in reality is a political and economic system set to advantage their class over the rest. O que eles tinham feito, no entanto, estava sujeita-se às regras arbitrárias que os seus novos senhores ocultos burgueses formuladas, o que hoje chamamos de "direitos", mas na realidade é um sistema político e econômico definido para sua classe vantagem sobre o resto. Religion does not forbid pleasure. A religião não proíbe o prazer. Rather, it merely requires that it be tempered by a sense of greater responsibility towards one's fellow human beings. Pelo contrário, exige apenas que ser moderado por um sentido de maior responsabilidade para um de outros seres humanos. The broader reality, however, is that Western citizens are accomplices in the exploitation of the rest of humanity. A realidade mais ampla, no entanto, é que os cidadãos ocidentais são cúmplices na exploração do resto da humanidade. They have been duped by the propaganda that, because nature is evolving, the rest of the world is merely behind a stage of evolution. Eles foram enganados pela propaganda que, porque a natureza está evoluindo, o resto do mundo é apenas atrás de um estágio de evolução. This, of course, is to disguise the fact that the World Bank and the IMF, following the dictates of the financial and banking elite, are deliberately impoverishing the rest of the world, to secure both cheap labor and natural resources. Isso, é claro, é para disfarçar o fato de que o Banco Mundial eo FMI, seguindo os ditames da elite financeira e bancária, estão deliberadamente empobrecendo o resto do mundo, para assegurar tanto a mão de obra barata e recursos naturais. As a result, two-thirds of the world now live at subsistence. Como resultado, dois terços do mundo vivem agora em subsistência. In order to suppress the inevitable dissent that will arise from subject populations to their economic enslavement, the Western powers, through the Black Ops of the CIA, have installed brutal dictatorships. A fim de suprimir a dissidência inevitável que surjam a partir de populações sujeitas à sua escravidão econômica, as potências ocidentais, através dos Black Ops da CIA, instalou ditaduras brutais. These are then compared to our relative prosperity, as proof of our institutions' and leaders' ability to provide us our cherished "freedoms." Estes são então comparados com a nossa prosperidade relativa, como prova de nossa instituições e líderes capacidade de fornecer-nos as nossas queridas "liberdades".

David Livingstone is author of the Dying God: The Hidden History of Western Civilization. David Livingstone é autor do Deus Sacrificado: A História Proibida da civilização ocidental.  http://www.thedyinggod.com

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MARX E SATÃ - APRISIONAR A CONSCIÊNCIA NO MUNDO MATERIAL SERIA A META DO MARXISMO ?

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/marx-e-sata-aprisionar-consciencia-ao.html


MAIS:
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AGENDAS GLOBALISTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/agendas-globalistas-serem-estudadas.html
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SOCIEDADES SECRETAS, ILLUMINATI E REVOLUÇÕES NO MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/sociedades-secretas-illuminati-e.html

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O engano da Perestroika
http://www.fatima.org/port/crusader/cr87/cr87pg50.pdf

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http://delinks.blogspot.com.br/

sábado, 23 de fevereiro de 2013

HIPNOSE EM MASSA / EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM

Verdades sobre a Nova Ordem Mundial - (13/16)
http://youtu.be/fEf9Hyu7hcs

A primeira parte trata de hipnose na comunicação de massa, propaganda, jornalismo, etc, e a segunda, da manipulação da mente dos alunos nas escolas.





Um livro que tem esta informação sobre manipulação do comportamento, lavagem cerebral, hipnose na TV, etc, é "REGRESSO AO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO" de Aldous Huxley.

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Lei obriga que crianças de 4 anos sejam matriculadas na pré-escola  http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1257847-lei-obriga-que-criancas-de-4-anos-sejam-matriculadas-na-pre-escola.shtml

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PASCAL BERNARDIN
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/12723-a-obra-anti-globalista-de-pascal-bernardin.html


EDUCAR PARA ESCRAVIZAR
http://www.youtube.com/watch?v=FKYq8JNpdIE

REFORMAS ORTOGRÁFICAS TORNAM INACESSÍVEL O CONHECIMENTO PASSADO
http://youtu.be/gHRaZ1LfLrM

POR QUE O MEC QUER ACRESCENTAR 20 DIAS AO ANO ESCOLAR?
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/108888.html

TRABALHO INFANTIL NAO É ESCRAVIDAO OBRIGATORIAMENTE - OLAVO DE CARVALHO
http://youtu.be/JhHY5OQ6vYU

Palmada não pode, mas estupro pode:
PEDOFILIA VIA ONU - FUNÇÃO DA MÍDIA É OCULTAR - OLAVO DE CARVALHO
http://videos.sapo.ao/AjLlfzz3sdQvZzSg1zDH

EDUCAÇÃO NO PAÍS QUE NÃO VALORIZA O CONHECIMENTO - OLAVO DE CARVALHO
http://youtu.be/QPrbMjnykiA

EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM MUNDIAL - MAQUIAVEL PEDAGOGO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/educacao-na-nova-ordem-mundial-e.html

Livro - REVOLUÇÃO CURTURAL - Manifesto contra o marxismo na educação
http://www.estantevirtual.com.br/q/CURTURAL-ROTHSCHILD

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Alguns traços da mente revolucionária
Excerto dos rascunhos inéditos do livro A Mente Revolucionária.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13970-alguns-tracos-da-mente-revolucionaria.html
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O que os nazistas copiaram de Marx
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13853-o-que-os-nazistas-copiaram-de-marx.html

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Conclusão - a gente não pode  entender a mentalidade desses caras se não estudar Maquiavel.

"Verdades sobre a Nova Ordem Mundial".
http://www.youtube.com/user/BrazilTHINK/videos?query=Verdades+sobre+a+Nova+Ordem+Mundial

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ASHTAR SHERAN



  Estou lendo a revista UFO ESPECIAL "QUEM É ASHTAR SHERAN", tentando rastrear as origens e a história deste nome, quando ele foi mencionado pela primeira vez, pela segunda, terceira, etc, quais os contatados, os canalizadores, os receptores das mensagens, datas, biografias, se tiveram algum envolvimento com agências de inteligência, militares e universidades, etc  Quero saber das possibilidades dele ser um mito criado por um projeto illuminati/governamental/militar de ilusão de massas, do tipo Blue Beam talvez. Ou, ao contrário,  se ele, Ashtar Sheran, é que teria sido vítima de uma operação bem sucedida de desinformação, que o  desacreditou.
 



E lendo o artigo, "ASHTAR SHERAN: VENHO À TERRA EM MISSÃO DE PAZ", escrito por membros do CEEAS - Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran, me deparei com uma frase atribuída a ele, que destoa radicalmente do espírito e da orientação benevolente do texto. Eles o descrevem como um ser altamente espiritualizado e sumamente  dedicado a evitar ou melhorar o destino funesto que a humanidade está cavando para si mesma e seu planeta, despertando-a para o caminho divino do qual se afastou. 



Mas eis que lá pelo final me deparo com a seguinte enigmática frase de autoria (suposta) de Ashtar Sheran:

 "Nós achamos que certos seres humanos são muito insípidos e desejamos combatê-los asperamente, mesmo que isto vos destrua e também à própria Terra."

Já perguntei a algumas pessoas qual podeia ser o sentido desta afirmação, especialmente do adjetivo "insípido" neste contexto. Se for um erro de tradução, qual o seria a palavra com significado tão perverso que justificaria a destruição de um planeta? Se for um erro de recepção, quem seria o  receptor? Ela já foi investigada? Há outras afirmações coerentes com esta?

Bem, estou publicando minha dúvida e esperando uma resposta, para publicá-la   

Não peguei a frase da Internet, foi da revista UFO ESPECIAL: EXTRATERRESTRES ENTRE NÓS - QUEM É ASHTAR SHERAN.
O artigo vem assinado assim: Cássia Maria Candra e Marcus Vinícius, Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran.
Parece que aqui se pode ler toda a matéria se se cadastrar:
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http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2010/07/quem-e-ashtar-sheran.html#comment-form

http://www.anjodeluz.com.br/ashtarsheran/ashtarsheranhistoria.htm

http://www.ufo.com.br/blog/paulopoian/ashtar-sheran-protetor-da-terra-parte-1

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MANIPULAÇÃO COMPORTAMENTAL

"Graças ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu oposto." (PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER)

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/paramoralismo.html




AS TÉCNICAS DE MANIPULAÇÃO PSICOLÓGICA


As técnicas de manipulação psicológica tornaram-se objeto, jà há muitas décadas, de aprofundados trabalhos de pesquisa realizados por psicólogos e psicólogos sociais, tanto militares quanto civis. É às vezes difícil, e psicologicamente desconfortável, admitir sua temível eficácia. O objetivo deste capítulo consiste em chamar a atenção sobre tais técnicas, que frequentemente preferimos ignorar, deixando assim o campo livre àqueles que não temem utilizá-las.

Já há trinta anos que as técnicas de lavagem cerebral fornecem resultados notáveis. Desde então, elas têm passado por significativos aperfeiçoamentos e, atualmente, são ensinadas nos IUFMs de maneira semivelada. Ainda que brevemente, trataremos de apresentá-las aqui, pois elas nos permitem perceber os verdadeiros riscos por trás da querela dos IUFMs e da introdução dos métodos pedagógicos ativos. Tais técnicas apóiam-se essencialmente sobre o behaviorismo e a psicologia do engajamento. ' Nossa sumária exposição das técnicas de manipulação psicológica deverá basear-se principalmente sobre três obras relevantes: D. Winn. The Manipulated Mind. London, The Octagon press, 19 84; R.V. Joule, J.L. Beauvois. Soumission et idéologies. Paris, PUF, 1981; R.V. Joule, J.L. Beauvois. Petit traité de manípulation à Pusage des honnêtes gens. Grenoble, Presses universitaires de Grenoble, 1987.



 A submissão à autoridade

Em uma série de experiências célebres, o professor Stanley Milgram evidenciou de maneira espetacular o papel da submissão à autoridade no comportamento humano.

Milgram repetiu suas experiências com 300 mil pessoas, experiências estas que foram reproduzidas em numerosos países. Os resultados obtidos são indiscutíveis. A experiência de base envolve três pessoas: o pesquisador, um suposto aluno, que na verdade é um colaborador do pesquisador, e o verdadeiro objeto da experiência, o professor. A experiência pretende supostamente determinar a influência das punições no aprendizado. O professor deve então mostrar ao suposto estudante extensas listas de palavras e, em seguida, testar sua memória. Em caso de erro, uma punição precisa ser imposta ao colaborador. O objeto da experiência ignora, naturalmente, o status real do colaborador, e crê que este, como ele próprio, não tem qualquer relação com a organização da experiência. As punições consistem em descargas elétricas de 15 a 450 volts, as quais o próprio professor deve acionar contra o suposto estudante, situado em uma peça vizinha. A voltagem das descargas aumenta a cada erro cometido. O colaborador, é claro, não recebe essas descargas, contrariamente ao que acredita o professor – este é quem recebe, no início do experimento, uma descarga de 45 volts, para "assegurar-se de que o gerador funciona". As reações que o colaborador deve simular são estritamente codificadas: a 75 volts ele começa a murmurar; a 120 volts, ele reclama; a 150 volts ele pede que parem com a experiência e, a 285 volts, ele lança um grito de agonia, depois do qual se cala completamente. É assegurado ao professor que os choques são dolorosos mas não deixam sequelas. O pesquisador deve zelar para que a experiência chegue a seu termo, tratando de encorajar o professor, caso este venha a manifestar dúvidas quanto à inocuidade da experiência ou caso deseje encerrá-la. Também esses encorajamentos são estritamente codificados: à primeira objeção do professor, o pesquisador lhe responde: "Queira continuar, por favor"; na segunda vez: "A experiência exige que você continue"; na terceira vez: "É absolutamente essencial que você continue"; na quarta e última vez: "Você não tem escolha. Deve continuar". Se o professor persiste em suas objeções após o quarto encorajamento, a experiência é encerrada.

O resultado da experiência é espantoso: mais de 60% dos professores levam-na até o final, mesmo convencidos de que estão realmente administrando correntes de 450 volts. Em alguns países, a taxa chega a alcançar 85%. É preciso acrescentar que a experiência é extremamente penosa para os professores, e que eles vivenciam uma forte pressão psicológica mas seguem, não obstante, até o fim.

Há algo, porém, ainda mais inquietante. No caso de o professor limitar-se a simplesmente ler a lista de palavras, enquanto as descargas são enviadas por outra pessoa, mais de 92% dos professores chegam a concluir integralmente a experiência. Assim, uma organização cuja operação é setorizada pode-se tornar um cego e temível mecanismo: "Esta é talvez a lição fundamental de nosso estudo: o comum dos mortais, realizando simplesmente seu trabalho, sem qualquer hostilidade particular, pode-se tornar o agente de um processo de destruição terrível"."

Houve quem considerasse a hipótese de que, em tais experimentos, os professores davam livre curso a pulsões sádicas. Mas essa hipótese é falsa. Se o pesquisador se afasta ou deixa o local de experiência, o professor logo diminui a voltagem das descargas. Quando podem escolher livremente a voltagem, a maioria dos professores emite a voltagem mais baixa possível.

A autoridade do pesquisador é um fator fundamental. Se já de início o colaborador pede que pesquisador troque de lugar consigo, encorajando em seguida o professor a continuar a experiência, agora sobre o pesquisador, suas recomendações não têm efeito, uma vez que ele não está investido de qualquer autoridade.

Quando a experiência envolve dois professores, um dos quais, atuando em colaboração com o pesquisador, abandona precocemente a experiência, em 90% dos casos o outro professor segue-lhe o exemplo.

Finalmente, e é isto o que mais chama a atenção, nenhum professor tenta deter a experiência ou denunciar o pesquisador. A submissão à autoridade é, portanto, muito mais profunda do que aquilo que os percentuais acima sugerem. A contestação se mantém socialmente aceitável.

Quais conclusões se podem tirar dessa experiência inúmeras vezes repetida? Inicialmente, que existem técnicas muito simples que permitem modificar profundamente o comportamento de adultos normais. Em seguida, que essas técnicas podem ser, e são, objeto de estudos científicos aprofundados. Enfim, que seria bastante surpreendente que tais trabalhos fossem executados por mero amor à ciência, sem qualquer aplicação prática.


O conformismo

A tendência ao conformismo foi estudada por Asch," em sua célebre experiência. Ao sujeito avaliado, apresenta-se uma linha traçada sobre uma folha; além dela, três outras linhas de comprimentos diversos. Em seguida, se lhe pede para apontar, entre essas três linhas, aquela cuja medida é igual à da linha-padrão. Por exemplo: esta última mede quatro polegadas, enquanto as linhas que devem ser a ela comparadas medem, cada qual, três, cinco e quatro polegadas. À experiência estão presentes indivíduos associados ao pesquisador, que devem igualmente responder à questão. Estes, cujo papel real na experiência é ignorado pelo avaliado, dão, nos ensaios válidos, a mesma resposta errônea, combinada anteriormente à experiência. O indivíduo testado tem duas alternativas: ou dar uma resposta errônea ou: se opor à opinião unânime do grupo. A experiência é repetida diversas vezes, com diferentes linhas-padrão e linhas para comparar. Há ocasiões em que os colaboradores respondem de modo correto (ensaios neutros). Aproximadamente três quartos dos indivíduos realmente avaliados deixam-se influenciar nos ensaios válidos, dando uma ou várias respostas errôneas. Assim, 32% das respostas dadas são errôneas, mesmo que a questão não ofereça, naturalmente, qualquer dificuldade. Na ausência de pressões, o percentual de respostas corretas chega a 92%. Verifica-se também que os indivíduos conformistas, interrogados após a experiência, depositaram sua confiança na maioria, decidindo-se pelo parecer desta, apesar da evidência perceptiva. Sua motivação principal está na falta de confiança em si e em seu próprio julgamento. Outros' conformaram-se à opinião do grupo para não parecer inferiores ou diferentes. Eles não têm consciência de seu comportamento. Assim, a percepção de uma pequena minoria de sujeitos avaliados foi modificada: seus membros enxergaram as linhas tais como a maioria as descreveu. Lembremos que o indivíduo não sofria qualquer sanção caso errasse ao responder, da mesma forma que, na experiência de Milgram, ninguém se iria opor a quem desejasse abortar a experiência.

Convém notar que, se um dos colaboradores dá a resposta correta, o indivíduo avaliado então se sente liberto da pressão psicológica do grupo e dá, igualmente, a resposta correta, resultado que ilustra bem o papel dos grupos minoritários. A realidade social, contudo, é para estes bem menos favorável, uma vez que as pressões ou sanções são aí muito mais intensas.


Normas de grupo

A célebre experiência de Sherif sobre o efeito autocinético evidencia a influência exercida por um grupo sobre a formação das normas e atitudes de seus membros. A experiência desenrola-se assim: tendo-se instalado um indivíduo, sozinho, em uma sala escura, pede-se-lhe que descreva os movimentos de uma pequena fonte luminosa, a qual, na verdade, acha-se imóvel. O sujeito, não encontrando nenhum ponto de referência, logo começa a perceber movimentos erráticos (efeito autocinético). Após algum tempo, passa a considerar que a amplitude dos movimentos oscila em torno de um valor médio, que varia de indivíduo para indivíduo. Se, ao contrário, a experiência é realizada com vários indivíduos observando a mesma fonte luminosa e partilhando entre si suas observações, surge logo uma norma de grupo à qual todos se conformam. No caso de, posteriormente, um indivíduo ser deixado só, ele permanece, ainda assim, conformado àquela norma de grupo. Tendo-se repetido a experiência, propondo agora ao sujeito outras questões ambíguas (estimativas de temperatura, julgamentos estéticos etc.), constatou-se que, quanto mais difícil era formular um julgamento objetivo, mais estreita se fazia a conformidade à norma de grupo.

Sherif generaliza esses resultados até "o estabelecimento de normas sociais, como os estereótipos, as modas, as convenções, os costumes e os valores". Interrogando-se sobre a possibilidade de "fazer com que o sujeito adote [ ... ] uma norma prescrita, ditada por influências sociais específicas", ele submete o indivíduo em teste à influência de um companheiro prestigioso (um universitário), e logra obter que o sujeito ingênuo modifique sua norma e a substitua por aquela do companheiro de mais prestígio.



Pé na porta

Freedman e Fraser, em 1963 trazem à luz um fenômeno conhecido como pé-na-porta. Tratemos brevemente de duas de suas experiências. Com a primeira delas, se buscava conhecer, em função da maneira como era formulada a pergunta, o percentual de donas de casa dispostas a responder a uma enquete a respeito de seus hábitos de consumo. Estimando que tal enquete deveria ser longa e aborrecida, somente 22% aceitaram dela participar quando se lhes convidou a isso diretamente. Mas os autores, dirigindo-se a uma segunda amostragem, fizeram preceder à pergunta um processo preparatório bastante simples: três dias antes de formulá-la, telefonaram aos membros desse grupo, solicitando-lhes que respondessem a oito perguntas acerca de seus hábitos de consumo em matéria de produtos de limpeza. Quando, três dias mais tarde, se lhes pediu para que se submetessem à mesma enquete que fora feita com os membros da primeira amostragem, a taxa de aceitação elevou-se a 52%. Chama a atenção o fato de que um procedimento tão simples possua tamanho poder.


Portanto, o princípio do pé-na-porta é o seguinte: começa-se por pedir ao sujeito que faça algo mínimo (ato aliciador), mas que esteja relacionado ao objetivo real da manipulação, que se trata de algo bem mais importante (ato custoso). Assim, o sujeito sente-se engajado, ou seja, psicologicamente preso por seu ato mínimo, anterior ao ato custoso. Noutra experiência, os mesmos autores dividiram igualmente os participantes em dois grupos. Os membros do primeiro não foram submetidos a qualquer preparação particular. Aos membros do segundo grupo foi solicitado que colassem (ato aliciador) um adesivo na janela. Pediu-se em seguida aos membros dos dois grupos que instalassem, cada qual em seu jardim, uma grande placa – que chegava a encobrir parcialmente a fachada da casa – a qual recomendava prudência aos motoristas. Enquanto o percentual de aceitação, no primeiro grupo, foi de apenas 16,7%, no segundo esse percentual atingiu a marca de 76%. Ainda, convém notar que, contrariamente à pesquisa anterior, nesta, as duas experiências foram conduzidas por duas pessoas diferentes.

E não é só isso. A enorme disparidade entre esses percentuais, citados logo acima, foi obtida nos casos em que o adesivo também exortava os motoristas à prudência. A atitude era a mesma (ser favorável a uma conduta mais prudente), tanto no ato aliciador (fixar um adesivo) quanto no ato custoso (instalar em seu jardim uma placa sem graça). Acontece que, mesmo que essa condição não seja atendida, podem-se obter resultados bastante significativos. Convidando um terceiro grupo, não para colar adesivos que recomendassem uma conduta prudente, mas para assinar uma petição para manter bela a Califórnia, os autores obtiveram uma taxa de aceitação de 47,4% contra – notemos esse valor – 16,7%, quando a demanda não foi precedida de nenhum ato aliciador. Nesse protocolo experimental, a atitude referente a esse ato aliciador (ser favorável à preservação da qualidade ambiental) já não é a mesma relacionada ao ato custoso (estimular uma conduta mais prudente). Da mesma forma, a natureza de um e de outro ato, nesse caso, diferem: assinar uma petição redigida por um terceiro, comportamento pouco ativo e, de certa forma, anônimo, não pode ser comparada ao fixar-se, no próprio jardim, uma placa de grandes dimensões, comportamento ativo e personalizado. Assim, favorecer as diversas associações e organizações não governamentais coloca a população no papel – ilusório – de ator 14 e modifica suas atitudes, levando-a, em seguida, a empreender atos cada vez mais custosos.


"Porta na cara"

Técnica complementar à precedente, a "porta na cara"" consiste em apresentar, de início, um pedido exorbitante, que naturalmente será recusado, depois do que se formula um segundo pedido, então aceitável. Em uma experiência clássica, Citaldini et al. solicitaram a alguns estudantes que acompanhassem, por duas horas, um grupo de jovens delinquentes em uma visita ao zoológico. Formulada diretamente, essa solicitação obteve somente 16,7% de aceitação. Entretanto, colocando-a após um pedido exorbitante, a taxa elevou-se a 50%. Naturalmente, um "pé na porta" ou uma "porta na cara" podem ser úteis para se extorquir um ato custoso, o qual, por sua vez, consistirá em um ato aliciador, no caso de um próximo pé na porta. Com tal expediente, é possível obter comprometimentos cada vez mais significativos. Essa técnica de "bola de neve" é efetivamente aplicada.



Dissonância cognitiva ou o espiritualismo dialético

A teoria da dissonância cognitiva, elaborada em 1957 por Festinger, permite perceber o quanto nossos atos podem influenciar nossas atitudes, crenças, valores ou opiniões. Se é evidente que nossos atos, em medida mais ou menos vasta, são determinados por nossas opiniões, bem menos claro nos parece que o inverso seja verdadeiro, ou seja, que nossos atos possam modificar nossas opiniões. A importância dessa constatação leva-nos a destacá-Ia, para que, a partir dela, se tornem visíveis as razões profundas da reforma do sistema educacional mundial. Verificamos anteriormente que é possível induzir diversos comportamentos, apelando-se à autoridade, à tendência ao conformismo ou às técnicas do "pé na porta" ou da "porta na cara". Os fundamentos que servem de base a esses atos induzidos repercutem em seguida sobre as opiniões do sujeito, modificando-as (dialética psicológica). Assim, encontramo-nos diante de um processo extremamente poderoso, que permite a modelagem do psiquismo humano e que, além disso, constitui a base das técnicas de lavagem cerebral.

Uma dissonância cognitiva é uma contradição entre dois elementos do psiquismo de um indivíduo, sejam eles: valor, sentimento, opinião, recordação de um ato, conhecimento etc. Não é nada difícil provocar dissonâncias cognitivas. As técnicas de "pé na porta" e "porta na cara" têm a capacidade de extorquir a alguém atos em contradição com seus valores e sentimentos. O exercício do poder ou da autoridade (de um professor, por exemplo) permite que se alcance facilmente o mesmo resultado. A "clarificação de valores", técnica pedagógica largamente utilizada, provoca, sem qualquer aparência de coação, dissonâncias cognitivas. (Exemplo: você está, em companhia de seu pai e de sua mãe, a bordo de uma embarcação que naufraga; há disponível somente um colete salva-vidas. O que você faz?) A experiência prova que um indivíduo numa situação de dissonância cognitiva apresentará forte tendência a reorganizar seu psiquismo, a fim de reduzi-la. Em particular, se um indivíduo é levado a cometer publicamente (na sala de aula, por exemplo) ou frequentemente (ao longo do curso) um ato em contradição com seus valores, sua tendência será a de modificar tais valores, para diminuir a tensão que lhe oprime.

Em outros termos, se um indivíduo foi aliciado a um certo tipo de comportamento, é muito provável que ele venha a racionalizá-lo. Convém notar que, nesse caso, trata-se de uma tendência estatística evidente, e não de um fenômeno sistematicamente observado; as teorias que referimos não pretendem resumir a totalidade da psicologia humana, mas sim fornecer técnicas de manipulação aplicáveis na prática. Dispõe-se, assim, de uma técnica extremamente poderosa e de fácil aplicação, que permite que se modifiquem os valores, as opiniões e os comportamentos e capacita a produzir uma interiorização dos valores que se pretende inculcar. Tais técnicas requerem a participação ativa do sujeito, que deve realizar atos aliciadores os quais, por sua vez, os levarão a outros, contrários às suas convicções. Tal é a justificação teórica tanto dos métodos pedagógicos ativos como das técnicas de lavagem cerebral.

"Os métodos ativos, fundados sobre a participação, são particularmente aptos a garantir essa aquisição [de valores úteis]." (Declaração mundial sobre a educação para todos." WCEFA, Conférence mondiale sur Péducation pour tons, 5-9 mars 1990, Jomtien)

Notemos, de passagem, pois não seria ocasião de aprofundar esse aspecto, o papel fundamental desempenhado pelo sentimento de liberdade experimentado pelo indivíduo durante uma experiência. Na ausência desse sentimento, não se produz qualquer dissonância cognitiva e, consequentemente, nenhuma modificação de valor, já que o sujeito tem consciência de agir sob constrangimento e não se sente minimamente engajado. Essas considerações, bem como outras similares, no domínio da dinâmica de grupo, podem lançar uma nova luz sobre importantes processos políticos ocorridos nesses últimos anos.

Passemos em revista algumas experiências ou observações célebres a respeito da dissonância cognitiva.

 

Não pague a seus empregados

A experiência de Festinger e Carlsmith" pode ser assim resumida: num primeiro momento, os examinandos devem realizar uma tarefa manual repetitiva e extremamente tediosa. Em seguida, o pesquisador – pretextando uma indisponibilidade de seu colaborador – lhes pede que apresentem a tarefa a outros examinandos, mostrando-a como um exercício interessante, prazeroso. Para que realizem essa apresentação, a uns é oferecido um dólar, a outros são oferecidos vinte dólares. Ao termo da experiência, os indivíduos desses dois grupos são testados, a fim de se conhecer suas atitudes reais em relação àquela tarefa inicial. Aqueles aos quais foram pagos vinte dólares descreveram-na como tediosa, enquanto os demais, que receberam um dólar, modificaram sua cognição relativamente à tarefa e passam não somente a considerá-la interessante e prazerosa, mas, ainda, mostram-se dispostos a participar de outras experiências semelhantes. Os primeiros justificam sua mentira admitindo haver agido por interesse na retribuição, o que já não podem fazer os do outro grupo, aos quais se havia prometido um dólar apenas. Colocados em situação de dissonância cognitiva, provocada pela contradição entre sua percepção inicial da experiência e o ato que foram levados a cometer (mentir a respeito do caráter da experiência), sentem-se impelidos a reduzir a dissonância, e a maneira mais natural consiste em modificar sua opinião em relação àquela percepção inicial.

Assim, uma pressão fraca (oferecer um dólar como prêmio), quer dizer, uma pressão apenas suficiente para induzir ao comportamento buscado, tem efeitos cognitivos muito mais extensos que uma pressão mais forte (oferecer vinte dólares). Esse fenômeno é bem conhecido do "menagers", que não ignoram que os dirigentes que percebem salários menores são mais comprometidos com o trabalho e na sua relação com a empresa. Da mesma forma, os pedagogos puderam constatar que uma ameaça fraca, apenas suficiente para gerar o comportamento desejado, é frequentemente mais eficaz a longo prazo do que uma ameaça mais forte. Nesse último caso, a criança, consciente de que cede a uma forte pressão, conserva seu desejo inicial, o qual ela deverá satisfazer logo que possível. Entretanto, no primeiro caso dá-se o có'ntrário: a criança tenderá a entrar em dissonância cognitiva induzida pela contradição entre seu desejo inicial e seu comportamento efetivo, produzido pela pressão psicológica ligada à ameaça fraca. Exatamente como no caso dos indivíduos submetidos às experiências de Festinger e Carlsmith, impõe-se a necessidade de reduzir essa dissonância, o que se pode obter mediante o expediente de desvalorizar o comportamento proibido. A modificação de atitude e de comportamento é então duradoura, uma vez que, nesse caso, ocorreu uma interiorização da proibição.
 

Você gosta de gafanhotos fritos?

Sob o pretexto de diversificar o menu de um colégio militar, incluíram-se nele gafanhotos fritos, o que, convém notar, não agradou a ninguém. Mas a apresentação dessa novidade foi realizada de duas maneiras diversas: um grupo foi convidado a dela participar por um sujeito simpático, enquanto o segundo grupo foi confiado a um homem desagradável, que tinha mesmo por objetivo forjar-se numa figura antipática, efeito que obtinha – a par de outros recursos – ao tratar seu assistente de modo grosseiro. Realizada a experiência, constatou-se que, entre as pessoas que realmente comeram gafanhotos fritos, o percentual de membros do segundo grupo que declararam haver gostado era significativamente maior que o do primeiro grupo. Enquanto estes podiam justificar interiormente seu ato, já que haviam agido motivados pela simpatia do apresentador, os membros do segundo grupo viram-se obrigados a encontrar uma justificação do comportamento que lhes fora extorquido. Para reduzir a dissonância cognitiva provocada pela contradição entre sua aversão por gafanhotos fritos e o ato de comê-los, só lhes restava mudar sua opinião a respeito daquela aversão.
 

Iniciação sexual de moças

Para participar de discussões em grupo acerca da psicologia sexual, algumas jovens foram levadas a passar por diversas "provas iniciáticas".20 Ao primeiro grupo impôs-se uma iniciação severa e fastidiosa, psicologicamente aliciadora, portanto. Ao segundo, impôs-se uma iniciação superficial. O grupo testemunho, por fim, foi admitido sem qualquer iniciação. A discussão fora preparada para ser extremamente tediosa e desinteressante. Constatou-se, ao final, que as jovens que declararam haver gostado da discussão foram justamente aquelas que passaram pela iniciação mais severa. Nesse caso, a dissonância cognitiva era provocada pela contradição entre o investimento psicológico necessário para suportar uma iniciação severa e a ausência de qualquer benefício daí obtido.



Contatos extraterrestres

A senhora Keech, fundadora de uma pequena sei ta, dizia receber mensagens extraterrestres que a informavam sobre a iminência do fim do mundo. Tendo sido anunciado o dia da catástrofe, convidaram-se os membros da seita a se reunirem, na véspera, para serem conduzidos à segurança do interior de um OVNI, que aliás nunca veio. Festinger estudava o grupo e se interessava pelo modo segundo o qual seus membros realizariam a redução da dissonância cognitiva após o resultado, previsível, desse momento crítico. (Com efeito, sabe-se que é bastante significativo o investimento psicológico que ocorre em seitas; a dissonância cognitiva que se gera em tais situações é considerável.) Tendo já passado a hora fatídica, a senhora Keech declarou ter recebido uma nova mensagem, pela qual era informada de que a fé e o fervor de seus discípulos haviam permitido que a catástrofe fosse evitada. Então estes, submetidos a uma forte dissonância cognitiva, apressaram-se a aceitar tal explicação, que lhes proporcionava, a um custo baixo, reduzir aquela dissonância. Além disso, passaram ao proselitismo, atitude que haviam cuidadosamente evitado nos dias que precederam o dia fatídico. 



Dramatização

Constatou-se experimentalmente que uma dramatização, em que pese seu caráter aparentemente lúdico, é capaz de provocar dissonâncias cognitivas e as subsequentes alterações de valor. A identificação ativa ao papel assumido é suficientemente forte para aliciar o ator. Esse surpreendente resultado é incontestável e firmemente estabelecido. Ao obrigar os indivíduos a agir em oposição às suas convicções, sem constrangê-los formalmente a isso, facilita-se o surgimento de dissonâncias cognitivas e a consequente organização do universo cognitivo do ator. A dramatização é a base do psicodrama, técnica psicológica correntemente utilizada. Igualmente, a dramatização constitui uma das psicopedagogias ativas mais.poderosas e de uso mais comum; é ensinada nos IUFMS, por exemplo.

Para que as experiências multiculturais dos alunos não sejam deixadas ao acaso dos encontros, pode-se mesmo simular, nas dramatizações, as quais se inspiram na dinâmica de grupos, o encontro de pessoas pertencentes a culturas diversas. Já são propostas estratégias de ensino e técnicas que oferecem aos alunos a possibilidade de explorar sistematicamente situações standard, de exercer metodicamente seu julgamento (o que permite descobrir como funcionam os mecanismos de julgamento), de clarificar os valores que eles encontram ou descobrem e de colocar à prova os princípios das diversas crenças. Há quem sustente que essas técnicas podem ser introduzidas nas escolas, e que já é hora de fazê-lo; outros há que sustentam opinião contrária, condenando essa inflexão do ensino para um sentido subjetivista e quase terapêutico. Essa última frase é um exemplo notável da dialética utilizada constantemente pelas organizações internacionais.

Assinalemos um aspecto frequentemente pouco conhecido da dramatização: a redação de textos, que se pode levar até à escrita de confissões. Experimentalmente, provou-se que tais expedientes tem a capacidade de promover uma mudança nas atitudes de seus autores. Sabe-se, além disso, que eles são parte integrante das técnicas de lavagem cerebral.


 
Decisão e discussão de grupo

As decisões e discussões de grupo, por seu inegável caráter público, tem um alto potencial para promover o engajamento. Elas constituem uma das mais poderosas técnicas para introduzir dissonâncias cognitivas. A terapia de grupo, técnica psicoterapêutica clássica, tem nelas um de seus elementos constitutivos fundamentais. Elas são também utilizadas pela pedagogia ativa, que frequentemente as apresenta como exercícios de comunicação. E são ensinadas nos IUFMS.

Claro está que a dinâmica de grupos apóia-se ainda sobre outros elementos, principalmente afetivos, mas não seria pertinente detalhá-los aqui.

A avaliação (dos alunos e dos professores)

A avaliação23 consiste em outro meio extremamente eficaz para conduzir à interiorização de valores e de atitudes. Não é possível esclarecer os seus fundamentos recorrendo-se a outras teorias da psicologia social que não a do engajamento. Suas conclusões podem ser resumidas em poucas palavras, dizendo-se que, por força do exercício do poder personificado pelo avaliador, o sujeito da avaliação é levado a interiorizar normas sociais. Esse processo está na base da reprodução social ou – se se altera a escala da avaliação – da modificação de valores. A avaliação formativa, conforme seu nome indica, visa expressamente a ensinar o sujeito. Quando aplicada ao domínio da ética, leva a interiorizar valores e atitudes. Sob a forma de autoavaliação, ela acrescenta o engajamento do sujeito à sua avaliação.


MAQUIAVEL PEDAGOGO

PASCAL BERNARDIN

mais:

MANIPULAÇÃO DO COMPORTAMENTO
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ISCAS DA ESQUERDA PARA A ARMADILHA DA REVOLUÇÃO
https://youtu.be/HIGAjf_Lq9o
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PSICOPOLÍTICA
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CHINA DECLARA CYBERGUERRA
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O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm
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A MANIPULAÇÃO POLITICAMENTE CORRETA:

É PROIBIDO PERCEBER

 
Olavo de Carvalho

Será que já esqueceram? O projeto de lei que dá à corrupção o estatuto de “crime hediondo” não teve origem inocente, nem sequer decente: foi enviado à Câmara em 2009 por aquele mesmo indivíduo que, acusado de inventor e gestor do maior esquema de corrupção que já se viu neste país, apostou na lentidão da Justiça como garantia de sua eterna e tranqüilíssima impunidade.

Nada mais típico da mentalidade criminosa que a afetação de honestidade exagerada, hiperbólica, histriônica. Encobrindo com uma máscara de severidade o sorrisinho cínico que lhe vai por dentro, o capomafioso não se satisfaz com ostentar a idoneidade média do cidadão comum. Não. Ele tem de ser o mais honesto, o mais puro, o modelo supremo das virtudes cívicas e, no fim das contas, o caçador de meliantes, a garantia viva da lei e da ordem.

Confiante, como sempre, na eficácia da sua performance, o indivíduo permitia-se até blefar discretamente, sabendo que, no ambiente de culto reverencial montado em torno da sua pessoa, ninguém se permitiria perceber que ele falava de si mesmo: “O corrupto é o que mais denuncia, porque acha que não será pego.”

Isso era, de fato, mais que o resumo sintético de trinta anos de luta de um partido que galgou os degraus do poder escalando pilhas de cadáveres políticos embalsamados em acusações de corrupção. Era a definição do que aquele homem estava fazendo naquele mesmo momento. Mas quem, neste país, ainda é capaz de comparar a fala com a situação e distinguir entre a sinceridade e o fingimento?

Li outro dia um estudo sobre os males do botox, que, travando o jogo natural dos músculos da face, destrói a expressão emocional espontânea e confunde a leitura imediata de sinais em que se baseia toda a convivência humana.

Mais que o botox, porém, têm esse efeito as imposições legais e morais de um Estado psicologicamente prepotente e invasivo, que em nome dos direitos humanos extingue o direito às reações naturais.

Se por lei é proibido distinguir, na fala e no tratamento, entre uma mulher e um homem vestido de mulher, ou entre a voz feminina e a sua imitação masculina, se a simples associação da cor preta com o temor da noite é alusão racista, se o simples fato de designar uma espécie animal pelo seu exemplar masculino é um ato de opressão machista, todas as demais distinções espontâneas, naturais, auto-evidentes, arraigadas no fundo do subconsciente humano pela natureza das coisas e por uma experiência arquimilenar, tornam-se automaticamente suspeitas e devem ser refreadas até prova suficiente de que não infringem nenhum código, não ofendem nenhum grupo de interesses, não magoam nenhuma suscetibilidade protegida pelo Estado.

Quantas mais condutas pessoais são regradas pela burocracia legisferante, mais complexa e dificultosa se torna a percepção humana, até que todas as intuições instantâneas se vejam paralisadas por uma escrupulosidade mórbida e estupidificante, e o temor das convenções arbitrárias suprima, junto com as reações espontâneas, todo sentimento moral genuíno.

Não é de espantar que, nessa atmosfera de inibição geral das consciências, a encenação de combate moralista por um corrupto notório não desperte nem mesmo o riso, e que a proposta cínica com que ele encobre seus próprios crimes seja levada literalmente a sério no instante mesmo em que ele, brincando com a platéia como gato com rato, se permite mostrar sua face de denunciante hipócrita sem o menor temor de que alguém venha a comparar suas palavras com seus atos.

A desgraça vai mais fundo. Pouco a pouco, o código de inibições fabricado por grupos de pressão vai sendo elevado à condição de único sistema moral vigente, e ninguém parece se dar conta de que o nível de corrupção tem algo a ver com a moralidade comum. À medida que as consciências se entorpecem, as aspirações morais perdem toda ligação com a realidade e se enrijecem num ritual mecânico de poses e caretas sem sentido. Todos parecem imaginar que, num ambiente de degradação geral onde cinqüenta mil homicídios anuais são aceitos como uma banalidade indigna de discussão, é possível preservar intacto e imune um único bem – o dinheiro público –, isolado e protegido de todos os pecados. Num Estado para o qual as fantasias sexuais são mais santas, mais dignas de proteção do que os direitos da consciência religiosa e os princípios da moral popular, todo combate oficial à corrupção nunca pode passar de uma farsa – esta sim – hedionda.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/110919dc.html